sábado, 5 de fevereiro de 2011
Mais um acerto do governo Dilma: Giucélia Figueiredo na DFMDA/PB
O DONO DA CAGEPA: Quantos comissionados o governo poderia pagar com o salário de Netovich Maia?
Como pode alguém que recebe mensalmente 31 mil reais da Cagepa de salário vir a público estufar o peito e dizer que tem zelo por ela?
Convenhamos que o ex-presidente do sindicato dos funcionários da Cagepa e atual diretor comercial Netovitch Maia Duarte9 na foto ele é o segundo da direita para a esquerda) é no mínimo um cara de pau.
É de se perguntar: quantos por ali recebem uma bolada dessas por mês? Só Netovitch, "o bonzinho".
Bonzinho porque construiu esse cenário de desnível salarial com o restante dos servidores de lá; bonzinho porque recebe mais do que p governador, presidente do TJ e ou deputado estadual.
Reduzido o salário de Netovitch, quantos servidores que ganham o mínimo na Cagepa poderiam ganhar ao menos 1,5 salários mínimos?
Outra constatação: quem mais endividou a Cagepa foi o Boa Nova criado por Cássio e que contraiu milhões em empréstimos para a Cagepa depois pagar.
Lembram quem executava o projeto? O atual secretário do PAC estadual Ricardo Barbosa. Que tal Netovitch procura saber de Ricardo o que houve na aplicação dos recursos e depois denunciar dando nome aos bois?
Cá pra nós, o ruim de se aliar a que já foi adversário é às vezes jogar pedra sem saber que pode estilhaçar aquele telhado.
Em tempo: vocês lembram qual a função do atual presidente da Cagepa na campanha de Ricardo Coutinho? Deusdete Queiroga era do financeiro da campanha e nós o flagramos acertando com um motoqueiro a compra de passagens para eleitores e o transporte de grandes quantias.
Pensando bem, a Cagepa ta em boas mãos.
Blog do Dércio
Comentarista da Fox News chama Dilma de “ex-comunista e ex-terrorista”
A Secretaria de Imprensa da Presidência da República informou que não iria se manifestar sobre as declarações do apresentador norte-americano.
Beck fez a afirmação no contexto de um comentário sobre a atual crise política no Egito.
"Vocês lembram quando eu falei a vocês sobre o Brasil. Eles elegeram uma ex-comunista e ex-terrorista, que esteve na prisão por um tempo”, afirmou o comentarista.
Segundo Beck, “os comunistas acham que as pessoas do Brasil são estúpidas. Eles acabaram de anunciar e votar ontem [2] uma emenda sobre a busca da felicidade como objetivo a ser alcançado”.
proposta de emenda constitucional apelidada de PEC da Felicidade, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em novembro passado. Para alterar a Constituição, no entanto, tem de ser aprovada por três quintos dos senadores (49 votos) e três quintos dos deputados (308 votos) em duas votações em cada casa legislativa.
Beck disse que a busca da felicidade do projeto brasileiro foi inspirada pelo texto da declaração de independência dos Estados Unidos. “A mídia saudou como “democracia”. “Ohh, não é formidável? É praticamente Thomas Jefferson”, disse, em referência ao terceiro presidente norte-americano, autor de grande parte do texto da declaração.
O apresentador afirma que a ideia de felicidade expressa no projeto brasileiro poderia ser entendida como “a garantia de renda, moradia, empregos”, mas que esses mesmos objetivos estavam expressos na antiga constituição soviética.
"Você lê que a felicidade nessa nova emenda à Constituição significa a garantia de renda, moradia, empregos, uau! [...]. Eu li a constituição comunista soviética, que garante direitos a trabalho, descanso, lazer, proteção à saúde, cuidados aos idosos, aos doentes, moradia, educação, benefícios culturais. Quase como a busca pela felicidade, de uma forma distorcida", declarou.
Então, Beck passa a criticar a proposta brasileira, o comunismo e as manifestações no Egito pela queda do ditador Hosni Mubarak.
“Você vê o que eles fizeram. Ele estão pegando ideias horríveis do comunismo. Assistência não produz nada a não ser miséria, pobreza e o massacre de dezenas de milhões de pessoas, centenas de milhões globalmente, embaladas em democracia, república, Thomas Jefferson. Eles pensam que você é retardado. Isso não é uma revolução no Egito. Isso é uma revolução socialista islâmica no Egito. Não tem nada a ver com democracia”,
Do G1
Clamor das ruas sanciona política independente do Itamaraty
“Não há projeto alternativo claro às ditaduras e semi-ditaduras aliadas dos EUA no Oriente Médio. Mas a saturação popular após décadas de obscurantismo e miséria acumula vapor suficiente para arrebentar as tampas da blindagem repressiva que protegia regimes e seus cúmplices internacionais. A perplexidade das elites locais é a mesma de seus aliados urbi et orbi --não só os EUA ou a direita de Israel, mas também o conservadorismo político brasileiro, por exemplo. Nos últimos anos, a coalizão de interesses demotucanos criticou acidamente a política externa independente de Lula na região.
Não seguir a cartilha da subserviência esférica às linhas do departamento de Estado norte-americano era apontado como sinônimo de complacência com o desrespeito aos direitos humanos --caso da tentativa brasileira de mediar o conflito iraniano/norte-americano em aliança com a Turquia. Nada se dizia, porém, sobre a podridão social e repressiva em regimes vistos como 'confiáveis' --entre eles o do Egito, agora em chamas. Graças a ousadia do Itamaraty sob o comando de Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães, hoje o Brasil goza de prestígio e simpatia junto às forças políticas emergentes em diferentes pontos da região, onde o furor difuso das ruas já provoca debandadas e concessões. Na Tunísia, após um mês de conflitos e 23 anos de ditadura, o déspota Ben Ali escafedeu-se deixando um rastro de cerca de 60 mortos e centenas de feridos.
No Iêmen, Ali Abdullah Saleh, desistiu da reeleição em 2013 e tenta, ao menos, garantir-se até lá oferecendo prendas aos militares. Na Jordânia, caiu o primeiro-ministro. Na Síria, Bashar al Assad, anuncia mais mudanças econômicas e institucionais. Na Argélia, sob 'estado de exceção' há 20 anos, Bouteflika garante que vai devolver o poder às urnas. No Egito, Mubarak insiste em comandar seu próprio funeral, mas nem os EUA tem mais paciência com o cadáver político do seu aliado. A intenção é sepultar o corpo rapidamente para evitar que a putrefação contamine até possíveis substitutos de confiança do Ocidente --entre eles a alta oficialidade do Exército. A mídia demotucana finge não ver o óbvio: graças à postura independente dos últimos oito anos, o Brasil emerge nesse cenário como um interlocutor respeitado e confiável, um parceiro equidistante que coloca a paz e o desenvolvimento social e econômico acima dos fundamentalismos. Não apenas os inspirados em Alá, mas também daqueles que, ajoelhados no altar dos direitos humanos, abençoam a tortura e a miséria como o 'preço' a pagar pela estabilidade dos suprimentos de petróleo.”
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
FAMÍLIA UNIDA: Ricardo nomeia os irmãos Monaci e Vavá Marques para cargos no Cooperar e Cagepa
Podem chamar a família Marques para aniversários, batizados e festas de casamento que o presente está garantido. Os irmãos Monaci e Vavá Marques, filhos da ex-deputada Socorro Marques e filiados ao PPS, não estão mais desempregados.
Generoso com uns e duro com outros, principalmente se for funcionário público, o governador Ricardo Coutinho nomeou ambos para cargos de altíssima confiança.
Desta forma, o partido de Bernardino e Nonato Bandeira vai ajeitando seus quadros na fila da "la dolce vita".
É verdade que bom cabrito não berra e aos poucos o socialismo moderno do governador vai arranjando formas novas de aplicar a lei de São Francisco de Assis, o famoso "é dando que se recebe", neste caso, em dobro.
Monaci vai cooperar com o governo RC numa diretoria do Cooperar, órgão cobiçadíssimo pelo detalhe de que pode liberar dinheiro sem licitação.
Já o irmãozinho Vavá Marques foi contemplado com uma diretoria da Cagepa em Patos para irrigar a base política da mãe.
Os Marques estão felizes, o PPS prestigiado e o governador jactando-se pelo fato de aos poucos está garroteando a base do futuro adversário, Cássio.
Os maninhos foram vistos por aí assobiando um sucesso de Roberto Carlos: "...Quero que você me aqueça nesse inverno e que tudo mais vá para o inferno..."
Três Mosqueteiros da Paraíba.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Brasil assina Protocolo de Nagoia sobre biodiversidade
O Brasil tornou-se signatário do Protocolo de Nagoia, um importante passo para a conservação da biodiversidade em âmbito global, para a luta contra a biopirataria e pela repartição de benefícios financeiros obtidos com a manipulação e comercialização de material genético extraído da diversidade biológica. O ato ocorreu ontem (2/2), na sede das Nações Unidas em Nova York (EUA). O tema é de especial relevância para países como o Brasil, detentores de alta diversidade biológica.
Com a assinatura, o Brasil torna-se um dos primeiros países comprometidos a submeter o documento a um processo de aprovação interno – agora, o Protocolo será encaminhado à Casa Civil pelo Itamaraty, para depois ser levado à avaliação do Congresso Nacional -, reafirmando seu papel de liderança no âmbito da 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), ocorrida no ano passado no Japão.
O secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Bráulio Dias, explica que o país faz questão de ser uma das primeiras nações a ratificar o acordo.
“Nós fomos um dos atores-chave na negociação deste Protocolo. O tema é muito importante para um país megadiverso no que se refere à utilização sustentável da biodiversidade, que deve acontecer de forma a respeitar e valorizar os locais fornecedores de matéria-prima e os detentores dos conhecimentos de populações tradicionais”, diz.
Histórico
Preocupada com a rápida perda de biodiversidade em todo planeta, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, com a finalidade de conscientizar a sociedade sobre a importância da biodiversidade para a qualidade de vida no planeta, bem como promover e dinamizar as iniciativas que visam reduzir a perda da diversidade biológica global.
Assim, em outubro daquele ano foi realizada a 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU, em Nagoia (Japão), ocasião em que foi adotado o Protocolo de Nagoia sobre Acesso a Recursos Genéticos e Repartição Justa e Equitativa dos Benefícios Oriundos de sua Utilização. Sua aprovação representou a conclusão bem-sucedida de um processo de negociação que durou seis anos. Para que entre em vigor, o Protocolo precisa ainda ser ratificado por, no mínimo, 50 países.
Florestas – Ainda nessa quarta-feira, a ONU realizou o lançamento oficial do Ano Internacional das Florestas, durante a 9ª Reunião do Fórum das Nações Unidas sobre Florestas, que será finalizado no próximo dia 4/2. Durante o evento, os países membros estão debatendo o papel das florestas nos desafios ambientais, econômicos e sociais contemporâneos.
Blog do Planalto
Discurso da Presidenta da República
Congresso Nacional – Brasília-DF, 02 de fevereiro de 2011
Senhoras e Senhores Parlamentares,
É com muita honra que encaminho, pela primeira vez neste mandato que me foi concedido pelo povo, esta Mensagem por ocasião da abertura dos trabalhos do Congresso Nacional. Trata-se de uma oportunidade ímpar para detalhar nossos planos com vistas ao exercício que se inicia e reafirmar nosso compromisso com o diálogo e com a relação independente e harmoniosa entre os Poderes da República.
O Brasil vive o mais longo período de estabilidade democrática de sua história republicana. A transição democrática, a Constituição de 1988 e as sucessivas eleições livres fortaleceram e aprimoraram as nossas instituições. O povo brasileiro conquistou um ambiente de liberdade e participação efetiva na elaboração de políticas públicas e na condução dos rumos do país.
É nosso dever consolidar e ampliar esta vivência democrática. É ela, afinal, que possibilita, avaliza e garante o amplo processo de transformações vivido por nosso país nos últimos anos. A democracia nos abriu um horizonte mais promissor de justiça social, redução das desigualdades sob todas as suas formas e consolidação de nosso desenvolvimento econômico e social.
Discurso completo ::aqui::Companheiro Delúbio
Ministra pede ao Congresso pacto nacional para fim do trabalho escravo
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, pediu nesta quinta-feira (3) a deputados e senadores que se empenhem na aprovação da PEC do trabalho escravo (438/01).
De acordo com a ministra, que participou de audiência no Senado para tratar do tema, para erradicar o trabalho escravo no Brasil é necessário um pacto nacional, envolvendo gestores públicos, judiciário e a sociedade. A reunião foi promovida pela Frente Parlamentar Mista pela Erradicação do Trabalho Escravo e da Frente Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.
"A PEC do trabalho escravo é uma grande oportunidade para que o parlamento brasileiro contribua para o enfrentamento do trabalho escravo no país. Mesmo que hajam modificações no texto, é indispensável a aprovação desta proposta", defendeu Rosário. A PEC 438/01 prevê, entre outras medidas, a desapropriação de propriedades que se utilizam de mão de obra escrava, para fins de reforma agrária.
Segundo a ministra, apesar de todos os esforços do governo brasileiro para combater o trabalho escravo, ainda há muito o que ser feito nesta direção. "No último período foram resgatados cerca de 40 mil trabalhadores em regime de escravidão em todas as regiões brasileiras. Essa é uma dura realidade que precisamos reconhecer e combater, com todos os mecanismos que pudermos", disse. A ministra lembrou que o Código Penal brasileiro já prevê punição para este tipo de crime, no entanto, a aplicação da lei ainda está muito longe do esperado. "Temos que fazer um balanço para verificar se as ações penais tem sindo desenvolvidas. É impossível que alguém explore trabalho escravo e continue impune ", disse.
Combate à miséria
Um forte aliado no combate ao trabalho escravo, disse Rosário, é a erradicação da miséria e da fome no Brasil. "A agenda da presidenta Dilma Rousseff de combater a miséria, é essencial no combate ao trabalho escravo, porque essa anomalia insurge exatamente sobre a população que vive abaixo da linha da pobreza. Se conseguirmos mudar este cenário, também estaremos combatendo o trabalho escravo", concluiu.
Presente na audiência, o deputado Domingos Dutra (PT-MA), também apontou a miséria como condição para o trabalho escravo. De acordo com o parlamentar, o Maranhão é um dos estados que mais exportam trabalho escravo para as demais regiões do país. "Infelizmente, o Maranhão continua como o maior exportador de mão de obra escrava . Por conta da pobreza e do analfabetismo, as pessoas que saem do nosso estado em busca de melhores condições de vida, acabam sendo aliciadas para a escravidão", denunciou.
Dutra anunciou a apresentação de um projeto de lei para acabar com a progressão de pena para o crime de exploração de trabalho escravo. "É preciso democratizar o país, ampliar a fiscalização e fazer com que as leis sejam aplicadas. O judiciário brasileiro tem uma dívida com o país, exatamente por contribuir com a impunidade", disse. O projeto de lei, explicou Dutra, também deverá acabar com a progressão de penas em outros tipos de crimes.
Ex-diretor do grupo Rede e da Eletrobrás, Flávio Decat vai presidir Furnas
O ex-diretor do grupo Rede, Flávio Decat foi escolhido, nesta quinta-feira (3/2), para presidir Furnas Centrais Elétricas S/A. O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, após reunir-se com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Segundo Lobão, os demais diretores da estatal devem colocar seus respectivos cargos à disposição para que o governo possa definir os nomes da diretoria de uma das empresas mais importantes do setor elétrico nacional. Porém, o ministro explicou que ao entregarem os cargos não significa dizer que todos os diretores deixarão Furnas.
“Começamos hoje a examinar o setor elétrico. O presidente Flávio Decat vai coordenar a montagem da diretoria e sempre nos pedirá conselhos”, explicou o ministro Lobão durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto.
Para o ministro, a escolha se deu por critérios técnicos já que Decat exerceu cargos em empresas estatais e privadas do setor elétrico brasileiro. Questionado sobre se a decisão traria mais acirramento no PMDB, partido que vinha indicando dirigentes da estatal, Lobão assegurou que não haverá problemas e que o executivo terá encontro com o vice-presidente da República, Michel Temer, presidente licenciado da sigla partidária. O ministro explicou também que não vê necessidade de instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para cuidar deste assunto.
O ministro explicou que outras mudanças nas empresas estatais podem acontecer dentro dos próximos dias. Indagado sobre se o presidente da Eletrobras, José Antonio Muniz, permaneceria no cargo a partir da decisão de indicar Decat para Furnas, Lobão afirmou que tal assunto não estava equacionado e José Muniz é um técnico que pode ser aproveitado em qualquer posto do setor elétrico.
Com relação a aquisição da portuguesa Galp pela Petrobras, projeto que teria sido suspenso, Lobão explicou que ainda vai conversar sobre o assunto com o presidente da estatal, Sérgio Gabrielli, amanhã (4/2).
RICARDO VAI RADICALIZAR: Flagrados arapongas filmando de dentro do Palácio a passeata dos policiais
Na versão brasileira do famoso tablóide francês Lemonde um artigo me chama a atenção pelo paralelo que se pode traçar no assunto abordado com um fenômeno que acontece silenciosamente e preocupa. A volta da ultra-direita.
É o chavismo na Venezuela. São os maluquinhos caçando homossexuais e nordestinos pelas ruas de São Paulo.
Na Paraíba essa onda neofacista encontra na empáfia do atual governador morada e espaço para se proliferar.
Na foto acima arapongas filmam da janela do Palácio da Redenção a movimentação de policiais que lutam para que a PEC 300 seja implantada. Obviamente, para retaliações posteriores.
O fanatismo e a intransigência que gravita em torno do ricardismo é perigoso, pois o culto a personalidade pode substituir o senso de realidade e a falta de diálogo pode levar ao confronto radical
Querer fazer um governo diferente para marcar seu lugar na história é uma coisa, zerar a sensibilidade é outra.
O governador não pode conduzir com mão de ferro uma negociação com policiais achando que está tratando com aqueles camelôs que mandou os bombados espancar em praça pública. O buraco é mais embaixo e pode ganhar contornos inesperados.
Essa coisa de seguidores fazendo listas para linchamento político administrativo, esse início de governo tumultuado pelo discurso de que antes de Ricardo ninguém presta e ele é o salvador da pátria tem se alastrado e criado áreas de atrito com vários seguimentos.
Ontem, quando os manifestantes das polícias civil e militar chegaram ao Palácio, confesso que me preocupei pelo despreparo e arrogância de quem um dia foi estilingue e hoje é vidraça.
O ditado diz que o excelente cobrador é um péssimo pagador.
Algo me diz que Ricardo foi à esquerda apenas pescar audiência para um projeto político dentro do possível totalitário.
É como se ele tivesse sempre que provar alguma coisa ao mundo, criar um padrão passando um apagador no que não é espelho.
Ricardo odeia a classe política e vai humilhar o judiciário. O que estiver estabelecido precisa ser reformado, encurralado. subjugado, posto no seu canto...menor do que ele.
É isso que inspira cuidados. Que livros será que ele leu ou lê?
Dilma avalia que primeiro mês de governo foi de muito trabalho
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff fez hoje (3) uma avaliação de seu primeiro mês de governo afirmando que foi de “muito trabalho”. Bem-humorada, ela disse que foi uma indicação do que virá pela frente.
“Foi um bom começo de governo. Acho que foi um primeiro mês de muito trabalho, é um indicativo da quantidade de trabalho que teremos nos próximos meses”, disse ao falar brevemente com jornalistas após cerimônia no Palácio do Planalto.
Ao anunciar, na cerimônia, a gratuidade de medicamentos para diabetes e pressão, Dilma afirmou que estava cumprindo uma promessa de campanha e colocando em prática a política de seu governo de distribuição de renda.
Edição: Lílian Beraldo
Presidenta comemora cumprimento da primeira promessa de campanha
Lula confirma presença no 11 º Fórum Social Mundial
Gilberto Carvalho representará governo brasileiro no Fórum Social Mundial de 2011 em Dacar
“O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, será o representante do governo brasileiro na edição do Fórum Social Mundial (FSM) de 2011. O evento, cuja primeira edição ocorreu no ano 2000 em Porto Alegre como uma alternativa ao Fórum Econômico de Davos, será realizado este ano em Dacar, no Senegal.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que esteve em todas as edições brasileiras do FSM, também confirmou presença em Dacar. Essa deverá ser sua primeira participação em eventos internacionais após deixar o cargo.
As atividades do FSM 2011 ocorrerão de 6 a 11 de fevereiro. A presidenta Dilma Rousseff já participou de edições anteriores do evento ainda como ministra, mas, no seu primeiro ano de mandato na Presidência, optou por enviar uma equipe representando o governo brasileiro. Carvalho participará de discussões sobre as relações do Brasil com diversos países, principalmente da África.
Representantes das secretarias especiais de Direitos Humanos, de Promoção de Políticas da Igualdade Racial e de Mulheres e dos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Trabalho e da Saúde também participarão de atividades no fórum.
Não está confirmada a presença de outros ministros. A comitiva brasileira levará material sobre as principais ações e políticas do governo para ser distribuído aos participantes do fórum.
Para o sociólogo Cândido Grzybowski, um dos fundadores do FSM, a presença de Lula deverá causar “alguma confusão”. “As pessoas vão estar muito curiosas para vê-lo. Hoje, ele tem uma visibilidade muito grande e acho que ele é até mais respeitado lá fora do que aqui”, opina. O organizador do fórum acredita que a ausência de Dilma é natural, já que, dessa vez, o Brasil não é o anfitrião do evento.”
