segunda-feira, 26 de abril de 2010
Belo Monte, PIG e o núcleo duro neo-liberal
sexta-feira, 23 de abril de 2010
NOVO PRESIDENTE DO TSE AVISA AO PSDB:PARE DE TRAZER PARA O JUDICIÁRIO OS PROBLEMAS POLÍTICOS
Defesa do voto e da legalidade
Novo presidente do TSE está preocupado com “judicialização da política” e afirma que a Justiça Eleitoral deve deixar o papel de protagonista da disputa para os candidatos
| Fotos: Kleber Lima/CB/D.A Press |
| A cerimônia de posse de Ricardo Lewandowski e de Cármen Lúcia lotou o plenário do Tribunal Superior Eleitoral: desafio de comandar as eleições |
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O novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Ricardo Lewandowski, afirmou ontem durante a cerimônia de posse que não cabe à Justiça protagonizar o processo eleitoral. Preocupado com o que chama de “judicialização da política”, o novo mandatário do TSE disse esperar que os atores do pleito resolvam as disputas “na arena que lhes é própria”, desde que dentro dos limites da legalidade. Na mesma sessão, a ministra Cármen Lúcia assumiu a vice-presidência do TSE.
No discurso para uma plateia repleta de autoridades, Lewandowski disse que comandará a mais alta instância eleitoral do país com o “máximo rigor” contra ilegalidades, e ressaltou sobre a importância do voto. A democracia, segundo ele, se reflete na garantia de um voto livre de pressões de qualquer espécie. O ministro comparou as eleições com uma festa, na qual todos os brasileiros podem participar sem restrição de “sexo, raça, rendimento, instrução ou ideologia”, com direitos iguais, de voto “direto e secreto”.
Carioca, que viveu a maior parte da vida em São Paulo, o bacharel em direito Ricardo Lewandowski ressaltou o protagonismo do Brasil na área de tecnologia eleitoral. A livre manifestação da vontade do eleitor vai prevalecer, segundo o ministro, a partir do “arsenal de medidas legais, das quais não hesitará fazer uso com o máximo rigor”. Lewandowski citou que vai trabalhar para coibir o financiamento ilegal de campanhas, a propaganda eleitoral indevida, o abuso do poder político e econômico e qualquer outra irregularidade que coloque em desigualdade as oportunidades entre os candidatos.
“A missão fundamental que a nossa Constituição comete à Justiça Eleitoral é a de garantir que a vontade popular possa expressar-se da forma mais livre possível. Para isso, ela conta com sofisticados mecanismos de coleta e apuração dos votos, a exemplo da urna eletrônica e da identificação biométrica dos eleitores, que, dentro em breve, será estendida a todos os votantes”, discursou. Lewandowski fez questão também de assegurar a “segurança e a confiabilidade” das urnas eletrônicas.
Relações internacionais
No discurso, o presidente do TSE recorreu à Grécia Antiga para lembrar o surgimento da democracia. “O ideal democrático de igualdade de todos perante à lei e de ampla participação dos cidadãos na gestão da coisa pública, desenvolvido pelos antigos gregos, permaneceu imutável em sua essência até os dias atuais”, resgatou, no começo do discurso.
Considerado um ministro liberal e pouco disposto a embates, Lewandowski é bem-visto pelos advogados que frequentam os tribunais superiores. Nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em março de 2006, ele acumula a função com o cargo que exerce no TSE. Ele se graduou em 1973 na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (SP), é mestre em relações internacionais pela Tufts University, nos Estados Unidos, e também concluiu mestrado e doutorado em direito pela Universidade de São Paulo (USP).
Clique aqui e leia o resstante da matéria
APOSENTADO INVOCADO
quinta-feira, 22 de abril de 2010
"Não desistirei..." - Ciro Gomes.
Vamos ver qual será a postura de Ricardo Coutinho diante de tão importante decisão de seu partido, sabemos que ele esta liberado para fazer as alianças que bem entender, esse também arque com as consequências de ter traído os movimentos sociais, de ter traído o trabalhador que acreditou em seu projeto e agora se vêm vendidos aos projetos neoliberais de Cássio Cunha Lima, Efraim Morais e José Serra, todos vis rasteiros entreguistas do Brasil.
Observador do 13
Ibope: 65% querem a continuidade do Governo Lula
A preferência de ampla maioria do eleitorado pela continuidade do atual governo está exposta na mais recente pesquisa feita pelo Ibope para a Associação Comercial de São Paulo e publicada ontem no site do Diário do Comércio.
De acordo com Ibope, que ouviu 2002 eleitores em 141 municípios no período de 13 a 18 de abril, 83% dos entrevistados aprovaram o desempenho de Lula, 75% manisfestaram confiança no presidente e 73% provaram seu governo classificando-o como ótimo ou bom.
Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados apurados agora pelo Ibope apontam crescimento de Dilma e estagnação de Serra, comparados aos da pesquisa que o instituto realizou para a mesma Associação Comercial em fevereiro. Já na comparação da nova pesquisa com a que o Ibope realizou em março para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as duas candidaturas mantiveram praticamente os mesmos índices de intenção de votos.
Na pesquisa de fevereiro para a Associação Comercial paulista, o Ibope apontou 36% para Serra - o mesmo índice que lhe atribuiu agora - e 25% para Dilma - quatro pontos percentuais abaixo do índice que atribuiu agora à petista (29%). A vantagem de Serra, que era de 11 pontos em fevereiro, caiu para sete em abril.
Comparada a nova pesquisa com a que o mesmo Ibope fez para a CNI em março, Serra saiu de 35% para 36%, enquanto Dilma saiu de 30% para 29% - ambos dentro da margem de erro.
A diferença de 7 pontos que o Ibope aponta em favor de Serra é inferior à apontada pela mais recente pesquisa Datafolha - 10 pontos percentuais - e superior às que identificaram os institutos Sensus e Vox Populi. Em 3 de abril, o Vox Populi apontou diferença de 3 pontos percentuais em favor de Serra; e n dia 13 o Sensus identificou empate, com diferença inferior a meio ponto percentual.
Brasília Confidêncial (www.brasiliaconfidencial.com.br)
Na Paraíba, Dilma sobe e abre 9 pontos sobre Serra
Na Paraíba, Dilma sobe e abre 9 pontos sobre Serra
A nova pesquisa Correio/Consult para presidente da República na Paraíba aponta queda do ex-governador José Serra (PSDB) e crescimento das intenções de voto em favor da ex-ministra Dilma Rousseff. Em relação aos outros dois pré-candidatos, o levantamento eleitoral detectou ligeira queda do deputado Ciro Gomes (PSB) e rápida ascensão da senadora Marina da Silva (PV).
A petista Dilma Rousseff aparece com 42,81% da preferência do eleitoral paraibano na pesquisa atual. Subiu 7,56 pontos percentuais, já que na primeira pesquisa feita pela Consult no Estado, publicada no início de março, ela tinha apenas 35,25%.
O candidato tucano José Serra tem 33,92% na mais recente pesquisa. Houve uma queda de 2,53 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, na qual ele aparecia com 36,45% na preferência do eleitorado paraibano.
Já o socialista Ciro Gomes encolheu 1,36 ponto percentual na consulta eleitoral para presidente na Paraíba. Na primeira pesquisa, Ciro aparecia com 7,45% e agora está com 6,09%.
Inversamente, a senadora Marina da Silva, pré-candidata pelo PV, subiu 1,35 ponto percentual nessa nova pesquisa. Está agora com 4,90% de intenções de voto na Paraíba. Na pesquisa anterior ela aparecia com 3,55%.
Matéria completa na edição de hoje do CORREIO
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Dilma enfrentou regime militar. José Serra fugiu
Repasse essas informações para todos da sua lista de emails
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Deputado apresenta Projeto de Lei que cria o Dia Estadual contra Racismo
Ainda justificando o Projeto de Lei, na tribuna do Poder Legislativo Estadual, o deputado lembrou que há cerca de duas semanas o Conselho Universitário da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) a aprovou a chamada Lei das Cotas, o que, segundo ele, democratiza e universaliza o acesso dos negros ao ensino superior.
O deputado anunciou que vai solicitar, na condição de presidente de Comissão de Educação, Cultura e Desportos, a realização de Audiência Pública, com a participação de todas as universidades públicas e privadas da Paraíba, com o objetivo de debater a universalização do acesso ao ensino superior no Estado. A expectativa é de que, a discussão amplie o leque de cotas nas universidades paraibanas.
POLÍTICA DA PARAÍBA
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Dilma diz que Lula realizou na prática sonho de Tancredo Neves
7 de abril de 2010
Homenageada pela Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), Dilma iniciou e terminou sua longa palestra citando Tancredo, a quem chamou de "grande conterrâneo".
Ao ressaltar a necessidade de o país crescer com distribuição de renda, a ex-ministra da Casa Civil destacou que Tancredo foi sempre sensível à situação do povo brasileiro e leu uma declaração do ex-presidente: "Enganam-se os que imaginam possível levantar uma nação rica e poderosa sobre os ombros de um povo explorado, doente, marginalizado e triste. Uma nação só crescerá quando crescer em cada um de seus cidadãos".
Para Dilma, as palavras de Tancredo não podem ser esquecidas. "Elas têm e devem nos inspirar. O governo Lula do qual me orgulho, repito, de ter feito parte, realizou na prática o sonho de Tancredo Neves, ou melhor dizendo, começou a realizar o sonho de Tancredo Neves", disse, encerrando o discurso para uma plateia de estudantes, no teatro municipal da cidade.
GOVERNO LULA:Classe C já é maior que a população de todo o País em 1970
quarta-feira, 7 de abril de 2010
A classe C reúne hoje 92,8 milhões de pessoas, 49% da população do País. Esse contingente é superior ao total da população brasileira em 1970. Segundo pesquisa da Cetelem, de 2008 para 2009, 8,2 milhões de pessoas subiram para esse estrato social. Em cinco anos, foram 30 milhões. A pesquisa segue a estratificação social por classes da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep). Essa classificação considera a posse bens das famílias e o grau de instrução, não apenas a renda.
Dilma diz que Minas não é berço tucano e que governo Lula fez mais pelo Estado do que FHC
A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, começou sua trajetória pelo país nesta terça-feira (6) em Minas Gerais e disse que o Estado não é um berço tucano. Para ela, o governo Lula fez muito mais pelos mineiros do que o governo Fernando Henrique Cardoso. Dilma visitou o túmulo do ex-presidente Tancredo Neves, no cemitério da Ordem 3ª de São Francisco de Assis, em São João Del-Rei. Antes, a ex-ministra da Casa Civil cumpriu agenda em Ouro Preto.Questionada pelos jornalistas sobre o começo da suas andanças pelo país em um lugar governado por um tucano, ela lembrou que também é mineira. “Minas é meu berço e eu não sou tucana. E acho que Tancredo, que eu saiba, não era tucano. Que eu saiba Juscelino também não era tucano. Aliás, as cidades e os estados não são de ninguém, são de cada um de nós”, respondeu.
Dilma salientou ainda que o governo do presidente Lula fez muito mais por Minas Gerais do que o ex-presidente FHC. Recentemente, o governador Aécio Neves disse que o candidato do PSDB, José Serra, pode fazer mais pelo Estado. Dilma questionou essa possibilidade.
“Eu respeito muito o governador Aécio Neves. O governador Aécio Neves sabe que o governo do presidente Lula fez mais do que propostas concretas para o Estado. Realizou uma série de programas aqui. Tivemos aqui em Minas Gerais um conjunto de obras expressivo, um conjunto de obras em Belo Horizonte e nas cidades do interior. E não vemos porque nesse cotejo termos algo a perder. É mais difícil quem nunca fez nada provar que vai fazer. Não me consta que no governo Fernando Henrique Cardoso grandes obras foram executadas e realizadas aqui em Minas Gerais”, argumentou.
Aparências que enganam
A candidata petista rejeitou ainda os ataques tucanos de que estaria cometendo terrorismo eleitoral ao afirmar que o PSDB está travestido de “lobo em pele de cordeiro” ao querer aparentar o que não é e colocando-se como uma opção “pós-Lula”.
“A Bíblia não é propriamente um documento em que se pratique um terrorismo. A imagem, que é uma metáfora de lobo em pele de cordeiro da Bíblia, significa o seguinte: pessoas que querem passar por aquilo que não são. Não tem nada de terrorismo nisso. É impossível alguém querer ser continuidade do governo Lula tento criticado o governo Lula sistematicamente por sete anos e meio”, rebateu Dilma.
Ela também salientou que a política econômica de Lula é muito diferente do governo anterior. “O governo do presidente Lula fez uma política econômica muito mais avançada que dos governos anteriores, porque combinou estabilidade com crescimento econômico e distribuição de renda, nós somos fundamentalmente diferentes”, disse.
por Mulheres com Dilma
terça-feira, 6 de abril de 2010
A revista The Economist critica Dilma pelo que ela tem de melhor
Em sua última edição a revista inglesa The Economist publicou um artigo em tom editorial sob o título “Namorando novamente com o Estado” (Falling in Love again with the state) a respeito das eleições presidenciais deste ano.
O sub-título pergunta se este movimento é apenas retórica ou se o governo “ está aprendendo as lições erradas da recuperação econômica do país depois da crise econômica e financeira mundial”.
No desenho que ilustra o texto aparece um caixão fúnebre sendo aberto por pessoas vestidas de vermelho, enquanto uma figura de terno azul com um cabeção simbolizando as empresas estatais volta a viver como que ressuscitado de um longo período de inação. O texto reconhece que o breve período recessivo de 2009 foi apenas um hiato para um salto no trampolim. Diz o texto: “A economia brasileira está crescendo: no último trimestre do ano passado o PIB teve um incremento de 2% em relação ao trimestre anterior e as perspectivas para o crescimento anual são em torno de 6%”.
Segundo a revista, a proximidade das eleições de outubro talvez provoquem este clima de auto-bajulações e o fato de a economia brasileira ter tido capacidade de resistir às consequências da crise mundial, acabou por fortalecer a concepção da importância do Estado.
A opinião dos editores da Economist estão lastreadas em declarações feitas pela pré-candidata Dilma Rousseff a um livro recém publicado em comemoração aos 30 anos do Partido dos Trabalhadores, quando afirma: “Durante a crise, depois da falência do Lehman Brothers, foram as instituições financeiras (controladas pelo Estado) como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que impediram que a economia afundasse.”
Além do mais, na entrevista, Dilma destacou que o governo promoveu “uma clara política de fortalecimento da Petrobras”, a gigante estatal de energia, segundo a matéria da revista. Em outras palavras, diz a Economist, o capitalismo de estado brasileiro foi um sucesso onde o setor privado fracassou.
A base de sua argumentação não foge muito à regra da imprensa local: o sucesso corrente da economia brasileira nada tem a ver — conforme citação de Dilma à revista, com o fortalecimento do Estado, dos bancos públicos e da Petrobras — e sim na opção de continuidade à política monetária encetada por Lula em 2003.
Na verdade, falta criatividade aos editores da revista em descrever em que ponto exato essa orientação em matéria de política monetária fez bem ao Brasil.
A ideologia ultraliberal os cega a ponto de citar o interesse de Lula em reviver a Telebrás de forma depreciativa, ao mesmo tempo em que reconhecem a incapacidade do setor privado em levar “banda larga” aos rincões mais inóspitos do país.
Mais contradições na defesa do sistema privado bancário: um leitor mais atento pode se perguntar diante de tantos elogios ao “sólido sistema financeiro privado brasileiro”, qual o porquê destas instituições não terem jogado um papel ativo na crise. Não somente isso: qual o verdadeiro papel destes bancos no conjunto da economia nacional?
Sob outra ótica, interessante – mais contraditória ainda – é a própria denúncia que fazem do crescente estatismo de Lula e aprofundado por Dilma.
Pois bem, em economia as coisas se medem pela capacidade de determinado “modelo” ou “orientação” dotar o país de maiores ou menores taxas de crescimento do PIB. O salto de crescimento com relação ao governo FHC ocorreu quando justamente Lula inaugurou o PAC, jogou o peso financeiro da Petrobras e da Eletrobrás em prol do crescimento e os bancos públicos assumiram seu papel de indutor de crédito ao crescimento.
Como e com quais argumentos enfrentar essa verdade?
A única forma é pela tergiversação da discussão. E foi exatamente esse o problema da The Economist em sua última edição. Faltaram argumentos, sobrou ideologia.
Blog do Renato
Mais um DEMO pra fora!
Um conselho aos petistas de Itapororoca, tenham muito cuidado na hora de se envolverem nesse processo eleitoral, as garantias de que o partido fará parte de um futuro governo municipal não pode vincular seus militantes ou futuros gestores em secretarias do município a candidaturas de deputados do senhor prefeito. Petista vota em petista.
do blog Mandureba
Encontro Estadual - 09 e 10 de Abril em João Pessoa.
A maioria dos delegados eleitos para esse encontro estadual, coadunam com o mesmo projeto, ou seja, a defesa do nome de Cartaxo para vice, não de outro nome. Já o deputado Luis Colto, que seria um excelente nome para a majoritária, podendo concorrer ao senado, insiste em dizer que não existe possibilidades de composição com ZM, mas não mencionou o afago que Efraim Morais do DEM/PB e candidato a reeleição para o senado, faz ao PT que ainda insiste em acompanhar a politica neoliberal de Ricardo Coutinho e demotucanos.
Dilma acusa oposição de ser lobo em pele de cordeiro
BRASÍLIA (Reuters) - Em seu primeiro evento partidário após deixar o governo, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, defendeu a continuidade do governo Lula, representada por sua candidatura, e disparou críticas à oposição, que classificou de "forças do atraso" e de atuar como "lobo em pele de cordeiro".
"Todos nós juntos acabamos com o tempo da estagnação e abrimos as portas para o crescimento econômico. O povo brasileiro não vai querer voltar atrás", disse em discurso durante cerimônia de posse da nova cúpula do Partido da República (PR).
Integrante da base de sustentação do governo Luiz Inácio Lula da Silva, a sigla anunciou apoio à candidatura da ex-ministra da Casa Civil. O novo presidente nacional da legenda é o senador e ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (AM).
Dilma, que não citou nominalmente os partidos de oposição em seu discurso, acusou os que governaram para os ricos de voltar a excluir os pobres.
"Estamos juntos para não deixar que o nosso país retroceda, na luta para não deixar que as forças do atraso voltem, na luta para não deixar aqueles que sempre governaram esse país para os ricos voltem para excluir os mais pobres", destacou, argumentando que a qualidade de vida dos mais ricos também melhorou porque o governo, ao aplicar políticas sociais, fortaleceu o mercado consumidor doméstico.
Dilma tem como principal adversário o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB). O tucano lidera pesquisas de intenção de votos, mas em recente sondagem do Vox Populi aparece tecnicamente empatado com a petista.
Ela também retomou o discurso de que a oposição, que administrou o país de 1995 a 2002, é privatista e acusou os antecessores do presidente Lula de quebrar o país.
"Aqueles que venderam o nosso patrimônio, que quebraram o Brasil, que deixaram nosso povo sem salários dignos e sem renda adequada não serão capazes de levar isso à frente."
E rebateu a oposição, que vem propondo uma visão pós-Lula: "Eles são e sempre foram o anti-Lula".
Para Dilma, a oposição é um "lobo em pele de cordeiro", pois, apesar de defender a continuidade de alguns programas do governo, já afirmou que poderia acabar com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e alterar a política econômica. O Bolsa Família também já foi alvo de críticas de PSDB e DEM.
"Um dia tentam enganar dizendo que vão continuar o trabalho do presidente Lula, o trabalho que nós ajudamos a fazer. Outro dia mostram a patinha de lobo ao cometerem um tremendo ato falho, e aí criticam tudo, falam mal de tudo", disparou.
TERRORISMO ELEITORAL
A ex-ministra da Casa Civil negou que o seu discurso tenha como objetivo gerar um clima de terrorismo eleitoral ao destacar o suposto risco de a oposição acabar com as políticas do atual governo se sair vencedora na eleição de outubro.
Na quinta-feira, ao se despedir do governo paulista, Serra insinuou a existência de roubalheira na gestão Lula e disse que os governos têm de ter caráter.
"Não estamos fazendo terrorismo, estamos constatando só", argumentou Dilma a jornalistas após o evento. "Eles governaram para os ricos, foram eleitos para fazer isso e fizeram isso."
No entanto, ela cobrou um debate de alto nível na campanha.
"Nós não podemos aceitar a discussão baixa, a crítica baixa, o desrespeito e a pessoalização. O debate que nós queremos é o de projetos, porque nós temos projetos e propostas", afirmou.
Na entrevista à imprensa, Dilma, que deixou a Casa Civil na quarta-feira para se dedicar à campanha eleitoral, afirmou que poderá participar de lançamentos de obras federais e de inaugurações públicas, mas adiantou que essas atividades não vão dominar sua agenda.
(Reportagem de Fernando Exman e Bruno Peres)
sexta-feira, 26 de março de 2010
PT-PB pode e deve acionar Comissão de ética para punir dirigentes que votem nos candidatos a senadores DEM/PSDB
A gestão do Deputado Rodrigo Soares a frente da presidência do PT, tem que ser ousada e zelar pelos princípios éticos e morais.É gritante a ousadia de alguns dirigentes petistas que publicamente declaram e defendem o voto nos inimigos do governo Lula.
O grupo liderado por Júlio Rafael, não esconde a preferência do voto para senador (DEM/PSDB) e opera em busca de acordos internos para institucionalizar a infidelidade partidária dentro do PT.
O caso mais recente é da prefeita de Pombal, Polyana Feitosa (PT) (foto). Eleita prefeita de Pombal num palanque supra-partidário, só tem olhos para agradecer ao ex-governador Cássio Cunha Lima.
Dirigente estadual do PT, Polyana Feitosa tem declarado publicamente que não vai seguir a orientação do PT, caso o partido decida pelo apoio Zé Maranhão (PMDB).
O GRP (Grupo de Resistência Petista) assegura que vai oficializar na próxima reunião do Diretório Regional, que seja instalada a Comissaõ de Ética a todos que declarem voto no DEM/PSDB.
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Manoel Ludgério: "PDT defende que a chapa proporcional para Deputado estadual na base de RC seja chapão, com a presença do PSB. nao abrimos mao."
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra Dilma Rousseff lançam na segunda-feira (29), em Brasília, a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC 2.
Terezinha Cavalcante, Peron Japiassú e o Médico Renato Gadelha, sinalizam que podem disputrar uma vaga para Assembléia Legislativa.
BChttp://basiliocarneiro.blogspot.com
GRP.
