sexta-feira, 18 de maio de 2007

Corrupção no Governo da Paraíba

E como andam as investigações sobre os cheque que foram tão amplamente distribuídos por Cássio Cunha Lima, inclusive com valores de fazerem tremer no inferno PC Farias, Fulgêncio Batista, Anastácio Somoza e tantos outros?

Nego Zhim

SOU PT, SOU BRASILEIRO E SOU LULA (o5 de fevereiro de 2006).

Sistematicamente estamos sendo atacados por setores conservadores da política, da mídia e de uma parcela da sociedade.
Nunca em momento algum nós do Partido dos Trabalhadores tentamos encobrir as investigações através de manobras palacianas, bem pelo contrário, partiu exatamente do Palácio do Planalto, a ordem para que a Polícia Federal, o Ministério Público, a Corregedoria Geral da União, investigassem com todo o rigor as denuncias. Diretores de estatais envolvidos foram afastados, muitos demitidos e estão respondendo a processos. Paralelamente foram implantadas algumas CPIs e, em nenhum momento o Palácio do Planalto interviu.
Inúmeras foram as tentativas de associar o nome do Presidente Lula aos escandalos, a própria imprensa mobilizou-se como nunca em um frenesi pouco visto na história republicana brasileira.
Eu sou petista e nunca neguei tal situação, e também nunca corri dos debates em torno das várias sandicies criadas. O denuncismo festivo foi apoiado e abastecido pela direita brasileira, numa clara e acachapante loucura e desespero de causa.
Atores desse cenário de horror, protagonizados pelos senhores, Arhur Virgilio, ACM Neto, Rodrigo Maia, Alberto Goldman, Zulaiê Cobra e seus séquitos transloucados (aqui cabem Heloisa Helena, Babá, Luciana Genro e os ratos de última hora que abandonaram o PT e ingrassaram numa aventura com final conhecido), deitaram falação e admoestação a honra do Presidente do Brasil, uns ameaçando dar uma surra, outras dizendo que esse pesoal é mentiroso, assassino e que deveriam morrer e sem deixar de mencionar o presidente, banqueiro, ariano e senador da república pelo pfl (é minúscula mesmo), que teve a infelicidade de dizer: "NÓS NOS VEREMOS LIVRE DESTA RAÇA, POR PELO MENOS 30 ANOS".
Como era de se esperar, aos poucos foram surgindo denuncias envolvendo o nome da oposição, envolvidos no mesmo crime em que eram acusadores coléricos e implacaveis. Denuncismo festivo que fora praticado de forma absoluta, hoje é aleivosia e despautério. Vamos esperar para ver como tudo isso vai acabar.
Mas de uma coisa estou certo, o caminho do desenvolvimento social deste país passa irremediavelmente, pela reeleição do Presidente Lula.
Sou um brasileiro e sou amigo do Lula.


Pesquisando na internete (Ousados) e, no mesmo blog, que alias gostaria de saber qual o motivo desse companheiro, autor de tão belo depoimento não publica mais seus pensamentos, fica aqui uma homenagem a tão belas palavras e a mais pura emoção.

Sou o Naza e estou de volta, agora de casa nova e "De olho nas feras

DECADENTES.

Filhos mimados de uma geração, que se tornaram decadentes, foram esses mesmos que diferente dos trabalhadores das ligas camponesas, saíram do Brasil pela porta da frente, não viveram assim essa tal clandestinidade, como viveram desconhecidos os muitos brasileiros que tiveram que sair pela porta dos fundos nos anos de chumbo.
Sabem por que?
Porque eles sabiam proferir o seguinte brocado de burguesinho mimado – “Vocês não sabem com quem estão falando e isso não vai ficar assim”.
A proscrição foi igual a de Thomaz Nono, tiveram o apoio de suas famílias abastardas e de grande influência, que o diga o filho de um general e, que já foi presidente deste nosso Brasil, vocês lembram de Fernando Henrique Cardoso? Esse mesmo que ainda jovem conseguiu aposentar-se pela Fundação Ford, depois, mas só depois disso foi para o banimento voluntário.
Hoje, como numa volta a aquele passado que nós não esqueceremos jamais, volta à tona essa mesma frase, escondendo-se atrás do privilégio que o mandato lhes outorgam e voltam a usá-la com toda a força de seus intelectos para tentarem intimidar e calar a voz que vem das ruas, a voz da indignação contra o mujimbo expelido que vomitam contra os que só querem a verdade.
A verdade dos números soa como funk em ouvidos tão educados a só ouvirem o bom e ainda jovem Mozart.

Texto originalmente publicado nos Blogs Ousados e Amigos do Presidente Lula (fevereiro de 2006)

Cala-se uma voz? Nunca um ideal.

Várias foram às vezes em que comecei a escrever um texto e igualmente às vezes em que os apaguei. Não é por falta do que falar é tentando arrumar uma maneira de fazer com que vocês meus companheiros, entendam a minha indignação com nossos representantes. São 513 deputados federais, quantos do PT, quantos que compõem a base aliada, quantos estão verdadeiramente comprometidos com a nossa causa, a causa do Brasil, do povo brasileiro?

James Conolly, revolucionário, socialista e dedicado à causa do povo Irlandês foi capturado e fuzilado, mas antes dos projéteis transpassarem seu corpo aleijado pela guerra e a virulência de seus algozes gritou – IRLANDA LIVRE – os projéteis selaram sua voz, morto a Irlanda se calou, mas o tempo suficiente para secar as lágrimas, afinal a luta tinha que continuar.

Ninguém daqueles que defendemos ao longo desta turbulência política veio a público para se manifestarem em favor desta voz.

Nós gritamos, nós gritaremos, mas quantos daqueles que estão em Brasília estarão dispostos a gritar por nós?

Mas a omissão dessas vozes nos dará mais força, nós estaremos atentos, nós gritaremos pelo nosso governo, nós gritaremos por nosso Presidente, não nos calarão. Eles querem nos calar, um leitor nos informou por e-mail que numa seção da CPI dos BINGOS foram 48 às vezes em que a oposição lembrou dos Amigos do Presidente Lula, lembranças das mais injuriosas.

Quem falou por nós?

A ousadia é a nossa marca, a nossa marca é a conquista e a nossa conquista é por que ousamos lutar e se ousarmos lutar, sempre seremos os vencedores.

Ousar Lutar – Ousar Vencer!

Texto extraído do blog Ousados e que foi publicado em 21 de fevereiro de 2006 e, eu o Naza achei extremamente positivo, gostei.

Sou o Naza, estou de volta e de casa nova

Cassação Midiática - Parte II

Hoje pela manhã, ao assistir o telejornal da Bandeirantes, essa mesma que comemora 70 anos, ao noticiar sobre a operação desencadeada pela Policia Federal, onde foram presos empresários, ex-governador, ex-deputado, assessores, ex-superintendente da Caixa Econômica Federal e muitos outros trastes envolvidos, mas o que mais me espanta é que a repórter que narrava os fatos, não mencionou o partido de nenhum envolvido, salvo o político que é do PT. E hoje tomei uma atitude muito importante na minha vida, assinei minha ficha de filiação ao Partido dos Trabalhadores, vou comemorar muito e, podem me esperar, militante já era, só faltava ser de carteirinha.

Sou o irmão do Naza.

Direitos Humanos - Noticiário Fraudulento

Quilombolas revoltam-se e acusam TV Globo de denúncia fraudulenta

SÃO PAULO – A Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, ratificada pelo Brasil, e o Decreto 4.887/2003 da Presidência da República asseguram que as pessoas remanescentes de quilombos são as responsáveis pela sua auto-definição. Pela legislação em vigor no Brasil, a auto-atribuição dos povos e comunidades tradicionais é parte necessária nos processo de regularização fundiária dos quilombolas.

Com base nesta premissa, uma equipe da TV Bahia, afiliada da Rede Globo no estado, esteve em São Francisco do Paraguaçu, uma das onze comunidades do Recôncavo Baiano reconhecidas como remanescentes de quilombos, cujo processo de titulação das terras está em fase final. Nas últimas segunda e terça (14 e 15), veiculou no Jornal Nacional o resultado de sua visita em duas reportagens, intituladas “Suspeitas de fraude em área que vai ser reconhecida como quilombola” e “Incra promete apurar denúncias de fraude no Recôncavo Baiano”.

Acesse reportagem completa na Revista Carta Capital ou clique no link do sub-título.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Em quanto isso o dinheiro do povo paraibano vai pro ralo.

O diretor-presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba, José Ernesto, rebateu a denúncia de que a Aesa tem em sua frota carros locados sem licitação. "Que eu saiba só há na empresa carros com licitação. E não poderia nem ser diferente", afirmou.

O esclarecimento foi feito a propósito de denúncia encaminhada ao Portal Correio, nesta quarta-feira (16), acrescentada de que a Aesa estaria abastecendo os carros da empresa em um posto de combustível privado e que técnicos da Agência usam celulares sem controle de despesas, ficando o ônus para o Estado.

José Ernesto acrescentou que todas as aquisições de veículos para servir ao órgão foram feitas na administração passada. E disse saber o número de carros locados pela Aesa.

Ele também negou que a Aesa estaria abastecendo os carros que servem ao órgão em um Posto da rede Opção e não no Deceve, unidade responsável pelo abastecimento de combustível da frota do Estado.

José Ernesto explicou que a agência, enquanto empresa, pode abastecer em postos privados desde que exista convênio com estes, o que também se dá através de licitação.

Quanto aos aparelhos celulares, José Ernesto informou que foram distribuídos na administração passada e que depois que assumiu a presidência do órgão recebeu apenas dois telefones que estavam sendo usados por funcionários dispensados.

Fonte: Jornal Correio

Fala Naza, qual é sua opinião?

Essa história de carro locado na administração passada e não nessa, é papo pra boi dormir, esse senhor, o Diretor-Presidente da AESA, sabe muito bem de quem são os carros locados e muito mais de quem são os postos de gasolina que abastecem os veículos das locadoras de quem ele sabe quem são os donos.

Oras licitação viciada, acertos para facilitar a vida de quem financiam campanha do patrão dele e, ele ainda diz que coisa da administração passada? Tenha paciência né seu Zé?

Na verdade minha gente, se quisessem averiguar, iriam descobrir coisas do arco da velha. E querem?

Existem muitas empresas vinculadas a várias secretárias e cujos gestores e o atual governo, estão se locupletando com o dinheiro publico e, esse tal de Diretor-Presidente, cara esperto, ele vai longe.

É o Naza de casa nova e de olho nas feras

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Transposição do São Francisco começa ainda este mês


As obras que fazem parte do projeto de transposição do Rio São Francisco, que levará água do "Velho Chico" para cidades paraibanas e de estados como Ceará e Pernambuco, começarão ainda este mês.
Nesta primeira etapa, as obras vão ocorrer nos municípios de Cabrobó e Floresta. em Pernambuco.
As obras, em território paraibano, não têm definição sobre a data de início e o local onde começarão. Tais obras serão coordenadas pelo 1º Grupamento de Engenharia e Construção.
Este anúncio deverá ser feito nesta quarta-feira (16), em entrevista coletiva que o comandante do 1º Grupamento de Engenharia e Construção, General Jorge Ernesto Pinto Fraxe concederá à imprensa, na sede do Grupamento, na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa, a partir das 08h30.

Fonte: Correio da Paraíba

Naza de casa nova e de olho nas feras





SER TUCANO É ISSO AÍ


Fonte: Os Amigos do Presidente Lula
Charge por: Bira Dantas

terça-feira, 15 de maio de 2007

Será?

Gostaria de ver publicado aqui nesse espaço informações sobre o caso dos cheques que foram distribuídos de forma criminosa, os chamados famosos cheques da F.A.C. e, a distribuição de dinheiro em plena campanha, como bem foi noticiada em toda rede nacional de rádio e televisão e que foram apreendidos pela Policia Federal.

  1. Será que ainda é prematuro acreditar na presteza da justiça brasileira?
  2. Como se dará a ocupação do Palácio do Governo Paraibano se o rapaz Cássio Cunha Lima (PSDB) tiver confirmada as ações que tramitam contra ele?
  3. Serão necessárias novas eleições?
  4. E por falar em corrupção, e o Cícero Lucena, o chefe da quadrilha que se elegeu senador (PSDB), aquele que foi algemado e preso por liderar os Confrades?

Com atenção, Nego Zhim

TSE vai julgar ações contra Cássio e mais 7 governadores acusados de comprar votos

Sete dos 27 governadores eleitos em outubro de 2006 tiveram os mandatos contestados por meio de ações em curso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dentre eles Cássio Cunha Lima, da Paraíba, que é o único a responder a dois processos.

Todos os setes governadores respondem a acusações de compra de votos, abuso de poder econômico, uso indevido de meios de comunicação, dentre outras infrações previstas na Lei 9.504/97 (Lei Eleitoral) e na Lei Complementar 64/90 (Lei das Inelegibilidades).

Ao todo, são oito recursos a serem julgados pelo TSE contra os diplomas dos seguintes governadores: de Sergipe, do Maranhão, do Tocantins, de Santa Catarina, de Rondônia e de Roraima. O governador da Paraíba responde a duas ações, uma movida pelo Ministério Público e outra pelo candidato derrotado no pleito.

De acordo com os processos em curso no TSE, os governadores de Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB) e de Sergipe, Marcelo Déda (PT), são apontados como supostos beneficiários de propaganda eleitoral antecipada, uso indevido dos meios de comunicação, abuso de poder político e abuso de poder econômico. Esses três casos serão analisados pelo ministro José Delgado.

O governador de Roraima, Ottomar Pinto (PSDB) foi acusado pelo senador Romero Jucá (PMDB), seu adversário na disputa pelo governo, de promover a entrega de máquinas agrícolas, barcos e motosserras a comunidades do estado a apenas um mês do pleito. O processo, que tinha como relator o ministro Cesar Asfor Rocha, será redistribuído, diante do encerramento do mandato do ministro no TSE.

O governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, responde a acusação distribuição de dinheiro, por meio de uma fundação, a supostos cabos eleitorais. A acusação foi formulada ao governador pelo Ministério Público Eleitoral e, também, pelo adversário derrotado, senador José Maranhão (PMDB). Os dois processos têm como relator o ministro Gerardo Grossi.

O governador de Rondônia, Ivo Cassol (PPS), responde a denúncia do Ministério Público de suposta compra de votos por meio de um esquema de cabos eleitorais, chamados “formiguinhas”. O relator da ação é o ministro Caputo Bastos.

No caso do Maranhão, a coligação que tinha como candidata a senadora Roseana Sarney (PMDB) acusa o governador eleito Jackson Lago (PDT) de suposto benefício indireto, em razão da alegada distribuição de cestas básicas e de kits salva-vidas pelo ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB). O caso está sob análise do ministro Carlos Ayres Brito.

O governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), responde a ação de impugnação de mandato, movida pelo adversário derrotado no pleito, João Lyra (PDT), que está em curso no Tribunal Regional Eleitoral do estado (TRE-AL).

Processos em curso no TSE:

Recurso contra diplomação:; RO = Recurso Ordinário)

Sergipe – PAN X Marcelo Déda (PT) - relator, ministro José Delgado;

RCEd 671 – Maranhão – coligação Maranhão A Força do Povo X Jackson Lago (PDT) - relator, ministro Carlos Ayres Britto;

RCEd 698 – Tocantins – coligação União do Tocantins e José Wilson Siqueira Campos X Marcelo Miranda (PMDB) - relator, ministro José Delgado;

RCEd 703 - Santa Catarina - coligação Salve Santa Catarina (PP/PV/PMN/Prona) x Luiz Henrique - relator, ministro José Delgado;

RCEd 736 – Paraíba – Ministério Público Eleitoral X Cássio Cunha Lima (PSDB) - relator, ministro Gerardo Grossi;

RCEd 737 – Paraíba - coligação Paraíba do Futuro (PMDB/PSB/PT/PCdoB/PRB) e José Targino Maranhão X Cássio Cunha Lima (PSDB) - relator, ministro Gerardo Grossi;

RCEd 739 – Rondônia – Ministério Público Eleitoral X Ivo Cassol (PPS), relator, ministro Caputo Bastos;

RO 1410 – Roraima – Romero Jucá Filho X Ottomar de Souza Pinto (PSDB) - relator, ministro Cesar Asfor Rocha (processo será redistribuído)

WellingtonFarias, com informações do TSE

Jornal Correio da Paraíba

Gestão de Cícero liberou alvarás para construção de 63 dos 95 postos de gasolina da Capital

Dos 95 postos de gasolina instalados em João Pessoa, nada menos que 63, ou seja, 66,3 por cento do total, funcionam graças a alvarás expedidos pela Prefeitura da Capital entre 1997 e 2004, período em que a cidade foi governada por Cícero Lucena (PSDB).

As duas gestões de Cícero como prefeito, somadas, expediram 80 alvarás para postos de gasolina, distribuídos entre 63 para construção, 17 para ampliação e um para regularização.

Na atual gestão, de Ricardo Coutinho (PSB), até aqui foi liberado um único alvará para um posto em Mangabeira, mesmo assim mediante liminar que o interessado obteve na Justiça em outubro do ano passado.

Nos últimos dez anos, foi em 2000 – ano de eleições e da reeleição do então prefeito Cícero – que a Prefeitura de João Pessoa concedeu o maior número de alvarás para construção de novos postos de gasolina na Capital.

Segundo levantamento solicitado pelo Portal Correio à Secretaria Municipal de Planejamento, em 2000 foram expedidos nada menos que 29 alvarás para postos de gasolina em João Pessoa.

Três daqueles alvarás liberados naquele ano o foram através de liminares obtidas pelos interessados na Justiça e dois destinaram-se à ampliação de postos já existentes.

Em 2002, outro ano de eleições (para governador, deputado, senador e presidente da República), foram 15 alvarás, quatro dos quais forçados por liminares, mas apenas cinco para construção. Os dez outros foram solicitados para ampliação.

O número de alvarás de 2002 representa quase o dobro dos expedidos em 2001, ano em que não nenhum desses documentos precisou de liminar da Justiça. A Prefeitura liberou oito alvarás - cinco para construção, dois para ampliação e um de regularização.

O ano de 2003, com seus 11 alvarás, ocupa o terceiro lugar no ranking das licenças para construção e/ou ampliação que o vereador Watteau Rodrigues (PCdoB) quer investigar através de uma CPI na Câmara Municipal de João Pessoa.

A proposta de CPI foi apresentada depois que a Operação 274 da Polícia Federal desmantelou há duas semanas o cartel da gasolina que mandava no mercado de combustíveis de João Pessoa.

Fonte: Jornal Correio da Paraíba.

Naza, de olho nas feras e esse Cícero é o maior.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Rodrigo destaca o Enem

O deputado Rodrigo Soares (PT), presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembléia Legislativa da Paraíba,começa, nesta terça-feira (15), uma campanha para que o aluno do ensino médio da Paraíba faça o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O deputado petista confeccionou um panfleto, mostrando onde o estudante pode obter informações sobre o exame.

No panfleto, Rodrigo Soares informa que as inscrições para o Enem 2007 devem ser feitas de 14 de maio a 15 de junho de 2007, em todas as agências dos Correios e Telégrafos. Os alunos de escolas públicas não pagam inscrições.

O Enem será realizado no dia 26 de agosto. O exame tem como objetivo principal avaliar o desempenho do aluno ao término da escolaridade básica, para aferir como está a unidade escolar a qual ele (o aluno) pertence com ênfase no desenvolvimento de competências fundamentais ao exercício pleno da cidadania.

Rodrigo Soares explica que o Enem é um exame individual, de caráter voluntário, oferecido anualmente aos estudantes que estão concluindo ou que já concluíram o ensino médio em anos anteriores. Seu objetivo principal é possibilitar uma referência para auto-avaliação, a partir das competências e habilidades que estruturam o Exame.

“O modelo de avaliação adotado pelo Enem foi desenvolvido com ênfase na aferição das estruturas mentais com as quais se constroem o conhecimento e não apenas na memória, que, mesmo tendo importância fundamental, não pode ser o único elemento de compreensão do mundo”, comenta o petista.

O deputado ainda destaca que diferentemente dos modelos e processos avaliativos tradicionais, a prova do Enem é interdisciplinar e contextualizada. Enquanto os vestibulares promovem uma excessiva valorização da memória e dos conteúdos em si, o Enem coloca o estudante diante de situações-problemas e pede que mais do que saber conceitos, ele saiba aplicá-los.

“O Enem não mede a capacidade do estudante de assimilar e acumular informações, e sim o incentiva a aprender a pensar, a refletir e a “saber como fazer”. Valoriza, portanto, a autonomia do jovem na hora de fazer escolhas e tomar decisões”, analisa Rodrigo.



Mais informações sobre o Enem através do telefone 0800 616161 ou pelo site www.inep.gov.br)

Adja Brito
Assessoria de Imprensa do deputado Rodrigo Soares

O Naza esta de volta, de casa nova e de olho nas feras.

domingo, 13 de maio de 2007

Bento 16 e a guerra na igreja - Leonardo Boff*

Existem duas posições claramente opostas que, na prática, podem se entrelaçar

LEONARDO BOFF
ESPECIAL PARA A FOLHA

AS GUERRAS não existem apenas no mundo. Dentro da igreja há também uma guerra de baixa intensidade. Ela faz muitas vítimas, com os instrumentos adequados da guerra religiosa, escondidos sob palavras, não raro, piedosas e espirituais. Só para dar um exemplo pessoal: quando fui condenado pelo então cardeal Joseph Ratzinger em 1985 por causa do meu livro "Igreja: carisma e poder", foi-me imposto o que ele denominou de "silêncio obsequioso".
Esse eufemismo implicava muita violência: deposição de cátedra, remoção de editor religioso da Vozes, da redação da "Revista Eclesiástica Brasileira", proibição severa de falar, dar entrevistas, escrever e publicar sobre qualquer assunto.
Objetivamente "obsequioso" não possui nada de obsequioso.
O mesmo ocorreu com o teólogo da libertação Jon Sobrino, de El Salvador, condenado em fevereiro deste ano. Recebeu apenas uma "notificação". Esta inocente palavra, "notificatio", esconde violência porque ele não pode mais falar, nem dar aulas, conceder entrevistas e acompanhar qualquer trabalho pastoral. O vitimado por uma condenação é "moralmente" morto, pois vem colocado sob suspeita geral, tolhido, isolado e psicologicamente submetido a graves transtornos, o que levou a alguns a terem neuroses e a um deles, famoso, perseguido por idéias de suicídio.
Nós fomos, no mínimo, caçados e anulados, pois um teólogo possui apenas como instrumento de trabalho a palavra escrita e falada. E estas lhe foram seqüestradas, coisa que conhecemos das ditaduras militares.
O que foi escrito acima parece irrelevante, pois é algo pessoal, mas não deixa de ser ilustrativo da guerra religiosa vigente dentro da Igreja. Nela o então cardeal Ratzinger era general. Hoje como papa é o comandante em chefe. Qual é este embate? É importante referi-lo para entender palavras e advertências do papa e a partir de que modelo de teologia e de Igreja constrói o seu discurso.
Dito de uma forma simplificadora, mas real: há na igreja duas opções claramente opostas, o que não impede que, na prática, possam se entrelaçar. Face ao mundo, à cultura e à sociedade há a atitude de confronto ou de diálogo.
A partir da Reforma no século 16 predominou na Igreja Católica romana a atitude de confronto: primeiro com as Igrejas protestantes (evangélicas) e depois com a modernidade.
Face à Reforma houve excomunhões, e face à modernidade, anátemas e condenações de coisas que nos parecem até risíveis: contra a ciência, a democracia, os direitos humanos, a industrialização. A Igreja se havia transformado numa fortaleza contra as vagas de reformismo, secularismo, modernismo e relativismo. Missão da igreja, segundo esse modelo do confronto, é testemunhar as verdades eternas, anunciar a Cristo como o único Redentor da humanidade e a Igreja sua única e exclusiva mediadora, fora da qual não há salvação.
Em seu documento de 2000, Dominus Jesus, o cardeal Ratzinger reafirma tal visão com a máxima clareza e laivos de fundamentalismo. Tudo é centralizado no Cristo. Esta atitude belicosa predominou até os anos 60 do século passado quando foi eleito um papa ancião, quase desconhecido, mas cheio de coração e bom senso, João 23. Seu propósito era passar do anátema ao diálogo. Quis escancarar as portas e janelas da Igreja para arejá-la. Considerava blasfêmia contra o Espírito Santo imaginar que os modernos só pensam erros e praticam o mal.
Há bondade no mundo, como há maldade na Igreja. Importa é dialogar, intercambiar e aprender um do outro. A Igreja que evangeliza deve ela mesma ser evangelizada por tudo aquilo que de bom, honesto, verdadeiro e sagrado puder ser identificado na história humana.
Deus mesmo chega sempre antes do missionário, pois o Espírito Criador sopra onde quiser e está sempre presente nas buscas humanas suscitando bondade, justiça, compaixão e amor em todos. A figura do Espírito ganha centralidade.
Fruto da opção pelo diálogo foi o Concílio Vaticano 2º (1962-1965), que representou um acerto de contas com a Reforma pelo ecumenismo e com a modernidade pelo mútuo reconhecimento e pela colaboração em vista de algo maior que a própria Igreja, uma humanidade mais dignificada e uma Terra mais cuidada.
Este "aggiornamento" trouxe grande vitalidade em toda a Igreja, especialmente na América Latina, que criou espaço para aquilo que se chamou de Igreja da base ou da libertação e da Teologia da Libertação. Mas acirrou também as frentes.
Grupos conservadores, especialmente incrustados na burocracia do Vaticano, conseguiram se articular e organizaram um movimento de restauração, de volta à grande tradição.
Este grupo foi enormemente reforçado sob João Paulo 2º, que vinha da resistência polonesa ao marxismo. Chamou como braço direito e principal conselheiro, seu amigo, o teólogo Joseph Ratzinger, elevando-o diretamente ao cardinalato e fazendo-o presidente da Congregação para a Doutrina da Fé, a ex-Inquisição.
Aí se processou de forma sistemática, vinda de cima, uma verdadeira Contra-Reforma Católica. O próprio cardeal Ratzinger no seu conhecido "Rapporto sulla fede", de 1985, um verdadeiro balanço da fé, dizia claramente: "A restauração que propiciamos busca um novo equilíbrio depois dos exageros e de uma abertura indiscriminada ao mundo".
Ele elaborou teologicamente a opção pelo confronto a partir de sua formação de base, o agostinismo, sobre o qual fez duas teses minuciosamente trabalhadas. Notoriamente Santo Agostinho opera um dualismo na visão do mundo e da Igreja. Por um lado está a cidade de Deus e por outro a cidade dos homens, por uma parte a natureza decaída e por outra, a graça sobrenatural.
O Adão decaído não pode redimir-se por si mesmo, seja pelo trabalho religioso e ético (heresia do pelagianismo) seja por seu empenho social e cultural.
Precisa do Redentor. Ele se continua e se faz presente pela Igreja, sem a qual nada ganha altura sobrenatural e se salva.
Em razão desta chave de leitura, o papa Bento 16 se confronta com a modernidade, vendo nela a arrogância do homem buscando sua emancipação por próprias forças. Por mais valores que ela possa apresentar, não são suficientes, pois não alcançam o nível sobrenatural, único caráter realmente emancipador. Nela vê mais que tudo secularismo, materialismo e relativismo. Essa é também sua dificuldade com a Teologia da Libertação. A libertação social, econômica e política que pretendemos, segundo ele, não é verdadeira libertação, porque não passa pela mediação do sobrenatural.
Para concluir, se o atual papa tivesse assumido uma teologia do Espírito, coisa ausente em sua produção teológica, teria uma leitura menos pessimista da modernidade.
No atual momento se dá o forte embate entre essas duas opções. A Igreja latino-americana pende mais pela opção do diálogo. Esta é mais adequada à cultura brasileira que não é fundamentalista nem dogmática, mas profundamente relacional e dialogal com todas as correntes espirituais.
Somos naturalmente sincréticos na convicção de que em todos os caminhos espirituais há bondade para além dos desvios e que, definitivamente, tudo acaba em Deus.
Não parece ser esta a opção de Bento 16: seus discursos enfatizam a construção da Igreja em sua forte identidade para que seu testemunho seja vigoroso e possa levar valores perenes a um mundo carente deles, como se viu claramente em seu discurso aos bispos brasileiros na catedral de São Paulo.
Essa Igreja é necessariamente de poucos, coisa reafirmada pelo teólogo Ratzinger em muitas de suas obras. Mas esses poucos devem ser santos, zelosos e comprometido com a missão de orientar e conduzir os muitos, sem se deixar contaminar por eles e pelo mundo.
Ocorre que esses poucos nem sempre são bons. Haja vista os padres pedófilos. Por isso, a Igreja precisa renunciar a certa arrogância, ser mais humilde e confiar que o Espírito e o Cristo cósmico dirijam seus passos e os da humanidade por caminhos com sentido e vida.


LEONARDO BOFF é teólogo da libertação e escritor. Em 1985, foi condenado pelo então cardeal Joseph Ratzinger ao "silêncio obsequioso"

sábado, 12 de maio de 2007

O Naza convida os companheiros e companheiras.

Gostaria de convidar os companheiros para a celebração da Missa por ocasião do 7º dia da senhora Elisa Leopoldina de Albuquerque Couto, que será realizada na Igreja São José Operário, às 19 horas, da próxima segunda-feira, dia 14 de maio, localizada na avenida Cruz das Armas em João Pessoa.

Os sentimentos do Naza são enormes por tamanha perda da família Albuquerque Couto.