quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Farc liberta prisioneiros na Colômbia. Brasil ajuda no resgate.
Desde o 9, a guerrilha libertou 6 pessoas. Já haviam sido libertados 2 vereadores, um fuzileiro naval da Colômbia, e outro policial.
O policial e o militar foram entregues pela guerrilha à ex-senadora Piedad Córdoba, principal intermediadora das negociações, e a representantes da Cruz Vermelha e da organização Colombianos e Colombianas pela Paz.
O Brasil participou diretamente das ações de resgate com uma equipe de 22 militares e dois helicópteros do Exército.
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, informou que estão em negociações as libertações de mais 16 reféns.
Amigos do Presidente Lula
Em 60 dias, Telebras terá equipamentos para suprir 500 cidades com banda-larga
O total licitado com a empresa é de R$ 110,2 milhões, que pode ser contratado em até um ano, o que dará para cobrir um total de 3.045 cidades.
Com estes equipamentos em funcionamento, os provedores já poderão fazer contratos com a Telebras, para conectar suas redes até as casas, seja por cabo, seja sem-fio.
Estímulo à Indústria Nacional
Este foi o quinto contrato assinado pela Telebras com fornecedores para o PNBL. O edital deu preferência à industria nacional, conforme a Lei 12.349 de dezembro do ano passado, que prevê a preferência nas licitações públicas às soluções tecnológicas desenvolvidas no país.
O presidente da Datacom, Antônio Carlos Porto, disse que a empresa vai contratar pelo menos mais 60 engenheiros até o fim do ano para atender à demanda da Telebras. Ele destacou a importância do incentivo do governo ao comprar equipamentos produzidos no país. “Não adianta eu desenvolver a tecnologia se depois eu não consigo vendê-la. Na hora que a Telebras entra comprando equipamento com tecnologia de ponta, que a gente gasta milhões para desenvolver, ela incentiva que continue desenvolvendo e permaneça competitivo no mercado”.
Santanna também disse que dentro de uma semana deverá ser definido o acordo para uso das redes de fibras ópticas da Eletrobras e Petrobras no PNBL. Segundo ele, já foram acertados itens como metodologia e preços, faltam apenas questões burocráticas. (da Ag. Brasil)
Lula no Rio: "só vou comentar política depois do carnaval, estou de quarentena"
Ele ficará no Rio até sexta-feira.
Quando perguntado por jornalistas na entrada do hotel em que está hospedado, Lula evitou entrar em detalhes sobre o motivo da viagem:
"É mais para rever amigos. Tenho um grande apreço pela Maria da Conceição Tavares. Não pude vê-la quando era presidente, mas agora tenho disponibilidade. Chico Buarque de Hollanda é um grande amigo. Ele esteve junto em todos os momentos. Nas horas boas e difíceis. Penso em conversar com o IBGE e FGV para ficar informado de coisas que tenho que me informar".
Ele evitou entrar em polêmicas, repetindo o que vem dizendo:
"Primeiro você tem que desencarnar (da presidência). É difícil. Quando um governante sai da Presidência com 90 por cento (de aprovação) a população está muito presente. Faz pouco tempo ... Mas de política só (vou comentar) depois do carnaval, quando eu sair da minha quarentena”.
No final da tarde, encontrou-se com Chico Buarque. Ao sair do encontro de mais de uma hora, o compositor comentou: “Ele está muito bem, feliz, tranquilo. No tempo da presidência tivemos encontros rápidos. Conversamos amenidades, e marcamos de um dia jogar uma pelada”, disse Chico.
À noite, jantou na casa do governador Sérgio Cabral.
O economista Marcelo Neri, após a reunião com Lula, disse que apresentou indicadores de pobreza e desigualdade social. Segundo o economista, Lula lamentou também não ter podido aumentar tanto quanto desejava o valor do salário mínimo em 2003 e 2004 em função da restrição orçamentária.
Os Amigos do Presidente Lula
Altamiro Borges: TV Globo esconde sujeira no ninho tucano
“O Portal R7 foi o primeiro a retomar as denúncias de corrupção envolvendo as multinacionais Alstom e Siemens e os governos de São Paulo e do Distrito Federal. Na sequência, a TV Record, pertencente ao mesmo grupo, amplificou o escândalo no seu principal telejornal.
Outros veículos também repercutiram o caso. Já a TV Globo até agora não abriu o bico – será de tucano? Será que as denúncias não são importantes ou a famiglia Marinho continua com a sua linha editorial de esconder as sujeiras demotucanas?
Segundo o Portal R7, o caso é dos mais escabrosos – justificando a cobertura jornalística de qualquer veículo minimamente ético e imparcial. A reportagem encontrou agora uma testemunha-chave, que detalhou as maracutaias das multinacionais para vencer licitações das obras do Metrô paulistano, da Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM) e do Metrô de Brasília, ainda no governo do demo José Roberto Arruda. Ele garante que tudo foi feito irregularmente, mediante pagamento de propinas.
Reuniões em casas noturnas de São Paulo
A testemunha F, conforme relato do R7, acompanhou de perto as negociatas e denuncia que houve superfaturamento de 30% no contrato com a Siemens, em São Paulo. A multinacional alemã repassava a grana à empresa MGE Transportes, responsável pela manutenção de dez trens. O repasse destinava-se exclusivamente ao pagamento de propina. Na realidade, não havia a prestação dos serviços previstos, que constavam apenas como fachada para viabilizar contabilmente os pagamentos, acusa a fonte.”
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Convidados da TV Cultura, sociólogo e jornalista criticam reportagem da emissora no ar
"O sociólogo Demétrio Magnoli e o jornalista Eugênio Bucci criticaram reportagem da TV Cultura no próprio Jornal da Cultura, em programa exibido na noite da terça-feira, 16. Os dois foram convidados a comentar a reportagem logo após sua exibição pela apresentadora Maria Cristina Poli.
Na reportagem, é apresentada proposta do governo de São Paulo para regionalizar a saúde. O vídeo mostra imagens de personagens e de um seminário realizado sobre o tema. O secretário de Saúde do Estado, Giovanni Guido Cerri, aparece defendendo maior investimento nas unidades básicas de saúde. No entanto, a reportagem não informa quando isso será feito e de que maneira.
Após a exibição do vídeo, ´Magnoli foi o primeiro a falar:”Eu não atuo como jornalista, mas eu fiz jornalismo. E eu aprendi que a notícia, quando se trata do governo é uma medida prática, uma medida já adotada, e não um projeto, uma declaração de intenções, um seminário, uma promessa.”
A apresentadora o interrompe: “Você está criticando essa pauta? É isso, Demétrio?” O sociólogo responde: “O que estou dizendo é que isso parece merchandising do governo.” E acrescentou: “Eu não vi notícia aí.”
Bucci disse concordar com a crítica de Magnoli. “É importante nós termos claro que o protagonista de uma notícia de interesse público é cidadão afetado por alguma medida do governo. Ou uma medida real que modifica a realidade. As intenções elas não tem esse poder”, afirmou.
A apresentadora pergunta a Bucci se a divulgação dessas intenções não serviria para depois cobrar, já que isso foi dito publicamente. “Sim, pode e deve cobrar. E nós devemos usar o jornalismo muito mais para cobrar e fiscalizar do que para promover o anúncio de nobres interesses”, respondeu o jornalista.
Ao final, Magnoli sugere a realização de uma reportagem para apurar a realização do que prometera o governo, e a apresentadora encerrou o assunto: “isso é jornalismo”.
A TV Cultura foi procurada pra se manifestar sobre o assunto, mas até o momento da publicação desta nota ainda não enviou resposta.”
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Programas sociais brasileiros podem ajudar Oriente Médio
“Considerando os problemas sociais e econômicos que estão na base dos protestos, imagino que os novos governos de países como o Egito e a Tunísia terão interesse nos programas sociais brasileiros. Há uma grande demanda social para isso e o Brasil pode ser um parceiro importante uma vez que já tem uma valiosa experiência nesta área”, diz Cesário Melantonio Neto.
Carta Maior: Qual a sua avaliação sobre os protestos das últimas semanas no Egito e sobre sua consequência principal que foi a queda do presidente Hosni Mubarak?
Governo lança PAC da Mobilidade urbana
O governo Dilma Rousseff lançou nesta quarta-feira (16), em evento no Palácio do Planalto, o PAC Mobilidade Grandes Cidades, que prevê investimentos de R$ 18 bilhões para o transporte público nas 24 maiores cidades brasileiras.
Com o lançamento do programa, que faz parte do PAC 2, os prefeitos das 24 maiores cidades brasileiras e os governadores de seus estados terão de apresentar projetos que ampliem a capacidade de locomoção e melhorem a infraestrutura do transporte público coletivo. Após a apresentação dos projetos, serão definidos quais serão executados e quanto cada cidade irá receber.
O investimento do governo federal será de R$ 6 bilhões diretos da União e de R$ 12 bilhões por meio de financiamento. De acordo com o Planalto, os projetos beneficiarão 39% dos brasileiros que vivem em regiões metropolitanas.
As propostas poderão incluir sistemas de transporte sobre pneus, como corredores de ônibus exclusivos e de Veículos Leves sobre Pneus (VLP/BRT), e também sistemas sobre trilhos, como trens urbanos, metrôs e Veículos Leves sobre Trilhos (VLT).
Os critérios para a escolha são a garantia de sustentabilidade operacional dos sistemas, a compatibilidade entre a demanda e os modais propostos e a adequação às normas de acessibilidade. Além desses critérios, terão prioridade projetos em áreas com população de baixa renda, projetos que já tenham estudo básico pronto e situação fundiária regularizada.”
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Ministra do Desenvolvimento Social confirma que programas sociais não terão cortes
A confirmação aconteceu, durante a reunião com os secretários estaduais de Assistência Social, realizada para engajar todos em ações conjuntas de erradicação da extrema pobreza no Brasil e consolidar o Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
O SUAS, por ser uma rede descentralizada, é fundamental para alcançar famílias e indivíduos que, por falta de organização social ou de estrutura nos municípios, além de outros fatores, as políticas públicas ainda não chegam.
Ministro vem a CG saber quem mente sobre Hospital de Trauma: Maranhão, que inaugurou; ou Ricardo que não bota pra funcionar
Mais uma “carneirada” comprova a prática de nepotismo cruzado na gestão de Ricardo Coutinho
Vamos aprovar uma política de valorização do Salário Mínimo
Mais uma descoberta no pré-sal da Bacia de Santos
A Petrobras comunica a descoberta de nova acumulação de petróleo de boa qualidade (26º API) nos reservatórios do pré-sal da Bacia de Santos, com a perfuração do poço 4-BRSA-818 (4-RJS-668).
Informalmente denominado Macunaíma, o poço está localizado em águas onde a profundidade é de 2134 metros, na área de avaliação do poço pioneiro 1-RJS -617D (Parati) e a 244 km da costa do Estado do Rio de Janeiro.
A descoberta foi comprovada por meio de amostragem de petróleo em teste nos reservatórios localizados em profundidade de cerca de 5.680 metros.
A Petrobras é a operadora do consórcio para exploração do bloco BM-S-10 (65%), formado ainda pelas empresas BG Group (25%) e Partex Brasil (10%).
O consórcio dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a avaliação das jazidas descobertas nessa área, conforme Plano de Avaliação aprovado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), cuja conclusão está prevista para abril de 2012.
Petrobras - Fatos e Dados
Governo Dilma vai financiar quem concluiu ensino médio e busca escola técnica
O governo federal quer conceder financiamento aos trabalhadores que pretendem voltar a estudar. Uma das ações do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), recém-anunciado pela presidente Dilma Rousseff, será instituir o Financiamento Estudantil (Fies) específico para quem terminou o ensino médio, mas quer fazer curso técnico.
O novo Fies trará um efeito colateral positivo: como por lei o governo só pode financiar mensalidades de escolas com boa avaliação, o Ministério da Educação (MEC) prepara, pela primeira vez, um instrumento de avaliação do ensino técnico privado.
O financiamento tem como alvo pessoas que já terminaram os estudos, mas querem fazer uma qualificação técnica. A legislação atual permite o ensino técnico subsequente - ou seja, realizado após o ensino médio - desde que o curso tenha pelo menos 160 horas de duração.
Atualmente, a maior parte das vagas em escolas técnicas do País é pública, seja estadual ou federal. Ainda assim, existem 2.537 instituições privadas que oferecem 47% das matrículas existentes, o equivalente a 544,6 mil vagas.
O acesso às escolas públicas costuma ser quase tão disputado quanto uma vaga em uma universidade federal. Além disso, a maior parte delas é integrada ao ensino médio. A intenção do ministério, com o novo Fies, é permitir que os trabalhadores que estão no mercado consigam uma qualificação profissional de razoável qualidade, mesmo que o governo pague por isso.
Os juros do novo Fies - tanto para o ensino superior como para o técnico - baixaram. São, desde o início de 2011, de 3,4% ao ano. Esse era o índice para os cursos de licenciatura, enquanto para os demais os juros alcançavam 6% ao ano. O governo também extinguiu a necessidade de fiador para quem ganha até 1,5 salário mínimo, o que transforma o Fies quase em uma bolsa paga pelo governo.
A questão que não está totalmente resolvida é a da qualidade. A lei do Fies exige que apenas escolas com boa estrutura e bons resultados possam fazer parte do Fies. No ensino superior, usa-se o Exame Nacional de Desempenho do Estudante (Enade). No ensino técnico, a avaliação está sendo criada.
"Por serem escolas de nível médio, elas são ligadas aos conselhos estaduais de educação. Não tínhamos poder sobre essas instituições privadas", diz o secretário de Ensino Técnico do MEC, Eliezer Pacheco. "Agora, acredito que a maior parte delas vai querer participar do Fies, o que nos abre a porta para a avaliação."
O secretário explica que a intenção não é fazer uma prova, como o Enade ou o Enem, mas um instrumento de avaliação com visitas in loco - o que já é feito no ensino superior, como parte da avaliação. "Estamos finalizando um instrumento de avaliação e veremos se a escola tem oficinas, bibliotecas, qual a formação dos professores. São quesitos como esses que usaremos para avaliar a instituição", disse ao Estado. É um processo demorado. Com isso, pode-se prever que, ao menos no início, o Fies vai funcionar com poucas vagas.
PARA LEMBRAR
Para financiar o ensino médio integral e o profissionalizante, o MEC quer usar uma dívida de R$ 3,3 bilhões que o Sistema S (Sesc, Sesi e Senai, entre outros) tem com o governo federal. O maior obstáculo é que a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), que coordena o Sistema S, não reconhece a dívida.
A origem da dívida é o salário-educação, um tributo de 2% sobre a folha de pagamento das empresas cobrado para financiar ações de educação, que é dividido entre o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Estados, municípios e Sistema S.
Em 2000, houve mudança na forma de cobrança. Anos depois, o governo descobriu que havia transferido verbas a mais para o Sistema S.
Os Amigos do Presidente Lula


