quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

E o paulistano continua literalmente na merda

Enquanto o governo do presidente Lula faz a inclusão social através de programas como Bolsa Família, Programa Nacional de Crédito Fundiário e Combate À Pobreza Rural, Luz Para Todos, Projovem, Minha Casa Minha Vida e tantos outros, enquanto isso, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra critica o PAC dizendo inclusive que no governo tucano esse programa será extinto, certamente os programas citados também o serão. Na foto acima (Ag.Estado), podemos ter uma noção de como seria mais um governo tucano.
Distribuição de merda para a população.

Lula receberá prêmio inédito de Estadista Global

Lula
(Foto: divulgação)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá o prêmio de Estadista Global do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), no dia 29. Esta é a primeira edição da homenagem, criada para marcar o aniversário de 40 anos do Fórum.

Conforme a organização do evento, o prêmio tem o objetivo de destacar um líder político que tenha usado o mandato para melhorar a situação do mundo. "O presidente do Brasil tem demonstrado verdadeiro compromisso com todas as áreas da sociedade", disse o fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, em nota à Agência Estado.

Segundo ele, esse compromisso tem seguido de mãos dadas com o objetivo de integrar crescimento econômico e justiça social. "O presidente Lula é um exemplo a ser seguido para a liderança global."

A entrega do prêmio será feita pelo ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e está prevista para às 11h30 (horário local; 8h30 de Brasília) do dia 29, quando o presidente brasileiro fará um discurso. Em seguida, terá início um painel de discussão sobre o Brasil. O objetivo é debater os atuais condutores do crescimento do País e os desafios à frente.

Entre os participantes do painel estarão o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o copresidente do conselho de administração da Brasil Foods, Luiz Fernando Furlan, o presidente do Instituto Ethos, Ricardo Young e o vice-presidente do argentino Banco Hipotecario, Mario Blejer. Lula também fará o encerramento do painel sobre o Brasil.

Do Yahoo

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Petista vai à PF e pede que Durval Barbosa seja ouvido na CPI da Codeplan

O deputado distrital Paulo Tadeu (PT) reuniu-se hoje (19) com o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, para pedir que o ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal, Durval Barbosa, seja ouvido na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Codeplan, que investiga um suposto esquema de pagamento de propina no governo local.

A convocação de Durval foi aprovada quinta-feira (14) pela CPI instalada na Câmara Legislativa, porém, como o ex-secretário, denunciante do esquema, está no Programa de Proteção à Testemunha, é preciso acertar o depoimento com a Polícia Federal.

De acordo com Paulo Tadeu, autor do requerimento de convocação, ficará a cargo da PF definir a data e o local para o depoimento de Durval – o deputado reconhece que a Câmara Legislativa não oferece segurança suficiente. Os policiais definirão ainda quem poderá acompanhar o depoimento, além dos distritais.

Paulo Tadeu defende que o ex-secretário seja a primeira pessoa ouvida pela comissão e espera que ele revele fatos novos em relação aos já divulgados do inquérito da Operação Caixa de Pandora, que tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Algumas informações do inquérito permanecem em segredo de Justiça.

“Eu só quero ouvir o Durval. Para mim, é ele o que interessa”, disse o distrital. Na opinião do deputado, Durval não pode se negar a prestar o depoimento, pois a comissão parlamentar tem prerrogativa para convocá-lo. A CPI também já aprovou requerimento para convocar os diretores e sócios das empresas prestadoras de serviços ao governo do Distrito Federal e de onde sairia o dinheiro para abastecer o esquema de pagamento de propina a deputados distritais em troca de apoio ao governador José Roberto Arruda (sem partido).

ABr

Berzoini: "PSDB perde a oportunidade de ficar calado"

O presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, divulgou nota na noite desta terça-feira (19), onde rebate com veemência as críticas da senadora tucana Mariza Serrano (MS) ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) implementado pelo governo Lula, dando sinais claros de que o PSDB pretende extingui-lo, caso vença as eleições presidenciais de 2010.

Leia a íntegra da nota assinada pelo presidente do PT:

PSDB perde a oportunidade de ficar calado

O PSDB demonstra que está descontrolado para a legítima disputa de projetos que ocorrerá neste ano de 2010. O presidente Sergio Guerra, em entrevista à revista Veja, declarou que o PAC não se realizou. Açodado, deu a senha para que, a cada inauguração, possamos desmentir o discurso derrotista da oposição. Disse ainda que vai mudar a política econômica de Lula, que derrotou a herança tucana de descontrole fiscal e cambial que quebrou o Brasil no governo FHC. Guerra não soube dizer o que vai mudar na economia, talvez por reconhecer que o governo Lula traçou um novo caminho para a economia brasileira, aprovado no enfrentamento à crise mundial, na geração de milhões de empregos e na solução dos impasses das dívidas interna e externa no país.

A companheira Dilma registrou hoje a declaração de Guerra sobre o PAC, lembrando que a oposição sempre desdenhou o PAC que apresenta neste ano a maior maturidade em seu desempenho depois de enfrentar os obstáculos de um estado viciado na paralisia dos anos tucanos.

A nota assinada pela Senadora Serrano, no dia de hoje, apenas reflete esse dilema tucano. Quer se opor às legítimas manifestações de nossa pré-candidata, mas escorrega na aprovação do governo que Lula lidera e Dilma coordena, e o povo brasileiro aprova.

Torcemos para que o PSDB se encontre e produza um programa de governo, para que possamos ter um debate de alto nível neste ano eleitoral. O PT e seus aliados temos o que mostrar e propor aos brasileiros. Esperamos que a oposição não se esconda, nem se acovarde de defender a herança de FHC, da privatização, desemprego e paralisia nacional.

Ricardo Berzoini - Presidente Nacional do PT

www.pt.org.br

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Se assumir presidência da Câmara Legislativa do DF, vice pretende suspender recesso

Carolina Pimentel
Da Agência Brasil Em Brasília
Caso assuma a presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal, o vice-presidente, deputado Cabo Patrício (PT), disse nesta segunda-feira (18) que vai suspender o recesso parlamentar e acelerar o andamento dos processos de impeachment do governador José Roberto Arruda (sem partido).Patrício fez a declaração horas depois de o juiz da 2ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal, Álvaro Ciarlini, ter determinado a saída imediata de Leonardo Prudente (sem partido) da presidência da Câmara Legislativa. Um dos suspeitos de participar do esquema de recebimento de propina do governo local, em troca de apoio político, Prudente foi flagrado em vídeo colocando dinheiro nas meias.

Entenda como funciona o esquema no DF

Câmara Legislativa está funcionando em regime de autoconvocação, com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as denúncias de corrupção no governo do Distrito Federal.Cabo Patrício defendeu que a Mesa Diretora da Casa não recorra da decisão do juiz Ciarlini. Segundo o parlamentar, cabe a Prudente tentar reverter a situação.O parlamentar petista e mais dois membros da Mesa Diretora - Wilson Lima (PR) e Raimundo Ribeiro (PSDB) - reuniram-se na tarde desta segunda para discutir a determinação judicial que afasta Prudente do cargo.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Dilma: “É estarrecedor” que PSDB ameace acabar com o PAC e mudar a economia

Brasil Confidencial
A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, declarou-se ontem estarrecida com a ameaça do presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, de acabar com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), caso o partido dele vença as eleições. Em entrevista à Radio Mirante, do Maranhão, a ministra-chefe da Casa Civil foi dura com os adversários do Governo Lula:

“É estarrecedor que alguém se proponha a este tipo de atitude por razões eleitorais, ainda mais sendo presidente de um partido”.

Sérgio Guerra disse que o PSDB pode acabar com o PAC, que considera um fracasso, na entrevista publicada nas Páginas Amarelas da revista Veja da semana passada. O tucano prometeu também que, se o PSDB vencer a eleição presidencial, a economia sofrerá fortes mudanças.

“Sem dúvida nenhuma, iremos mexer na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação. Essas variáveis continuarão a reger nossa economia, mas terão pesos diferentes”, disse o presidente tucano.

Para Dilma, o que Sérgio Guerra está anunciando é uma aventura perigosa em relação aos juros, ao câmbio e às metas de inflação.

“É grave, é uma política absolutamente aventureira. Hoje a inflação está sob controle, não afeta o bolso do trabalhador e tampouco o do empresário. Acabamos com aquela história de ir com o pires na mão ao FMI, como eles iam. Temos mais de 230 bilhões de dólares de reservas. Nossa política econômica foi bem sucedida, e é um aventureirismo falar uma coisa dessas”, reagiu a ministra.

Dilma ficou irritada com a ameaça de obstrução do Plano de Aceleração do Crescimento por um eventual governo tucano. Ela entende que seria um grande retrocesso.

“Foi durante o governo do PSDB que se investiu muito pouco em infraestrutura neste país. Ficamos 25 anos sem construir sequer uma refinaria no Brasil. No Governo Lula, nós mudamos a maneira de gastar, tornando investimento em infraestrutura uma prioridade”.

As ameaças do presidente nacional do PSDB, segundo Dilma, são uma repetição.

“Acabar com o PAC é tão grave como foi, no primeiro mandato do Lula, a conversa deles sobre acabar com o Bolsa Família. A cada eleição eles resolvem acabar com alguma coisa. Mas a força do Bolsa Família é tão grande, e a reação da população será tão grande, que eles nunca vão conseguir acabar com o programa, e nem com o PAC, mesmo porque nós esperamos que eles não ganhem a eleição para fazer uma coisa dessas”.

A ministra sustentou que o PAC serviu de âncora para evitar o desemprego durante os efeitos da crise internacional sobre o Brasil. Serviu, junto com o programa Minha Casa, Minha Vida, para preservar a atividade econômica.

“O Brasil virou aquilo que o presidente Lula prometeu, um canteiro de obras. É estarrecedor que se fale em acabar com o PAC por questões eleitorais”, repetiu.

Sérgio Guerra ainda não se viu livre de uma polêmica e já está envolvido em outra. Segundo nota da nova edição da mesma revista em que prometeu que um governo tucano mexerá profundamente nas bases da economia, o presidente do PSDB declarou apoio irrestrito à reeleição de sua companheira Yeda Crusius ao governo do Rio Grande do Sul, o que pode tornar difícil a manutenção da aliança entre o PSDB e o PMDB no estado. Os tucanos gaúchos preferiam que Yeda desistisse de concorrer e fosse para uma das duas casas que comprou depois de eleita.

DESABAFO BRASIL

sábado, 16 de janeiro de 2010

Dilma provoca Serra: comparação entre FHC e Lula incomoda tucanos

Em resposta ao provável candidato do PSDB à Presidência, governador José Serra, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), defendeu nesta sexta-feira (15) a comparação entre as gestões Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, dando o tom do que deverá ser seu discurso de candidata. “Quem não quer discutir o momento Lula é porque se incomoda com as comparações”, afirmou.“Quando você está numa disputa, não quer saber só a fala, nem o povo brasileiro se conforma só com o que você prometeu. Então, comparar o governo Lula com qualquer outro período é a forma de podermos chegar ao povo. Olho no olho, com respeito, e dizer: está aqui o que fizemos”, afirmou a ministra depois de participar ao lado de Lula do lançamento da pedra fundamental de uma refinaria da Petrobrás em Bacabeira, a 60 quilômetros de São Luís, no Maranhão.Na quinta-feira, Serra disse que, caso venha a ser candidato, pretende fazer uma campanha apontando “coisas para o futuro”, fugindo das comparações. Serra é contra a antecipação do debate eleitoral. Avalia ser uma armadilha imposta pelo governo federal para pautar a campanha com comparações entre as gestões Lula e FHC — até pesquisas encomendadas pelo PSDB mostram imensa preferência do eleitorado pela atual administração.Dilma, no entanto, criticou a tentativa do tucano de evitar o debate plebiscitário. “Nunca o Brasil, quando eles governaram, cresceu e distribuiu renda. Então não há motivo para eu fingir que não sei disso. Por que vamos vetar essa discussão? A quem interessa esse veto?”, indagou a ministra.Enquanto os petistas querem colar em Serra as digitais do governo FHC, os tucanos pretendem que a discussão eleitoral seja sobre quem tem mais condição de dirigir o país no futuro — o “pós-Lula”, como diz marotamente o governador de Minas, Aécio Neves. Para Dilma, no entanto, o pós-Lula está sendo “plantado” agora. “O pós-Lula está sendo feito pelo Lula. É esse o grande problema do governo Lula, que incomoda muito, por isso que é um problema para alguns”, disse. A ministra deixou explícita qual será sua resposta para os que lhe perguntarem se seu governo será a continuidade do de Lula: “Continuar o governo Lula é fazer tudo igual? Não, para nós do governo continuar o governo Lula é avançar.”Dilma fez uma crítica indireta ao PSDB ao citar uma das principais bandeiras da gestão tucana, o ajuste fiscal. “Ruim era aquele negócio corta daqui, corta dali”, argumentou. “Nós estamos numa outra fase no Brasil. E vamos ter de aprender a lidar com esse momento. Em vez de ser choque de gestão, corta investimento, corta consumo, nós estamos em outra”, completou Dilma, ao citar uma das vitrines do PSDB, o polêmico “choque de gestão” implementado por Aécio em Minas.QuímicaEm seu discurso, Lula exaltou os investimentos que seu governo tem feito no Nordeste. Sem citar nomes, criticou os governantes que só olham para o “umbigo” e não veem a “totalidade do território”. Disse também que a “sabedoria do coração”, de lidar com os mais pobres, “não se aprende na faculdade”. “Ninguém ensina a gente a ter sinceridade. Isso vem da alma da gente. Lamentavelmente não tem curso para isso. Essa é a química entre a espécie humana”, afirmou Lula para uma plateia de cerca de 500 pessoas.Em resposta ao provável candidato do PSDB à Presidência, governador José Serra, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), defendeu nesta sexta-feira (15) a comparação entre as gestões Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, dando o tom do que deverá ser seu discurso de candidata. “Quem não quer discutir o momento Lula é porque se incomoda com as comparações”, afirmou.“Quando você está numa disputa, não quer saber só a fala, nem o povo brasileiro se conforma só com o que você prometeu. Então, comparar o governo Lula com qualquer outro período é a forma de podermos chegar ao povo. Olho no olho, com respeito, e dizer: está aqui o que fizemos”, afirmou a ministra depois de participar ao lado de Lula do lançamento da pedra fundamental de uma refinaria da Petrobrás em Bacabeira, a 60 quilômetros de São Luís, no Maranhão.Na quinta-feira, Serra disse que, caso venha a ser candidato, pretende fazer uma campanha apontando “coisas para o futuro”, fugindo das comparações. Serra é contra a antecipação do debate eleitoral. Avalia ser uma armadilha imposta pelo governo federal para pautar a campanha com comparações entre as gestões Lula e FHC — até pesquisas encomendadas pelo PSDB mostram imensa preferência do eleitorado pela atual administração.Dilma, no entanto, criticou a tentativa do tucano de evitar o debate plebiscitário. “Nunca o Brasil, quando eles governaram, cresceu e distribuiu renda. Então não há motivo para eu fingir que não sei disso. Por que vamos vetar essa discussão? A quem interessa esse veto?”, indagou a ministra.Enquanto os petistas querem colar em Serra as digitais do governo FHC, os tucanos pretendem que a discussão eleitoral seja sobre quem tem mais condição de dirigir o país no futuro — o “pós-Lula”, como diz marotamente o governador de Minas, Aécio Neves. Para Dilma, no entanto, o pós-Lula está sendo “plantado” agora. “O pós-Lula está sendo feito pelo Lula. É esse o grande problema do governo Lula, que incomoda muito, por isso que é um problema para alguns”, disse. A ministra deixou explícita qual será sua resposta para os que lhe perguntarem se seu governo será a continuidade do de Lula: “Continuar o governo Lula é fazer tudo igual? Não, para nós do governo continuar o governo Lula é avançar.”Dilma fez uma crítica indireta ao PSDB ao citar uma das principais bandeiras da gestão tucana, o ajuste fiscal. “Ruim era aquele negócio corta daqui, corta dali”, argumentou. “Nós estamos numa outra fase no Brasil. E vamos ter de aprender a lidar com esse momento. Em vez de ser choque de gestão, corta investimento, corta consumo, nós estamos em outra”, completou Dilma, ao citar uma das vitrines do PSDB, o polêmico “choque de gestão” implementado por Aécio em Minas.QuímicaEm seu discurso, Lula exaltou os investimentos que seu governo tem feito no Nordeste. Sem citar nomes, criticou os governantes que só olham para o “umbigo” e não veem a “totalidade do território”. Disse também que a “sabedoria do coração”, de lidar com os mais pobres, “não se aprende na faculdade”. “Ninguém ensina a gente a ter sinceridade. Isso vem da alma da gente. Lamentavelmente não tem curso para isso. Essa é a química entre a espécie humana”, afirmou Lula para uma plateia de cerca de 500 pessoas.
VERMELHO

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

PSOL ameaça abandonar campanha de Marina Silva

15 de janeiro de 2010

O PSOL pode desembarcar da campanha da senadora Marina Silva (PV-AC), pré-candidata à Presidência da República, antes mesmo de fechar um acordo definitivo com o Partido Verde. Em documento divulgado hoje, três dirigentes da legenda repudiaram um eventual acordo entre o deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) com o PSDB e o DEM para concorrer ao governo do Rio de Janeiro.

"Infelizmente, apesar de nossos reais e sinceros esforços, está ficando claro que não teremos uma base programática capaz de unir nossas forças nestas eleições", diz o documento, assinado pelo presidente do diretório do PSOL no Rio Grande do Sul, Roberto Robaina, a deputada federal Luciana Genro (RS) e o dirigente do partido em Goiás, Martiniano Cavalcanti. O texto diz ainda que se houver acordo do PV do Rio com o PSDB e o DEM, "estaremos de fato caminhando para o encerramento das negociações entre o PSOL e o PV."

No documento, os dirigentes do PSOL afirmam que um eventual acordo no Rio acaba com qualquer desejo de independência da candidatura Marina Silva. "Se no terceiro colégio eleitoral do país o PV é abertamente instrumentalizado pelos tucanos na disputa, então a independência está sepultada".

Roberto Robaina disse à Agência Estado que quando iniciou conversações com o PV, uma das condições do PSOL era que a candidatura de Marina Silva não tomasse PT, PMDB, PSDB, PPS e DEM como aliados.

MENSALÃO DO DEM: Arruda omite do STJ pagamento de R$24 mi

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Segundo subprocuradora-geral, despesa não foi mencionada em relatório entregue à corte sobre gastos com informática

Entidade que não constava de documento foi contratada para programa de inclusão digital; governo afirma que gasto não era de informática

HUDSON CORRÊA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O governo de José Roberto Arruda (sem partido) omitiu do STJ (Superior Tribunal de Justiça) um pagamento de R$ 24, 2 milhões na área de informática, afirma a subprocuradora-geral da República, Raquel Dodge, em documento ao qual a Folha teve acesso.
Na investigação do mensalão do DEM, o STJ mandou o governo Arruda informar todos os pagamentos de serviços de informática -área que pagaria propina ao governador e a seus aliados em troca de contratos.
Entregue no dia 7 passado, o relatório foi analisado de forma preliminar pela procuradora.
Ao se manifestar sobre os números, Dodge relatou ao STJ falta de exatidão nos dados informados e destacou que não constava o pagamento à Fundação Gonçalves Lêdo, entidade sem fins lucrativos contratada para tocar o programa de inclusão digital do governo.
Esse projeto envolveu compra de equipamentos, contratação de empresas e funcionários para ensinar pessoas pobres a usar computador. Um total de 21,7 mil pessoas faz cursos, segundo a fundação.
A procuradora pediu e o presidente do STJ, Cesar Asfor Rocha, mandou o governo reapresentar os números.
O governo disse que o pagamento não está incluído no relatório porque não foi classificado como gasto com informática (leia texto nesta página).
Além de citar a fundação, a procuradora mandou ao STJ documentos sobre o pagamento feito pelo governo e, segundo ela, omitido no relatório.
Conforme a procuradora, a fundação, contratada em 2009 por R$ 27 milhões, já recebeu R$ 24.255.044,37

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Banda larga na escola chegou a 43 mil escolas até 2009

O Programa Banda Larga nas Escolas, viabilizado por uma parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia, tem como meta conectar 56.685 escolas públicas urbanas por banda larga até dezembro de 2010.

2009 fechou com 43.193 escolas conectadas à internet em banda larga. Desse total 25.331 escolas foram instaladas durante o ano de 2009, mais do que dobrando as escolas conectadas em relação à 2008.

Banda Larga já chega a quase 90% dos municípios

Em dezembro do ano passado, 4.897 municípios brasileiros estavam equipados com infraestrutura para internet em banda larga, número que representa 88% de todas as cidade do país.

De acordo com as metas obrigatórias, as empresas de telefonia têm que levar a rede de banda larga até a sede de todos os municípios brasileiros até dezembro deste ano.

Os dados foram apresentados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a representantes da Casa Civil, dos ministérios da Educação, das Comunicações e do Planejamento em reunião sobre o cumprimento das metas relacionadas à instalação de backhaul nos municípios e de banda larga nas escolas públicas urbanas.

Estas metas e programas são anteriores e não fazem parte do Plano Nacional de Banda Larga, que o governo deverá lançar no próximo mês, com a reativação da Telebrás.

Leia mais aqui e aqui

OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA.

Pé na estrada

14 de janeiro de 2010


A ministra Dilma Rousseff, reiniciou a série de viagens como a administradora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Hoje à noite ela foi com Lula para São Luís do Maranhão; amanhã pela manhã participará da cerimônia de lançamento das obras de uma refinaria, em Bacabeiras, a 60 km ao sul da capital.

A licença ambiental para a construção da refinaria - que o governo define como uma mega refinaria que custará cerca de US$ 20 bilhões (cerca de R$ 35 bilhões) - foi conseguida em cima da hora, na quarta-feira. O empreendimento poderá ter até 20% de capital japonês, conforme as negociações feitas pela Petrobras. Outras três deverão ser construídas no Nordeste.

De acordo com o governo, a refinaria de Bacabeiras possibilitará o aumento da produção nacional e facilitará a distribuição regional de derivados de combustíveis, a exemplo de óleo diesel, querosene de aviação, nafta petroquímica, gás liquefeito de petróleo (GLP), combustível para navios (bunker) e coque (combustível feito à base de carbono, cinzas e enxofre). A capacidade prevista de produção da refinaria é de processamento de 600 mil barris por dia - um terço de todo o petróleo nacional atualmente produzido pela Petrobras.

Em março, a ministra deverá reeditar a viagem que fez com o presidente Lula em outubro às obras de revitalização e de transposição do Rio São Francisco. Desta vez, eles irão a Pernambuco e ao Piauí ver de perto as obras da Ferrovia Transnordestina. Em abril, Dilma voltará a percorrer os trilhos da ferrovia, só que no Ceará, também na companhia de Lula.

Em reunião realizada hoje no Palácio do Planalto entre o Presidente Lula, Dilma, o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), ficou acertado que serão priorizadas as obras da Transnordestina em Pernambuco e no Piauí, agora, para que em março já possam mostrar-se bem adiantadas; e que no mês que vem será feita uma nova reunião para tratar só da parte do Ceará.

Eduardo Campos disse que até junho terão início as obras da parte entre Eliseu Martins, no Piauí, e o Porto de Suape, na região de Recife. Em dezembro começarão as obras para a parte de 300 quilômetros que seguirá até Missão Velha, no Ceará. O governo prevê terminar a Transnordestina em 2012. Ela terá 1.730 quilômetros. Deverá custar R$ 5,4 bilhões. A partir de julho, com maior injeção de recursos, deverá empregar 7 mil pessoas, uma boa ajuda na véspera da eleição.

A Transnordestina fará a ligação dos centros de produção de grãos, gesso, avicultura e agricultura irrigada do semiárido nordestino - área com as maiores dificuldades socioeconômicas do País - aos Portos de Suape, em Pernambuco, e de Pecém, no Ceará. Deverá ter uma conexão com a Norte-Sul, de acordo com o Plano Ferroviário.

Marco Aurélio Garcia; 'PSDB não é partido de direita, é da direita'

14 de janeiro de 2010

As declarações do senador tucano Sérgio Guerra (PE) de que o PSDB está à esquerda do PT foram tratadas com ironia pelo coordenador do programa de governo petista na sucessão presidencial, o assessor de Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia. "Tive uma crise de identidade", brincou Garcia nesta manhã. "O PSDB não é um partido de direita, é um partido da direita", definiu. Garcia disse que há pessoas de esquerda no PSDB e que admira "alguns artigos" do economista e ex-ministro Luiz Carlos Bresser Pereira.

Presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra comparou a posição de seu partido em relação ao PT em entrevista à revista ''Veja'' desta semana. O senador revelou que, se a oposição chegar ao poder, haverá mudança na política econômica e que a ação será rápida e objetiva. Na entrevista, Guerra afirmou que o PT "já foi" de esquerda e se transformou "num partido populista".

Garcia disse que "dá até vontade de rir" ver o presidente do PSDB falar em redução da taxa de juros. Em relação ao câmbio, questionou: "A política cambial que ele (Guerra) defende vai ser diferente do Fernando Henrique Cardoso em oito anos de governo? O câmbio para nós não é âncora, está ligado ao câmbio flutuante. No governo Fernando Henrique, a desvalorização do real era um princípio fundamental."

O assessor internacional da Presidência destacou a prioridade do governo Lula para os programas sociais. "A grande verdade é que em nenhum momento do governo Lula foram sacrificadas políticas sociais em nome da estabilidade. Nas últimas eleições, Sérgio Guerra e seu partido se queixavam que o salário mínimo tinha subido demais. Sérgio Guerra deveria cuidar da reeleição dele, que está muito difícil", reagiu Garcia.

Programa de governo

As diretrizes do programa de governo da candidata do PT à Presidência da República, ministra Dilma Rousseff, serão reunidas, segundo Garcia, "em um documento enxuto" que terá entre 10 e 12 páginas e será levado ao congresso nacional do partido, a ser realizado em fevereiro, em Brasília. "Vai ser um programa apontando para o futuro, mas ressaltando as bases passadas em que ele se assenta. Agora dá para voltar a se falar em um projeto nacional de desenvolvimento", resumiu o coordenador do programa petista. Agencia Estado.

Dilma,arranque até abril 14 de janeiro de 2010

14 de janeiro de 2010

Num primeiro encontro de cúpula para tratar da pré-campanha da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República, os petistas decidiram que ela permanecerá “colada” ao presidente Lula em inaugurações de obras, lançamentos de projetos e programas e só sai do governo no último dia do prazo previsto na legislação eleitoral, 3 de abril.

É a chamada “fase da transferência”, onde o PT tentará arrebanhar o que puder da popularidade presidencial para a sua candidata.

Depois, no período que os comandantes petistas chamam de “lusco-fusco” — de abril até as convenções que lançam oficialmente os candidatos e funcionam como uma largada do tempo regulamentar de campanha —, Dilma percorrerá o país atendendo a convites que lhe chegam diariamente para palestras em escolas, centros de estudos, empresários e partidos aliados.

E tudo será feito com um foco em São Paulo, estado que hoje mais preocupa os petistas por ser a terra do candidato do PSDB José Serra, e onde estão concentrados 25% dos eleitores.

A reunião foi na casa da ministra, na noite de terça-feira, onde estiveram Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Lula; Franklin Martins, ministro da Comunicação; o publicitário João Santana, já escolhido para a campanha; Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte; José Eduardo Dutra, presidente eleito do PT; e o deputado Antonio Palocci.

A avaliação geral do grupo é que Dilma se saiu muito bem desde que teve seu nome sob os holofotes. No início de 2009, ela apresentava 4% nas pesquisas de opinião e, agora, chega ao ano eleitoral no patamar de 20%. Mas, apesar da popularidade de Lula e dos bons ventos da economia, não dá para apostar que tudo serão flores. Por isso, é chegada a hora de chamar alguns personagens para conversas mais definitivas no que se refere a palanques, especialmente em São Paulo.

E lá o PT, embora conte com nomes conhecidos, não tem ninguém forte o suficiente para tirar o favoritismo do PSDB no estado. No que se refere a São Paulo, o grupo reunido na casa da ministra “jogou a toalha” quando alguém mencionou a candidatura de Ciro Gomes ao governo paulista.

A impressão dos presentes foi a de que Ciro até agora não moveu uma palha por esse projeto e nem moverá. Por isso, assim que Ciro voltar a Brasília, vão chamar o deputado e a cúpula do PSB para uma conversa olho no olho. O PT quer saber, por exemplo, como Ciro manterá uma candidatura presidencial, já que foi ultrapassado por Dilma nas pesquisas. E, de uma forma muito educada, para não melindrar o aliado, dirão que o PSB precisará escolher um caminho: ou elege um grupo de governadores com o apoio do PT ou busca um projeto presidencial.

Outro estado que Dilma passará a visitar com frequência é Minas Gerais. Lá, os petistas estão organizando homenagens à ministra e um encontro com jovens. A idéia é aproveitar a decepção mineira com a saída de Aécio Neves da disputa presidencial e mostrar as raízes de Dilma no estado onde nasceu.

A ministra intensificará essas viagens depois do congresso do PT, 18 de fevereiro, em Brasília, quando fará o discurso com as linhas gerais da campanha. Ela ficou de rascunhar o texto para levar à próxima reunião. Há dois dias, na solenidade de lançamento do Minha Casa Minha Vida para cidades com 50 mil habitantes, Dilma falou diversas vezes na necessidade de continuar o governo Lula e a expressão “sabemos como fazer”.

Chafuscando na lama, é o que faltava!


Ricardo Coutinho, muito conhecido pela alcunha de "Ricardinho Malvadeza" agora terá que se explicar à sociedade paraibana e sobretudo à pessoense o inchaço da folha de pagamento da prefeitura e também o elevado número de contratações para serviços prestados de pessoas, que segundo vereadores da oposição, tem até agraciados de cidades do interior do estado. Ricardinho Malvadeza precisa acomodar os apadrinhados de seus novos aliados, os Demos de Efraim Morais e Cássio Cassado Cunha Lima, isso sem falar nos bajuladores de última hora.
Agora eu deixo aqui uma pergunta, era nesse mar de lama, de nomeações descabidas, salários altos, benecis, mamatinhas e improbidade administrativa, tudo em nome de um projeto pessoal que o cidadão e cidadã pessoense confiaram no Mago?

Minha Casa Minha Vida - MCMV


Convênio assinado essa semana em Brasília entre o governo federal e governadores de estado, protocolos dos programas Minha Casa Minha Vida e Programa de Aceleração do Crescimento. Na ocasião a Paraíba teve contemplados projetos que irão beneficiar 126 municípios com até 50 mil habitantes.
Estiveram presentes no ato, junto com o Presidente Lula, a companheira Dilma, Ministra Chefe da Casa Civil e futura Presidente do Brasil, ministros e governadores, inclusive o tal governador do mensalão dos DEMonios, das meias, cuecas e panetones, que foi devidamente vaiado pelo público presente à solenidade, como se diz aqui no nordeste, o infitéto do Arruda.