segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Como fica agora?

Após meses de insistentes aparições públicas ao lado do prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho PSB, após inúmeras declarações que este sim representava o novo para a Paraíba, claro, nesse momento Luiz Couto e seu grupo de seguidores e assessores kamikazes apostarem toda as suas histórias dentro dos movimentos sociais, suas histórias dentro da politica e fundamentalmente a própria credibilidade. Apostaram num enfraquecimento do governo Zé Maranhão, esqueceram do passado recente que assombra a vida de Ricardo Coutinho e tudo o que ele destruiu dentro do PT, o PT desses mesmos senhores que um dia voltaram-se contra RC e suas sandicies, hoje perfilam-se lado-a-lado.
Cássio Cunha lima acena com possibilidades mais que concretas com sua desfiliação do partido tucano, seguindo uma fuga em massa pelo Brasil a fora, em busca de novas acomodações para saciarem seus mais mesquinhos desejos pessoais e ambições de corporativismo bestial e rasteiro.
Pela histórica trajetória na politica da Paraíba, pela honra de seu passado politico, eu entendo que o Deputado Luis Couto, ante as declarações que permeiam a midia paraibana, deve fazer uma auto-critica, posicionar-se claramente em apoio ao governo que ele mesmo ajudou a eleger ou na melhor da hipóteses esperar que 2010 chegue, pois só assim nós iremos debater sobre uma politica de alianças ou pela candidatura própria do PT aqui na Paraíba.
Caminhar junto a Ricardo Coutinho, tendo que levar a tira-colo Cássio Cunha Lima, Efraim Morais e filho, Assis Quintães e tantos outros do paraíso Demo/tucano, não dá.

Naza



Um dia de Cultura no Congresso Nacional

Começau efetivamente no dia 23 de setembro, o ano da Cultura no Congresso Nacional. Duas das principais pautas da Cultura terão seus relatórios apresentados e votados pelas respectivas comissões: o Plano Nacional de Cultura e a PEC 150/03.

Não será nunca exagero repetir o estado em que a Cultura foi encontrada antes do Governo Lula: frágil e esfacelada, sem corpo e sem cabeça, sem política pública e sem construção coletiva.

O Plano nasceu de um projeto que tem como co-autores os deputados petistas Gilmar Machado e Iara Bernardi, além de Paulo Rubem Santiago, com relatoria da também petista Fátima Bezerra. Vem sendo construído com a sociedade desde 2004. Passou por uma Conferência Nacional de Cultura em 2005, teve a contribuição de vários especialistas, suas diretrizes foram referendadas em seminários pelos 27 Estados do país entre gestores, produtores e artistas, e foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Cultural. Representa em suas estratégias e ações o anseio de muitos e de toda a população brasileira que não quer e não se contenta mais somente com políticas que trazem dignidade física e que não alimentam a mente.

O caminho para a aprovação de um orçamento condizente com estes objetivos foi pavimentado pela Proposta de Emenda Constitucional 150/03, de autoria dos petistas Zezéu Ribeiro, Paulo Rocha e Fátima Bezerra. A PEC garante, na Constituição, a destinação de percentuais mínimos dos orçamentos públicos para a Cultura: 2% no nível federal, 1,5% nos Estados e 1% nos municípios. Parece pouco, mas é um salto de infinita qualidade para dar corpo à universalização dos direitos culturais de toda uma população excluída de usufruir da nossa maior riqueza e patrimônio.

É um passo importante e simbólico, que abrirá um amplo caminho na Câmara e no Senado para as votações que finalmente darão ao povo brasileiro marcos para um futuro condizente com todos os avanços construídos neste Governo na área social e econômica.

Não poderemos descansar. Ainda temos muito para passar pelo Congresso: tem Sistema Nacional de Cultura (PEC416/05), Vale Cultura e um novo modelo de Financiamento a Cultura.

A Secretaria Nacional de Cultura do PT convida a todos: movimentos populares, partidos políticos, parlamentares, entidades sindicais do campo e da cidade, artistas e cada um, a participarem da chamada CULTURA NÃO PODE FALTAR. Estaremos nas ruas, na internet, nas conferências que se realizam neste momento, lembrando a todos/as que a pauta da Cultura é de todo mundo e que da mesma maneira que sem teto, sem educação e sem saúde não dá, também não abriremos mão de ter mais e mais Cultura no nosso cotidiano e nas nossas vidas.

Venha com a gente! Mobilize-se! Entre na Rede Social: culturanaopodefaltar.ning.br



*Morgana Eneile é secretária nacional de Cultura de PT

Maioria do PMDB apoia Dilma

Do Blog do Anselmo Raposo

Sem perder a tradição, o PMDB vai seguir rachado em 2010 na disputa pela Presidência da República. Embora a maioria do partido esteja favorável ao embarque do PMDB na candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), a ala que apoia o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), promete tentar reverter o pensamento dos peemedebistas aliados do governo federal até o início de 2010.

A ala serrista do PMDB aposta na queda da candidatura de Dilma para reverter a maioria dos peemedebistas que atualmente apoiam a petista. "Confesso que hoje somos minoritários, a parte governista é bem maior. Mas a Dilma está caindo nas pesquisas Pelo que conheço do PMDB, muitos vão abandonar esse barco", disse o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).

O parlamentar, que é um dos articuladores do apoio do PMDB a Serra, defendeu que o partido espere antes de definir que vai apoiar Dilma formalmente. Nos bastidores, porém, aliados do presidente licenciado do partido, Michel Temer (PMDB-SP), negociam o anúncio nos próximos dias do apoio a Dilma --o que abre caminho para o presidente da Câmara ser indicado para a vice-presidência na chapa da petista.

"Essa definição poderia ser mais adiante. Ponderamos para o presidente Temer que isso atropelava os fatos. O PMDB sempre foi isso, teve essa divisão. Há um açodamento do PMDB em fechar essa aliança", afirmou.

O presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), reconhece que o apoio dos peemedebistas é importante para qualquer candidato que disputa as eleições. Mas admite que o PT, se conseguir compor chapa com o PMDB, não terá a totalidade do partido ao seu lado nos Estados.

"O PMDB sempre foi um partido que se apresentou nas eleições dividido. Sabemos que há setores do PMDB na Câmara e no Senado que não têm compromisso com a coalizão em torno do governo federal. Dificilmente 100% do partido vai para as eleições do ano que vem com o presidente Lula", afirmou Berzoini.

Apesar de reconhecer o esperado racha dos peemedebistas, o presidente do PT defendeu pressa para a oficialização da aliança com o PMDB em 2010. "Se pudermos consolidar rapidamente [a aliança], melhor. Mas desde que seja realista e factível", disse o petista.

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Lula, ministros e governadores participam de posse de Padilha

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ouviu gritos e aplausos ao entrar na sala, onde o calor é intenso

O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Está lotado o Salão Brasília, no Palácio do Itamaraty, onde começou há instantes, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a posse do novo ministro de Relações Institucionais, Alexandre Rocha Santos Padilha, que substitui José Múcio Monteiro no cargo. Estão presentes 16 ministros de Estado, pelo menos 10 governadores e dezenas de prefeitos e parlamentares.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ouviu gritos e aplausos ao entrar na sala, onde o calor é intenso, apesar do ar condicionado. Está presente ainda o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Houve aplausos também quando foi anunciado o nome do novo ministro. Muitos convidados gritavam "Padilha, Padilha". Ele era subchefe de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais.
Decretos presidenciais com a exoneração de José Múcio, a pedido, e com a nomemação de Padilha foram publicados em edição extraordinária do Diário Oficial da União que começou a circular há pouco. Múcio deixa a Secretaria de Relações Institucionais para ocupar vaga de ministro no Tribunal de Contas da União (TCU).

FMI:Brasil deve crescer acima da média mundial em 2010

Agência Brasil


As medidas adotadas pelo Brasil contra a crise financeira internacional, iniciada em setembro de 2008, estão sendo bem sucedidas e colocaram o país na frente dos demais parceiros da América Latina na retomada da economia, tendo um crescimento acima da média mundial.

Esse desempenho constará do próximo relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), a ser divulgado entre amanhã (29) e quarta-feira (30), segundo antecipou o diretor adjunto desse organismo, Murilo Portugal.

"O Brasil está liderando a retomada do crescimento na América Latina, graças à força da sua economia, a solidez de seus bancos e as políticas econômicas que foram adotadas para enfrentar a crise. O país vinha implementando boas políticas como o câmbio flutuante, a responsabilidade fiscal e algum controle da inflação", justificou o dirigente.

O risco atual, segundo ele, seria a possibilidade de uma retração expressiva do comércio mundial, fato que ele não acredita que venha a ocorrer, embora exista a previsão de que o problema do desemprego vá persistir por mais tempo nos países desenvolvidos.

Pelas projeções do FMI e que também vão estar no próximo relatório, conforme adiantou, esse organismo reviu as previsões de crescimento da economia mundial que deve atingir 3%, no ano que vem, taxa acima da previsão anterior (2,5%).

Ele observou que os dados indicam a retomada do crescimento mundial de forma gradual e que se deve muito mais a reposição de estoques da indústria de transformação do que à reação do consumo.

Segundo Portugal, os bancos ainda não estão com capacidade plena de aumentar seus empréstimos. Diante disso, ele recomenda que sejam mantidas as políticas de estímulos fiscais e de apoio ao sistema monetário.

Na previsão dele, o Brasil está em condições mais favoráveis do que o resto do mundo para reagir aos efeitos da crise. "Acho que o Brasil no ano que vem vai crescer mais rápido e mais forte do que a economia mundial".

Portugal classificou de "muito importante" o consenso definido, na semana passada, durante o encontro dos países do G20 nos Estados Unidos. Os países emergentes passarão a ter mais influência de votos no FMI, com a transferência de 5% das cotas junto a esse organismo. "Isso significa que esses países exercerão maior influência e se, eventualmente, caso haja a necessidade de tomar empréstimos [junto ao FMI], o que não é o caso do Brasil, eles são relacionados a quantidade de cotas que cada país têm", esclareceu.

Ele informou que os aportes de recursos para os países emergentes evoluíram, passando de US$ 14 bilhões, em 2007, para US$ 160 bilhões, desde setembro do ano passado. Além disso, foram criadas linhas de crédito para socorrer países em medidas preventivas, como foram os casos do México, Colômbia e Polônia.
Postado por Gilvan Freitas, O TERROR DO NORDESTE, novo editor do blog da Dilma.

Carlos Lupi descarta ser vice de Ciro e diz preferir Dilma

O Estado de S.Paulo

PARIS - O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou nesta segunda-feira em Paris que não cogita a hipótese de ser candidato a vice em uma eventual chapa liderada pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE) à presidência em 2010. A costura política vinha sendo realizada com o objetivo de ampliar o palanque e o tempo de propaganda política na TV unindo PSB e PDT em uma única chapa. Presidente licenciado do PDT, Lupi disse que, entre Ciro e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, prefere a segunda. As declarações foram feitas ao término da reunião internacional de ministros do Trabalho e do Emprego na sede da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) na capital francesa. Lupi disse que recebeu um telefonema do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) sondando-o para a possibilidade de se aliar a Ciro em uma coligação, que tentaria ainda negociar o apoio do PCdoB, reeditanto o bloquinho. De acordo com o ministro, as conversas não evoluíram. "O Ciro cometeu um ato de gentileza", desconversou, afirmando que não é o momento para discutir candidatura, lembrando da amizade entre ambos e do fato de o PDT já ter apoiado do candidato socialista em 2002. A seguir, descartou a hipótese. "Sou da base aliada do presidente Lula. Eu não farei absolutamente para dividir o palanque", argumentou. "Considero fundamental a continuidade do governo Lula. E o presidente já informou que a candidata dele é Dilma Rousseff." Lupi disse ainda que não tem pretere os "projetos pessoais" em nome de "projetos políticos". E, nesse momento, reiterou, seu projeto é trabalhar pela candidatura única da situação. Para o ministro, no momento há três pré-candidaturas da base do governo, incluindo na lista a da senadora Marina Silva (PV-AC). Lupi lembrou também que o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) pretende ser o quarto nome. A fragmentação da base aliada em várias candidaturas, entende, pode ser frágil caso o PSDB lance chapa puro-sangue, com os governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves. "Na minha modesta avaliação, nós temos de ter candidatura única em torno daqueles que o presidente Lula julga ser mais importante para dar continuidade ao seu governo." Questionado sobre o nome ideal, o ministrou foi direto: "Hoje é a Dilma".


Gilvan Freitas, O TERROR DO NORDESTE, novo editor do Blog da Dima.

GOLPE EM HONDURAS

Trinta anos depois, Honduras está revivendo 1968 no Brasil. Destituíram um presidente eleito pelo povo, baixaram decretos suspendendo os direitos individuais, principalmente de livre expressão. Censuraram a imprensa, fecharam rádios e TVs. Exatamente como ocorreu após o AI-5 no Brasil. O exército está nas ruas, o toque de recolher impede as pessoas de ir e vir. Cidadãos são ameaçados, agredidos e mortos. Por que isso está ocorrendo em Honduras? Porque o presidente eleito pelo povo queria fazer um referendo, uma consulta à população para saber se o povo hondurenho concordava com uma nova Constituição, mas principalmente porque o presidente eleito, Zelaya, estava fazendo um governo voltado para os mais pobres, para os mais necessitados. A direita, as elites, lá como aqui, não admitiu ceder privilégios, não admitiu uma parte das riquezas do país para diminuir a desigualdade social. Lá como aqui terras e mais terras improdutivas esperavam valorização no mercado para serem negociadas. A terra fértil servia apenas ao capital especulativo. Foi contra esse tipo de ditadura violenta, pela liberdade de expressão e reunião, pelo fim da censura, pela liberdade de imprensa, por justiça social, que muitos de nós lutamos nos anos de chumbo. Foi por isso que muitos foram presos, torturados e mortos nos porões da ditadura. Hoje temos um Brasil livre e soberano graças aos companheiros que foram presos, torturados, mas nunca desistiram de lutar pelo bem do Brasil, para o bem do povo brasileiro. O presidente Lula, a ministra Dilma, o ex-ministro Dirceu, são alguns desses companheiros, heróis brasileiros dos anos chumbo. No Brasil, a ditadura militar, a opressão, a violência e a tortura, tão condenada pela ONU, pela OEA, por governantes de todo o mundo, contou aqui com apoio político, logístico e financeiro dos EUA. A CIA dava treinamento de tortura para o nosso exército. Espero sinceramente que os EUA não repitam agora, em Honduras, o erro de apoiar militares golpistas repudiados por todo o mundo civilizado.

BLOG DA DILMA

Dilma:Estou pronta para o que der e vier"


Após o anúncio médico de que está curada do câncer linfático, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, afirmou nesta segunda-feira (28) que está com sua energia de volta e que está pronta "para o que der e vier". "Eu me sinto muito feliz hoje até porque a sensação que eu tenho é de muita energia, foi uma coisa que me aconteceu que pode acontecer com qualquer brasileiro ou brasileira e que faz a gente dar mais valor à vida", afirmou após a cerimônia de posse do novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em Brasília.

"Recuperei a minha energia, está na cara que eu recuperei", disse. "Estou pronta para o que der e vier, não sei para o quê, mas para o que der e vier", afirmou ao ser questionada se estava pronta para começar sua campanha como pré-candidata petista à sucessão presidencial. "Os médicos disseram que estou completamente liberada, eles disseram para mim: você tem condições totais de exercer todas as atividades que exercia antes." Dilma agradeceu à equipe médica pelo tratamento e à população pelas orações que vinha recebendo. A ministra lembrou do vice-presidente da República, José Alencar, que luta contra um câncer há 12 anos. "Eu tenho o exemplo de uma pessoa excepcional que é o Zé Alencar. Ele deu um exemplo a todos nós de coragem, determinação e combate à dor e à doença. Ele me apoiou e me deu respaldo até por ser uma pessoa mais experiente", afirmou.

Boletim médico

Na manhã desta segunda, o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, divulgou boletim médico em que anuncia a cura da ministra.

Leia abaixo a íntegra:

Nota à Imprensa - Ministra-Chefe da Casa Civil Dilma Roussef - 11h38

A Ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, esteve no Hospital Sírio-Libanês, no dia 24 de setembro de 2009, quando se submeteu a diversos exames para avaliação de seu estado de saúde, após completar tratamento quimio e radioterápico para um Linfoma Não-Hodgkin, detectado precocemente (Estadio IA).

A avaliação foi coordenada pela Dra. Yana Novis e pelos Drs. Paulo Hoff e Roberto Kalil Filho. Após exaustivos testes, foi constatado que o tratamento atingiu o resultado esperado e que a Ministra Dilma Roussef encontra-se livre de qualquer evidência de linfoma, com estado geral de saúde excelente, podendo retornar a sua rotina normal.

Dr. Antonio Carlos de Onofre de Lira (Diretor Técnico Hospitalar)

Dr. Riad Younes (Diretor Clínico)

Uol.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Receita de salgadinhos, nunca mais.

Muitos de nossos militantes não viveram essa época, mas sabem da história do Partido dos Trabalhadores, sabem de cor e salteado sua trajetória de lutas, as dores que muitos de nossos companheiros sentiram na carne. Quantos choraram lágrimas de sangue e quantos deixaram só a história?
Essa mesma imprensa que ai esta companheiros teve que publicar receitas de doces e salgados, porque nos anos de chumbo a censura era implacável, não existia liberdade de imprensa, não existiam os direitos civis, só a obrigação de idolatrar a rastro de destruição e dor deixados por esses bastardos golpistas, que essa mesma imprensa queria, mas não podia defenestrar.
Muitos de nossos politicos atuais, diga-se aqui: José Serra, Alberto Goldman, FHC e etc., banidos que foram, pelo menos essa é a verdade que nos querem impor até hoje, na vã mas inútil esperança de transformar uma mentira em verdade, tática comumente usada pelos nazistas.
Hoje essa mídia golpista abre espaços gigantescos para senadores detonarem e que o mundo esta elogiando no Brasil, não só sua capacidade em administrar a crise sem abrir grandes feridas, mas também pela forma com o Brasil vem mediando o golpe contra a democracia, contra o estado de direito, contra o povo Hundurenho. Dão declarações que mais me parecem um recado que mandam às nossas instituições.
Depois de uns dias sem me manifestar aqui neste espaço, hoje sou obrigado a ter que tocar nesse assunto que tanta dor e tristeza causaram nos lares brasileiros, a mídia apoio o golpe de militar de 64, a liga das senhoras católicas saiam às ruas vestindo suas roupas caras e reluzentes também manifestavam seu apoio ao crime cometido contra a democracia.
A revolução que tanto pregamos esta em curso, basta ver os inúmeros programas de inclusão que são implementados e postos em prática por esse Governo, pelo governo do PT, pelo Governo do Presidente Lula.
O petista é conhecido pela sua garra no enfrentamento político, por sua determinação, pelas causas assumidas, pelas atitudes tomadas no campo sindical, nos movimentos sociais e pela sua diversidade, mas nunca com a letargia da mansidão bovina, característica própria dessa imprensa golpista, rasteira e vendida no que se refere às mazelas da direita nazifacista que impera no Brasil.
A revolução socialista esta em curso, nossos ideais não são utopias, são possíveis, já são uma realidade, que vejam os Territórios da Cidadania, o ProUni, Projovem, Minha Casa Minha Vida, Programa Nacional de Crédito Fundiário e Combate à Pobreza Rural, Garantia Safra, Seguro Safra, Peti, Bolsa Família e tantas outras políticas de inclusão social, as leis de incentivo à cultura,o crescimento com sustentabilidade e agora o Marco Regulatório do Pré-sal, bilhões de reais investidos para o povo brasileiro, politicas de aproximação com nações antes desprezadas comercialmente e culturalmente. Nosso Presidente com indicies de aprovação nos mais altos niveis e as grandes potências se curvando à nossa capacidade.
Mais um passo da revolução esta sendo dado, em novembro nos reuniremos e definiremos os rumos de nosso partido rumo a consolidação da revolução socialista e democratica, vamos eleger companheiros que coordenarão o processo sucessório do próximo ano e, só assim mostrando nossa união e o nosso comprometimento com as causas sociais, elegendo quem possa efetivamente dar continuidade e consagrar mais um mandato para o PT e assim conduzir esse Brasil para o futuro e ao encontro da Paz.
Bom Dilma meus companheiros e companheiras, esse Brasil é Dilmais.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Seminário: Pré-sal e o Futuro do Brasil

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, participa nesta terça e quarta (22 e 23/9) do Seminário Pré-sal e o Futuro do Brasil, que será realizado em Brasília. O evento é promovido pelos jornais Correio Braziliense e Estado de Minas (Diários Associados). Serão debatidos, entre outros temas, o novo marco regulatório, o papel das empresas e da nova estatal do pré-sal.

Você poderá assistir ao vivo o seminário pelo Blog Fados e Dados. Confira a programação

Matéria publicada nesta segunda-feira (21/9) no jornal Correio Braziliense fala sobre o Seminário e aponta que, somente o setor de máquinas e equipamentos terá que investir de U$ 30 a 40 bilhões nos próximos quatro anos para acompanhar o desenvolvimento da exploração do pré-sal.

A reportagem traz fala do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que disse que o governo fez um desafio às empresas brasileiras, que serão potenciais fornecedoras do pré-sal, para a ampliação da sua participação neste mercado e informou que o governo vai exigir percentual de componente nacional nas licitações. “Esse percentual será fixado para garantir à indústria nacional uma presença mais sólida nesse avanço que estamos vendo no setor petrolífero.”

Luiz Carlos Bresser Pereira, em artigo publicado nesta segunda (21/9) no jornal Folha de S.Paulo também comentou sobre a política do governo para o desenvolvimento da indústria nacional.

BLOG DA PETROBRÁS

Nova tentativa de impor medo sobre superávit e dívida

Voltou o lenga-lenga da midia, particulamrente da Folha de s.Paulo no fim de semana, sobre superávit e dívida. Abordam os dois assuntos numa postura crítica ao governo, sem considerar o Fundo Soberano de R$ 18 bilhões e a queda dos juros da taxa selic, que diminuem a necessidade do superávit de 3,3% como estava previsto.

O país fará um superávit de 2,5% e um déficit nominal de 2,2%. Comparado com o resto do mundo nesses quesitos estamos no paraíso. E, ainda, com a dívida pública em 44% do PIB, com juros reais agora de 4,5% (metade dos anteriorese os menores da história do país), o que é uma bênção.

É preciso destacar, ainda - o que não fazem os jornalões, nessa lenga-lenga - que dos 3,3% de superávit previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), podíamos realmente abater 0,7% correspondente aos projetos prioritários do PAC. Logo o superávit era mesmo de 2,6%, se contarmos o dinheiro do Fundo Soberano Brasileiro (FSB) de R$ 18 bilhões.

Estamos muito bem

Sem falar na crise internacional, ainda grave lá fora, e a despeito da queda da arrecadação (entre 7% e 8% do previsto) e da falta que fazem os R$ 40 bilhões perdidos com a extinção da CPMF provocada pela oposição. Aliás, sem as desonerações, de mais de R$ 20 bilhões, não teríamos nem essa queda na arrecadação.

Mas o governo fez, e bem, o que tinha que fazer: reduziu os juros e o superávit - sem comprometer o país em dívidas - usou as reservas e o compulsório, desonerou impostos e garantiu o crédito via bancos públicos. Principal e melhor nessa história, sustentou assim o crescimento que está aí para quem quiser conferir.

Investirá esse ano mais do que ano passado - R$ 28,3 bilhões, mais R$ 53,2 bilhões das estatais, apoiando-se nos dividendos destas, que foram R$ 10,1 bilhões em 2008 e já são R$ 17,9 bilhões até agosto desse ano.

www.zedirceu.com.br

Lição de nacionalismo e política

O Estado precisa, sem dúvida, da crítica, mas não à custa de desmoralizarmos o que já conquistamos

O PRESIDENTE Lula, em entrevista ao “Valor Econômico”, deu uma lição de nacionalismo e do que significa a política em uma sociedade democrática. Em relação ao primeiro ponto, Lula declarou-se nacionalista, cobrou dos empresários que também o sejam, e disse que há tempos vem demandando que a Vale construa usinas siderúrgicas no Brasil em vez de exportar apenas minério de ferro. Suas palavras: “Tenho cobrado sistematicamente da Vale a construção de usinas siderúrgicas no país. Todo mundo sabe o que a Vale representa para o Brasil. É uma empresa excepcional, mas não pode se dar ao luxo de exportar apenas minério de ferro (…). Os empresários têm tanta obrigação de ser brasileiros e nacionalistas quanto eu!”. Acrescentaria, e com mais ênfase, que os economistas também deveriam ser tão patrióticos ou nacionalistas quanto reclama o presidente.
A política de não exportar bens primários, mas bens manufaturados com mais elevado valor adicionado per capita, é mais antiga do que a Sé de Braga. Os grandes reis mercantilistas ingleses, no final do século 15 (sic), já adotavam a política industrial de proibir a exportação de lã para que fosse exportado apenas o tecido fabricado com a lã. Os chineses, recentemente, impuseram imposto à exportação de aço porque querem exportar os bens acabados produzidos com o aço. Dessa forma, além de criarem empregos, criam empregos com maior conteúdo tecnológico, que pagam maiores salários, e assim seu desenvolvimento econômico se acelera. Enquanto isso, nossos economistas nos dizem que o problema deve ser deixado por conta do mercado. Dessa forma, mesmo quando exportamos aço, exportamos principalmente o aço bruto, e estamos concordando em exportar soja em grãos para os chineses que não querem comprar o óleo de soja!
E a lição de política? Em primeiro lugar, Lula revelou, em vários momentos, respeito por FHC, Marina Silva e José Serra. Segundo, defendeu de forma oportuna o Congresso: “O Congresso é a única instituição julgada coletivamente. Mas se não houve sessão você fala: “Deputado vagabundo que não trabalha”. E nunca cita os que estiveram lá, de plantão, o tempo inteiro. Quando era constituinte, eu ficava doido porque ficava trabalhando até as duas, três horas da manhã (…). Se vocês não gostam de política, acham que todo político é ladrão, que não presta, não renunciem à política. Entrem vocês na política porque, quem sabe, o perfeito que vocês querem está dentro de vocês”.
O presidente tem razão. A política é muito importante, afeta nossas vidas, e deve ser prestigiada e ser adotada como profissão pelos melhores dentre nós. O Brasil precisa dramaticamente de bons políticos, e, felizmente, conta com um bom número deles. De homens e de mulheres dotados de espírito público, de compromisso com a nação, que, sem deixar de defender seus interesses legítimos, defendam também os do Brasil. Mas quando lemos os jornais, quando conversamos com os amigos, parece que ninguém presta. Definitivamente, não é verdade. É verdade que nosso país não conta com um Estado e com uma política como aqueles que existem nos países escandinavos, mas é também verdade que, considerado o grau de desenvolvimento econômico e cultural do Brasil, temos um nível de organização do Estado, de qualidade das instituições, e de compromisso de muitos políticos com a cidadania e o bem público que considero acima da média. Precisamos, sem dúvida, da crítica, mas não à custa de desmoralizarmos o que já conquistamos.


LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA , 75, professor emérito da Fundação Getulio Vargas, ex-ministro da Fazenda (governo Sarney), da Administração e Reforma do Estado (primeiro governo FHC) e da Ciência e Tecnologia (segundo governo FHC), é autor de “Macroeconomia da Estagnação: Crítica da Ortodoxia Convencional no Brasil pós-1994″. Internet: www.bresserpereira.org.br

FGV: 3,8 milhões de brasileiros deixaram de ser pobres em 2008

A crise financeira internacional não impediu que houvesse uma importante redução da pobreza no Brasil. Segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), um total de 3,8 milhões de brasileiros saíram da miséria no ano passado, o que representou uma queda de 12,27% no número de pessoas pobres.

Os dados constam da pesquisa Consumidores, Produtores e a Nova Classe Média, elaborada pelo Centro de Políticas Sociais (CPS) da FGV e que será apresentada nesta segunda-feira (21).

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostrou que, em 2008, os pobres sofreram menos com a desaceleração da economia provocada pela crise. Para os 10% das pessoas ocupadas com rendimentos mais baixos, o crescimento da renda média mensal foi de 4,3% no ano passado, enquanto para os 10% com rendimentos mais elevados houve elevação de 0,3%.

Segundo o levantamento da FGV, 19,3 milhões de brasileiros saíram da miséria desde 2003 com a melhoria do mercado de trabalho, o aumento do salário mínimo e os programas de transferência de renda como o Bolsa Família. Atualmente, o Brasil tem 16,02% da população abaixo da linha de pobreza, num total de 29,3 milhões de miseráveis.
Caso não houvesse a mundança dos últimos seis anos, a FGV calcula que o país estaria com 50 milhões de pobres. Em 1993, a economia brasileira tinha 35,03% da população na situação de miséria. Entre 1995 e 2003, esse indicador girou em torno de 28%.

PORTAL PT

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Juventude protagonista, esse é o nosso debate.

Juventude do PT da Paraíba no ped 2009 apoio ao
Coletivo Celso Furtado.

Para o PT, a importancia da organização da juventude assume, na verdade, outras dimenções, como o combate ao envelhecimento partidário a partir da renovação de quadros, a incorporação da pauta dos movimentos juvenis na intervenção do nosso partido e o importante diálogo com a formação e a implementação dea politicas de juventude. "Não queremos negar a história do PT, queremos um pacto de gerações. Somos uma geração diferente com o Governo Lula já consolidado".

Para transformar a Juventude do PT, é preciso que a atual forma de organização setorial da JPT seja superada. Embora tenha contribuido de maneira mportante com a elaboração política do partido, a organização setorial é insuficiente tanto para organizarmos os jovens filiados quanto para alcançarmos setores mais amplos.

Precisamos fazer com que o Coletivo Celso Furtado seja um marco e signifique um salto de qualidade para construirmos esta nova JPT, que seja um braço partidário entre os jovens brasileiros/as, um elo entre o PT e os movimentos, com condições politicas, estruturais, financeiras e organizativas capazes de expressar e ampliar nossa intervenção na sociedade. Para alcançar este patamar, será necessário uma JPT militante, de massas e que tenha autonomia perante o partido, com filiação intermediária, mas sempre deixando evidente sua referencia petista, a começar pelo nome.

Concientes desses desafios, defendemos que a organização da juventude seja uma tarefa de to o Partido, não apenas da juventude. Para que isso seja possivel, precisamos, neste PED, eleger um presidente capaz e conduzir o partido para o novo momento de sua história que se abre e, compromissados/as com a organização da Juventude Partidária e a realização de um grande momento da Juventude Petista.

TIAGO - JUVENTUDE PT/PB.

PT está preparado para lançar candidaturas de Dilma e Tarso, diz Lula

Segundo Lula, o partido já descobriu que sozinho não chega a lugar nenhum.

O PT está preparado para lançar a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rosseuff, à Presidência da República, e a do ministro da Justiça, Tarso Genro, ao governo gaúcho, segundo afirmou hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao desembarcar na Base Aérea do Rio Grande do Sul.

"Estamos preparados para lançar o Tarso e a Dilma e ganhar as eleições", disse Lula em entrevista exclusiva para a Rádio Guaíba.

Para Lula, o PT gaúcho precisa aprender "com humildade" a construir uma aliança política para vencer as eleições. Segundo ele, o partido já descobriu que sozinho não chega a lugar nenhum e que "a Dilma tem uma extraordinária capacidade de ser vitoriosa", mas ainda precisa construir o time que vai entrar em campo, referindo-se às coligações.

"Para nós não importa se o governo é tucano ou do PFL [atual DEM], nós olhamos a necessidade das pessoas e não faltará mais neste país dinheiro para obras".

Ao se referir ao programa Minha Casa Minha Vida, Lula disse que está seguro de que o governo conseguirá construir 1 milhão de casa até 2010. e que seu sucessor terá que fazer mais.

"Quem vier [seu sucessor] vai ter que fazer mais, porque não é possível que eles deixem um torneiro mecânico fazer mais do que eles". E completou: "Espero que a Dilma faça o dobro".
Lula criticou vários fatores que hoje interferem no andamento de obras e citou a Lei de Licitações, que considera "complexa e atrasada".

"Uma empresa que perde [uma concorrência], consegue parar por um ano ou mais uma obra. Tem ainda o TCU, que ao encontrar irregularidades, embarga a obra. Temos que entender que a obra parada é gasto de dinheiro. A obra pode continuar andando e a gente discute isso na Justiça".

Lula está no município de Sapucaia do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre, para assinar a ordem de serviço para o início das obras da BR-448, que terá 22 quilômetros e será uma alternativa de acesso dos motoristas que saem da região metropolitana para chegar à capital gaúcha.

WSCOM
por e-mail:Tiago Juventude PT.