quinta-feira, 10 de março de 2011

Frei Anastácio apela pela unidade do PT em torno de uma candidatura a prefeitura de João Pessoa


Frei Anastácio não quer saber qual será o nome escolhido, o importante é que alguém seja o representante do PT na disputa pela prefeitura de João Pessoa. Na tarde de hoje, o deputado apelou para que o partido escolha um nome ainda em 2011.

"Não importa o nome, o ideal é que o PT tenha um candidato próprio para disputar a prefeitura de João Pessoa para que o partido possa crescer. Um partido sem representatividade não cresce, ta aí o ex-presidente Lula para comprovar", garantiu Anastácio durante entrevista ao programa Rede Verdade.

Rodrigo Soares, Luciano Cartaxo, Luiz Couto, e o próprio nome são defendidos por Anastácio para ocupar a vaga de prefeito: "não importa quem seja, o PT tem vários nomes de expressão, o que importa é ter candidatura própria", defendeu.

O deputado ainda teceu duras críticas ao atual governo estadual e cobrou do governador Ricardo Coutinho resultados sobre o caos instalado na saúde, educação, segurança pública e cobrou respostas em relação aos servidores que foram demitidos: "Ele se esquiva de resolver os problemas e pede interferência da justiça para calar as manifestações, como foi feito com os policiais (...) o governo precisa se posicionar".

Fonte: Blog do Dércio

Zé Dirceu: É grave a nota das Forças Armadas contra a Comissão da Verdade

Ao ler a nota elaborada pelo Exército, endossada pela Marinha e a Aeronáutica e entregue ao Ministério da Defesa contra a aprovação pelo Congresso da Comissão da Verdade, sinto que a posição externada pelo conjunto das Forças Armadas no documento é mais grave do que pareceu à 1ª vista, até mesmo para os jornais que a publicaram e repercutiram a partir de ontem. Não dá para aceitar. Querem a reciprocidade, investigar a oposição e a resistência a ditadura? Investigar quem foi preso, torturado, condenado? Quem foi demitido e exilado, perseguido e viu sua família se desintegrar? Quem teve que viver na clandestinidade e no exílio para não ser preso e assassinado?

Mas, estes todos já foram julgados. A maioria, apesar de civis, por tribunais militares de exceção e, quando condenados, cumpriram pena. Querem que sejam investigados e julgados duas vezes ou mais?

Nota das Forças Armadas traz falsidade escandalosa

Não passa de uma falsidade escandalosa afirmar, como o faz o documento, que “passaram-se quase 30 anos do fim do governo chamado militar e muitas pessoas que viveram aquele período já faleceram: testemunhas, documentos e provas, praticamente, perderam-se no tempo" e ainda, em outro trecho, que “é improvável chegar-se realmente à verdade dos fatos”.

As testemunhas estão vivas, sim, e os documentos e provas foram destruídos ilegalmente, mas podem ser reconstituídos, de forma oral ou a partir dos fatos e provas. E o crime de destruição de provas não justifica, pelo contrário, só agrava a situação daqueles que participaram e deram as ordens.

A questão de fundo, o nome da Comissão diz tudo: é reconstituir a verdade. É fazer justiça, pelo menos histórica, já que os militares se apóiam na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, segundo eles, impede o julgamento dos responsáveis pelas torturas e assassinatos, com a ocultação, até hoje, de cadáveres de militantes políticos da oposição ao regime militar.

Fonte: Blog do Zé Dirceu

Wikileaks:Serra prometeu mais alinhamento aos EUA e criticou Lula

Era 18 de dezembro de 2009. No dia anterior, o então governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), divulgara nota desistindo da candidatura à Presidência da República. No Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, seu correligionário, José Serra, que se recusava a tratar de uma eventual candidatura publicamente, sugeria ao secretário-assistente para o Hemisfério Ocidental do Governo dos EUA, Arturo Valenzuela, que como presidente conduziria uma política externa mais alinhada com os Estados Unidos.

É o que revela o novo lote de telegramas vazados pelo site Wikileaks para blogs, cujo recorte é a eleição presidencial de 2010. Durante os 90 minutos do encontro, Serra criticou a política externa do governo Lula, disse que as referências do governo americano a uma "relação especial" com Lula não agradavam a todos os segmentos do Brasil e "poderiam ser manipuladas pelo PT". A conversa parece não ter impressionado o secretário: "Serra pareceu em geral mal informado ou desinformado sobre recentes desdobramentos no Cone Sul, inclusive sobre a situação do presidente [Fernando] Lugo do Paraguai [então às voltas com uma série de reconhecimentos de paternidade], parecendo imerso principalmente na política brasileira provinciana", relata o documento.

Então líder nas pesquisas de intenção de voto, Serra  disse a Valenzuela que o Brasil estava alcançando níveis nunca vistos de corrupção e que o PT e sua coalizão de apoio usavam os crescentes gastos públicos para construir uma máquina eleitoral. Somado ao fato de o PSDB, segundo o ex-governador, Serra ser relativamente mais pobre, Serra deu a Valenzuela a impressão de não estar firmemente convencido de que venceria as eleições presidenciais.

Em sua passagem pelo Brasil, Valenzuela já havia participado de um almoço com analistas políticos e econômicos, entre eles o ex-ministro de Relações Exteriores Celso Lafer, o ex-embaixador do Brasil nos EUA Rubens Barbosa e o ex-ministro de Ciência e Tecnologia, Jose Goldemberg, entre outros. As opiniões deste último aparecem com destaque no documento vazado pelo Wikileaks. Segundo o relato, Goldemberg teria classificado a performance do presidente Lula na Conferência sobre o Clima (COP-15), como "medíocre" e sugerido que os países de ponta deveriam reunir-se em pequenos grupos para fazer avançar questões de financiamento e fiscalização.

A assessoria de José Serra informou ao jornal Valor Econômico que o ex-governador tucano está em viagem no exterior e, por ora, não se pronunciará a respeito.

Os Amigos do Presidente Lula

Prefeito tucano cadastra parentes para ganhar terra em Mato Grosso

Funcionários e integrantes de uma família de políticos e usineiros do interior paulista se cadastraram no programa federal de regularização fundiária para receber terras em Mato Grosso.

Todos os cadastros tem a mesma indicação de endereço e, segundo o governo, há indícios da divisão da área em diferentes pedaços para driblar limites do programa.Somadas, as terras pretendidas pelo grupo atingem 1.832 hectares. Somente podem participar do programa, o Terra Legal, áreas com até 1.500 hectares -acima disso, vão a leilão ou voltam ao patrimônio público.

No cadastro, aparecem filhos, sobrinhos e funcionários do prefeito de Pitangueiras (SP), João Batista de Andrade (PSDB), que é usineiro.Além deles, estão na lista o chefe do escritório da usina da família e um secretário da prefeitura da cidade.

Responsável pelo programa, o Ministério do Desenvolvimento Agrário investiga o caso. O coordenador do programa em MT, Nelson de Barros, afirmou que, numa vistoria prévia feita no local, foram encontrados indícios de fracionamento da terra.
A área, no município de Barra do Garças, é destinada à pecuária extensiva, como é chamada a criação de gado solto no pasto.

"Encontramos vários indícios de fracionamento da terra, como apenas uma casa e vários requerimentos para o mesmo lugar", disse.Barros afirmou ainda que o fracionamento acontece quando o dono de um grande imóvel, em busca da regularização, divide suas terras em pequenos pedaços e coloca cada um no nome de uma pessoa diferente, que solicita o título ao governo.

O programa avalia os dados do cadastro, mede a área por GPS e emite o papel. No entanto, como não tem obrigação de checar a área em campo, não há como saber se a pessoa estava no local antes da data estipulada pelo programa (final de 2004).O Terra Legal exige ainda que o posseiro comprove que tira seu sustento exclusivamente da área.

Segundo a assessoria do programa, as terras deveriam ser destinadas principalmente para famílias de baixa renda da região e que vivam da agricultura familiar.No caso da família Andrade e seus funcionários cadastrados no Terra Legal, todos têm residência fixa em Pitangueiras e não moram ou exercem atividades em MT.

Numa página de relacionamentos na internet, a sobrinha do prefeito exibe fotos de uma viagem aos EUA. Outro sobrinho diz que está em Buenos Aires. Na usina, a secretária do usineiro irmão do prefeito disse que ele está em férias fora do país.A família controla duas usinas, uma em Pitangueiras e outra em Frutal (MG). A unidade paulista, por exemplo, estima para a atual safra 216 milhões de toneladas de açúcar e 58 milhões de litros de álcool combustível.
Na Folha tucana

Rodrigo Soares fala de carnaval às eleições de 2010 e 2012

O ex-deputado estadual Rodrigo Soares, presidente do Partido dos Trabalhadores na Paraíba (PT/PB) disse, em entrevista virtual exclusiva aos internautas do portal www.fatospb.com.br,  que o partido já deu o tom na Assembleia Legislativa de como agirá perante o governo do socialista Ricardo Coutinho: “O PT já definiu o seu papel no Estado, é oposição”. Ele criticou ainda a postura do atual governador em não dar apoio ao Projeto Folia de Rua: “ É inexplicável a ausência do Estado no apoio a um evento deste porte. O Folia de Rua está no calendário turístico, artístico e cultural da Paraíba, não é uma questão deste ou daquele governo, mas um patrimônio do povo da Paraíba e do Estado”, esclareceu. Leia abaixo na íntegra as perguntas dos internautas e as respostas do presidente do PT paraibano: 

Entrevista completa :::aqui:::

Campanha da Fraternidade quer ampliar debate sobre mudanças climáticas

Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Igreja quer mobilizar fiéis sobre os impactos das mudanças climáticas e estimular ações práticas para preservar o meio ambiente. Com o tema Fraternidade e a Vida no Planeta, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou ontem (9) a 48ª Campanha da Fraternidade, que pretende alertar os católicos para a gravidade das consequências do aquecimento do planeta.

No texto-base da campanha, a CNBB expõe as principais conclusões da ciência sobre as mudanças climáticas e a participação humana no problema, faz críticas ao modelo energético que ainda privilegia fontes fósseis – grandes emissoras de gases de efeito estufa, ao desmatamento e até ao agronegócio.

Segundo o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, a ideia é aproximar o debate sobre mudanças climáticas das pessoas e estimular mudança de hábitos e políticas públicas que ajudem a preservar a  vida e o planeta.

“Pergunta-se o que o cidadão comum pode fazer. As enchentes em São Paulo e em outros capitais, por exemplo, poderiam ser minimizadas se não houvesse uma massa de detritos jogados nos rios”, citou dom Dimas.

Entre as ações práticas sugeridas pela campanha estão a redução do uso de sacolas plásticas, o uso de energias renováveis e mudanças de hábitos de consumo. “As campanhas da Fraternidade são caracterizadas pela capilaridade, chegamos ao ribeirinhos da Amazônia e aos grandes condomínios. Isso contribui para o alcance da reflexão.”

Durante a apresentação da campanha, o secretário-geral da CNBB criticou a falta de investimentos em fontes alternativas de energia, como a eólica e a solar, o risco de aprovação de mudanças no Código Florestal sem considerar a opinião de movimentos ligados à terra e a construção de grandes projetos de infraestrutura sem garantia de contrapartidas sociais.

Dom Dimas reiterou críticas da CNBB a algumas das propostas de mudanças no Código Florestal previstas no relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), como a possibilidade de anistia para desmatadores e a redução de limites de áreas de preservação. “Nossa preocupação é que o código não seja votado de forma apressada porque as consequências serão duradouras."

Mercado reduz, pela primeira vez em três meses, projeção da inflação de 2011

Repórter da Agência Brasil

Brasília - O mercado financeiro reduziu a estimativa oficial de inflação para 5,78%, depois de doze altas consecutivas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa realizada semanalmente pelo Banco Central, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 5,78% em 2011 ou 1,28 ponto percentual acima do centro da meta que é 4,5%.
A taxa de câmbio, na estimativa do mercado financeiro, permanece em R$ 1,70 este ano. A taxa básica de juros (Selic) ficou em 12,50% ao ano. Os preços administrados foram mantidos em 4,5%.
A projeção para a dívida líquida do setor público em percentual do Produto Interno Bruto (PIB) foi elevada de 39,26% para 39,50%, com o crescimento da economia reduzido de 4,30% para 4,29%. O crescimento da produção industrial teve a estimativa mantida em 4,10%.
Em relação às contas externas, houve uma melhoria na expectativa para o déficit em conta-corrente, que passou de US$ 66,25 bilhões para US$ 65,50 bilhões. O saldo da balança comercial manteve-se em US$ 13 bilhões e os investimentos estrangeiros diretos em US$ 42 bilhões.

Líder do PT garante que governo vai cumprir acordo sobre correção da tabela do IR

Agência Brasil

Brasília - O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), garantiu ontem (9) que o governo vai honrar o compromisso – assumido durante a tramitação do projeto de lei que reajustou o salário mínimo para R$ 545 – de corrigir a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física em 4,5% sem aumento de impostos. Ele reconheceu que uma eventual elevação nos tributos dificulta a tramitação da matéria no Congresso.
Na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que para corrigir a tabela do IR com esse percentual será necessário fazer “um ajuste em algum tributo” ou uma “nova redução de despesa”.
O líder do PT acrescentou que “esse é um assunto resolvido” e agora acredita que “o governo honrará o acordo feito com o Congresso”. O possível aumento de tributos para compensar a correção da tabela do IR também foi criticado pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).
O peemedebista disse que essas condições – aumento de tributo ou aprofundamento no corte de despesas – não estavam “no script” das negociações entre o Executivo e os partidos governistas, quando se discutiu o valor do salário mínimo para 2011. “O que ouvi do governo até a aprovação do projeto de lei do salário foi que a correção [da tabela] seria feita pelo governo sem qualquer aumento de imposto. Agora, vamos cobrar o cumprimento desse acordo”, disse Henrique Eduardo Alves referindo-se às declarações de Mantega.

TUCANO, À DIREITA DE 'DEUS-PAI'


O sistema de metas de inflação, em que os juros servem apenas para assegurar a estabilidade de preços -ainda que isso acarrete recessão, como tem ocorrido no Brasil, foi colocado em xeque pelo economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, em seminário em Washington. "Os bancos centrais devem ter outros objetivos explícitos além do controle da inflação, como a estabilidade financeira e metas relacionadas a taxas de câmbio", defendeu Blanchard cujas palavras poderiam soar como um puxão de orelhas na trajetória ortodoxa do BC brasileiro."Teremos que pensar numa política monetária tendo várias metas, duas ou três. Da mesma forma, os instrumentos são múltiplos, incluindo regulação e intervenções no câmbio (leia-se, controle de capitais); "...no caso dos países emergentes", reiterou, "também deve haver uma meta relacionada à taxa de câmbio, suavizando movimentos (ingresso de capitais especulativos, por exemplo) . "A inflação é o mais importante', retrucou Armínio Fraga, ex-presidente do BC de Fernando Henrique Cardoso, um dos convidados do debate. Ex-funcionário do fundo especulativo de George Soros, tido como um dos formuladores' do tucanato, com simpatizantes dentro do atual governo petista, Armínio assumiu a defesa da ortodoxia no encontro:  "Espero que não percamos o foco nisso", reclamou, posicionando-se à direita do seu próprio Deus-pai. Presente também no seminário, Joseph Stiglitz, ex-FMI e hoje um crítico do organismo, deu um puxão de orelhas no tucano: "Certamente, controles de capitais, se feitos de forma apropriada, podem levar a mais crescimento e estabilidade", fuzilou Stiglitz

Como vivandeira de quartel, jornal "O Globo" mentiu, de forma a provocar crise militar

O jornalão da Organizações Globo, publicou uma reportagem contendo mentiras sobre as Forças Armadas quanto ao projeto da Comissão da Verdade.

O jornal, com um histórico pregresso de vivandeira batendo as portas dos quartéis clamando por um golpe, referiu-se a um documento tramitado normalmente, como resposta à um ofício, como se fosse uma insubordinação militar no mês passado.

O Ministério da Defesa desmentiu o jornalão com a seguinte nota:


Nota de esclarecimento: Comissão Nacional da Verdade

A propósito da matéria veiculada na edição de hoje (09/03) do jornal O Globo, intitulada “Forças Armadas resistem à Comissão da Verdade”, o Ministério da Defesa esclarece o seguinte:

1 - O texto a que se refere a reportagem de O Globo não foi encaminhado ao Ministério da Defesa no mês passado, como menciona a reportagem. Os trechos constantes da matéria são, na verdade, retirados de informação enviada pelo Exército à Assessoria Parlamentar do Ministério da Defesa no mês de setembro de 2010;

2 - O documento é uma resposta à solicitação feita pela própria Assessoria Parlamentar do Ministério às assessorias parlamentares dos comandos das três Forças Armadas para que se manifestassem sobre a proposta legislativa (Projeto de Lei nº 7.376/2010) em tramitação. Esse tipo de procedimento é praxe em toda matéria encaminhada pela Defesa ao Legislativo quando envolve assunto atinente às Forças Armadas;

3 – A manifestação do Exército foi superada, ainda no ano de 2010, em face da posição inequívoca do ministro da Defesa a favor íntegra do Projeto de Lei nº 7.376/2010, na forma em que foi encaminhada ao Congresso Nacional pela Presidência da República, sem nenhuma objeção do Comando do Exército.

4 - O ministro da Defesa, falando por si e pelas três Forças, reitera seu compromisso de trabalhar pela aprovação, no Congresso Nacional, da íntegra do texto do Projeto de Lei nº 7.376/2010, que decorreu de trabalho por ele desenvolvido;

5 - Há um entendimento perfeito entre os ministros da Defesa, da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos no encaminhamento da matéria, com a qual as Forças Armadas estão em absoluta consonância;

6 - A busca da memória é um compromisso assumido de forma definitiva por todos os integrantes do Ministério da Defesa e das Forças Armadas.

Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa

Charge do Bessinha