Nada contra a vida pessoal do Renan, é problema que ele tem que resolver com sua patroa, mas se ele, estiver mesmo envolvido, como penso que esta, vamos caça-lo sim, tirar da vida pública mais um boçal.
Errou, pague pelo erro.
Ex-governador de Minas Gerais, Senador da República pelo PSD (EMENTES)B, Eduardo Azeredo, figurinha carimbada na lista de FURNAS, parceiro, sócio e co-delinquente do FHC, apresenta requerimento à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), convidando o golpista e presidente da RCTV, Marcel Granier, para ensinar-lhes como promover um golpe, o requerimento foi aprovado. Com sua visita ao Brasil, certamente essa despesa seremos nós quem pagará, é bem capaz do moço dar um pulinho na Globo e perguntar como se derruba governo, como destruir a vida de uma pessoa e não pagar pelos atos de insanidade que norteia essa mídia imunda da América Latina.
Naza.

Se não bastasse esse governo, leniente, perrengue e abananado do menino de papai, que até agora não disse pra o que veio, aparece esse líder e quer levar junto com seu desgoverno alguns deputados, que ainda prezam pelo compromisso com seus eleitores, com a sociedade e com a Paraíba.
Deixo aqui registrado meu mais profundo orgulho, por saber que veio de um representante do Partido dos Trabalhadores, a mais critica e severa posição contraria a mais esse absurdo, parabéns jovem deputado Rodrigo Soares, a sociedade paraibana sabe que pode contar com seu mandato para denunciar, lutar, enfrentar esses poderosos de plantão e acabar com mais uma farra, que seria patrocinada com o dinheiro do povo.
As férias de 70 dias foram pro ralo seu líder, e tenho dito.
Nego Zhim, petista, observador bem atento e também colunista deste blog.
A juíza da 1ª Vara Civil de Campina Grande, Maria Emília Neiva de Oliveira, determinou ontem a retirada dos outdoors com mensagens homofóbicas espalhados na cidade pela Visão da Nova Consciência Cristã (Vinacc) e suspendeu o manifesto contra o homossexualismo que seria realizado pela entidade amanhã, na Praça da Bandeira. A decisão da magistrada foi em atendimento a Ação Cautelar e Nominada, com pedido de liminar, impetrada pela Rede Nacional de Pessoas Vivendo e Convivendo o HIV/Aids (RNP Campina Grande), com o apoio de várias entidades que defendem os direitos dos homossexuais na cidade.
Os políticos chegaram do fim de semana nas bases eleitorais certos de que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), perdeu a batalha das ruas. O marco da derrocada foi o Jornal Nacional da última quinta-feira e que vem se prolongando durante a semana que levantou a suspeita de notas frias para explicar a comercialização de gado das fazendas do senador.Na perícia entregue ontem na câmara a Polícia Federal afirmou que os documentos não são falsificações. Foram analisados recibos, notas fiscais e guias de trânsito animal apresentados pelo senador Renan Calheiros, que justificariam seus rendimentos agropecuários.A Globo vai mais longe. Até derrubar Renan. Um aliado de Lula. Se a Globo não consegue derrubar Lula, vai mordendo pelas beiradas... Alguns fizeram até pesquisas para medir o grau de conhecimento da história e o apoio a Renan. Num estado do Sudeste, ele tem 1,5% de solidariedade. Por isso, muitos começam a tratar a situação de Renan como prá lá de difícil.Artigo publicado originalmente no site da Agência Carta Maior:
Será mesmo que Chávez cometeu um erro de cálculo ao não renovar a concessão da RTCV, como diz o jornalista Teodoro Petkoff, na sua entrevista a Gilberto Maringoni, nesta Carta Maior? Pode ser. Mas sugiro que se inverta a questão. Que se discuta em primeiro lugar a vocação golpista da mídia latino-americana. E por que isso? Porque não é normal grandes jornais ou emissoras de tevê promoverem golpes para derrubar governos. Já as recaídas autoritárias de governantes fazem parte da normalidade política, mesmo na democracia. Kennedy, por exemplo, impediu o New York Times de revelar os preparativos de invasão de Cuba. Um Chávez mandão é o normal na esfera política. Uma mídia golpista é o patológico na esfera da comunicação jornalística. Essa é a aberração que nos cabe discutir. Essa é a nossa agenda. A mídia golpista prefere, é claro, a agenda “Chávez, o autoritário”.
A grande mídia já foi colaboracionista, como se viu na França durante a ocupação nazista, é quase sempre chauvinista em momentos de guerra, fechou os olhos a violações de direitos humanos por necessidades do imperialismo, como fez o New York Times com as atrocidades dos militares
A grande mídia levou Nixon à renúncia, no escândalo Watergate. Mas quem estava tramando um golpe ali era Nixon, e não a mídia. Nesse episódio, a mídia americana demonstrou uma notável vocação antigolpista, isso sim. Frustrou uma tentativa de golpe. A grande mídia Ocidental não articula a derrubada de seus próprios governos, democraticamente eleitos. A grande imprensa Ocidental pode ser em geral conservadora e sem dúvida se constitui no grande mecanismo de domínio pela persuasão. Mas desempenha esse papel de modo contraditório, com altos e baixos, também informa bastante, é critica, e freqüentemente se rebela, passando a exercer uma função contra-hegemônica, como na cobertura da guerra do Vietnã.
Isso de golpe pela mídia só mesmo na América Latina. O conceito nem se aplica à mídia européia ou americana. Mas aconteceu no Chile, em 1973, no Brasil, em 1954, e na Venezuela de Chávez, além de tentativas mal-sucedidas, como o golpe da Globo contra Brizola na eleição para o governo do Rio de Janeiro, e os episódios “paragolpistas” da edição de debate Collor-Lula pela Globo na nossa primeira eleição direta para presidente depois da ditadura.
E por que a grande imprensa latino-americana é golpista? Porque é uma mídia de grandes famílias, originalmente os grandes proprietários de terras. Eles e seus sucessores dominam o aparelho de Estado, definem as políticas públicas, ora repartindo o poder com os bancos, ora com uma incipiente burguesia industrial, mas são sempre eles. Não por acaso, a maior bancada do Congresso Nacional é a bancada ruralista.
Essa elite nutre uma visão de mundo composta por três elementos principais: subserviência ao poder maior, que é o poder dos norte-americanos na região, como forma até mesmo de auto-proteção; 2) resistência a todo e qualquer projeto nacional; 3) desprezo pelo povo. Essa é a burguesia que nos coube na divisão do mundo promovida pelos Europeus durante a expansão mercantil e colonização do Novo Mundo. É a burguesia de uma economia dependente. Atavicamente antinacional e elitista.
Sua imprensa tem função muito mais ideológica do que informativa. Quando surge um governo com propostas de desenvolvimento autônomo e distribuição de renda, faz de tudo para derrubá-lo. Instala-se uma guerra. Primeiro tenta evitar que seja eleito. Daí o forte engajamento nas campanhas eleitorais contra os candidatos nacionalistas ou portadores de propostas transformadoras. Depois parte para o pau em conluio com militares golpistas. Foi assim com Getúlio, Allende. Até Juscelino, que deu um chega-pra-lá no FMI e tinha um projeto de país, foi bombardeado pela grande imprensa. O que ela quer são governos que privatizam, desnacionalizam, entregam, são entreguistas. Não por caso, combate ferozmente a política externa de Lula. Preferem a Alca. Chama isso de realismo político, mas é apenas subserviência. Necessidade de ser dependente. Tem pavor de projetos de autonomia nacional e mais ainda de propostas de unidade latino-americana. Nem o Mercosul engoliram.
Nunca aceitaram o Estado que chamam pejorativamente de “populista”. Isso ficou muito claro na Revolução de 30. Mesmo no bojo dessa revolução que deveria marcar o fim da hegemonia agrário-exportadora, Getúlio aplicou a censura prévia, rígida e abrangente, sobre todos os meios de comunicação e produção artística e cultural, a ainda teve a precaução de cooptar a maior cadeia de rádio e de jornais da época, a dos Diários Associados, de Assis Chateaubriand. Não foi o autoritarismo de Getúlio, assim como não é o de Chávez, que geram o antagonismo da mídia oligárquica. É o caráter nacional-desenvolvimentista de seus projetos políticos. Tanto é assim que, quando Getúlio voltou ao poder pelo voto, sofreu intenso bombardeio e, de novo, entendeu que o combate à mídia oligárquica era essencial á sua sobrevivência. Apenas mudou de tática. Estimulou Samuel Wainer a fundar a cadeia Última Hora. O fato é que a grande imprensa tem sido arma recorrente dos golpistas. Usa o pretexto principal da luta contra a corrupção, seduzindo com isso a classe média recalcada, mas seu verdadeiro objetivo tem sido sempre o de derrubar o estado nacional-desenvolvimentista.
Quando toda a região abandona o Consenso de Washington em busca de um novo modelo que alie desenvolvimento com redistribuição de renda, agora com o reforço da unidade continental, a vocação golpista da mídia latino-americana torna-se um dos problemas centrais da democracia.
Chávez deve ter feito esse diagnóstico. E partiu para a guerra. Com as armas que tinha, no contexto atual, dentro das regras do jogo. Dividiu a oligarquia da imprensa, cooptando Cisneros, dono do maior conglomerado de mídia e, não renovando a concessão da RCTV, como que sinalizou aos demais o que lhes pode acontecer se saíram da linha.
Resolveu o seu problema, ou talvez só tenha ganhado tempo. Nós continuamos com o problema maior, permanente, da vocação golpista da mídia latino-americana e o grande risco que isso representa para a democracia. Essa é nossa agenda.
Bernardo Kucinski é jornalista e professor da Universidade de São Paulo.
A matéria é um pouco longa pra ser publicada em um blog, concordo, porém seria um desperdício colar uma parte e pedir pra você leitor ir para outra página.
Mas o que me faz entrar nessa discussão é simplesmente para mostrar aos mais céticos, àqueles que não acreditam que a grande mídia brasileira (leia-se aqui: Organizações Globo, Editora Abril, Grupo Folha, Estadão e ect.) que sejam capazes de promover um golpe no Brasil, eu também não acreditava, veja o exemplo:
Quem se lembra de alguma coisa publicada a respeito dessa lista em algum jornal, revista ou se ao menos uma emissora de TV fez menção ao fato?
Resposta: Se você tomou conhecimento dessa lista, foi através da independência dos blogs, que denunciaram e, que até hoje não sai de nossas memórias.
Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Neto, mais conhecido como senador caixa dois
Isso mesmo leitor, é o mesmo senador que dava chiliques nas várias CPIs na legislatura passada, o mesmo que gritava da tribuna do senado, ofendendo o presidente da república, com palavras de baixo calão, o mesmo cujo filho, derrotado nas eleições municipais de 2004, quando lançou-se candidato pela direita obtusa à prefeitura de Manaus.
Sabem o que ele fez?
Algum jornalão, revista ou TVs noticiaram alguma coisa?
Resposta: Atentado ao pudor. Bêbado, expôs sua bunda para umas moças que não lhe deram cartaz, foi preso e ainda assim desacatou a autoridade policial, tudo isso no Ceará. Mais uma vez, nada fora publicado, apenas os blogs tiveram a coragem e, pra completar, a cúpula TUCANA tratou de livra-lo de um processo e abafar tudo.
Enfim, existem muitas coisas, existem muitos interesses.
A quem interessa um Brasil mais justo?
A que interessa o combate à pobreza rural?
A que interessa a criação de mais de 900 mil empregos, só de janeiro a maio?
Vamos condenar o Vavá, esse sim é o verdadeiro vilão, ninguém mandou ser irmão do Lula, já, democraticamente condenamos o Zé Dirceu mesmo.
Nego Zhim.
O Brasil gerou, em maio deste ano, 212.217 empregos com carteira assinada, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (20) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Luppi.
De acordo com o ministro, o acumulado nos cinco primeiros meses do ano atingiu 913.836 novos postos, o maior saldo registrado na série histórica para o período, apresentando elevação de 3,3%. Nos últimos 12 meses, a variação acumulada foi de 5,05%, ou seja, 1.374.179 de empregos.
Com Agência Brasil
Segundo dados divulgados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o grupo das 30 economias mais industrializadas do mundo, no Brasil foi gerada uma média de 2,7 milhões de novos postos de trabalho por ano, durante o período entre 2002 e 2005.
Brasil, Rússia, Índia e China, os chamados BRIC, geraram mais de 22 milhões de novos empregos por ano, em média, enquanto o grupo de países integrantes da organização criou apenas 3,7 milhões de empregos por ano.
O número é cinco vezes maior do que a geração de empregos de todos os países da OCDE juntos, segundo números da própria organização.
Apesar dos números animadores do Panorama do Emprego da OCDE, a taxa de desemprego no Brasil, em torno de 9%, ainda é considerada alta e o problema atinge principalmente as mulheres jovens no país.
Pobreza e salários
A geração de empregos foi acompanhada de uma queda nos índices de pobreza nos BRIC, mas a desigualdade de salários permanece alta no Brasil.
Segundo a OCDE, isso indica que, ao contrário do que dizem as teorias econômicas tradicionais, a integração internacional de países como o Brasil não foi associada a um aumento de salários para a mão-de-obra não-qualificada.
Outro desafio para os BRIC, de acordo com a entidade, é a redução da informalidade no mercado de trabalho.
No Brasil, por exemplo, o emprego no setor informal representa cerca de 45% de todo o mercado no país, o que mostra que o crescimento econômico mais acelerado não derrubou as barreiras que impedem a transição para o setor de emprego formal.
De acordo com a OCDE, esta transição seria um fator fundamental para fortalecer as perspectivas de crescimento em longo prazo para os BRIC.
Folha Online
Não sem tempo, apagadas as luzes da CPI DO FIM DO MUNDO, aquela cujo presidente foi o senador Efraim Morais (DEM/PB), muito bem, os primeiros quatro anos de seu mandato o único compromisso era o de apoiando-se na sede insana, que consumia o latifúndio midiático, o representante desse estado pobre, mas de pessoas dignas, probas e de condutas ilibadas, dizia aos quatro cantos, ”eu quero o presidente Lula”, os menos ligados, ficavam atônitos com tamanha obsessão, “ele quer destituir, caçar, ele quer a queda do maior e melhor presidente que essa nação teve o orgulho de eleger”.
Apagada as luzes da ribalta, ele voltou, dessa vez para na tribuna do senado solicitar ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão a liberação de verbas para a aquisição de aceleradores lineares, que são utilizados no combate a tumores cancerosos, é um pleito justo, mas ele só tomou conhecimento dessa necessidade agora?
As instituições que serão beneficiadas com o atendimento pelo ministro da Saúde, são: Hospital Laureano Napoleão em João Pessoa e a Fundação Assistencial da Paraíba - PAP, em Campina Grande, mas também devemos lembrar, que na Paraíba, nas últimas eleições, dinheiro da FAC foi amplamente distribuído, muito dinheiro jogado das janelas e mais dinheiro apreendido pela policia rodoviária federal, em plena campanha , de onde seria ou saiu essa dinheirama toda? De onde?
É o momento do senhor Efraim Morais, também se dirigir à tribuna do Senado para fazer chegar ao conhecimento do povo brasileiro e a seus pares, o estado de abandono em que se encontra o já sofrido povo paraibano e a Paraíba, que são vitimas desse governo capitaneado pelo PSDB e DEM.
Nego Zhim - colunista do blog Naza de olho nas feras.
Começo minha avaliação sobre o caráter perversamente antidemocrático dos meios de comunicação, com a compreensão de que a liberdade de expressão deve ser um direito de todos e não uma benesse restrita a alguns poucos grupos privados.
A atuação irresponsável, leviana e golpista com que a chamada grande imprensa vem se comportando, tanto no caso venezuelano - onde chegou a tomar posse junto com os criminosos que assaltaram o poder constitucional em abril de 2002 -, como no caso brasileiro, onde tentou destituir o presidente Lula numa cruzada desinformativa jamais vista, nos episódios da crise política e das eleições de 2006, e, mais recentemente, com a criminalização dos movimentos sociais, é o motor que nos impulsiona a esta reflexão.
Quando seus cifrões são contrariados e sua concessão vitalícia não é renovada pois representam uma agressão à própria Constituição, como no caso da RCTV venezuelana, os feudos midiáticos rapidamente se unem, comportando-se não mais como quarto poder, mas como o primeiro. No dia 11 de abril de 2002, depois que o golpe contra o presidente Chávez teve aparentemente sucesso, o vice-Almirante Victor Ramírez Pérez declarou solenemente a Venevisión: "Temos uma arma mortal: a mídia. E agora que tenho a oportunidade, deixe me parabenizá-los".
Ditadura da mídia
Como alerta Emir Sader, para que o processo de transformação avance, um dos imperativos que se faz necessário é quebrar a coluna vertebral da ditadura da mídia em nosso país. Ditadura que, junto com a do capital financeiro, representa o principal obstáculo à afirmação de um projeto nacional, democrático e popular, que tenha o povo, e em particular a classe trabalhadora, como seu protagonista.
Temos claro que os monopólios de comunicação são hoje a negação da democracia. Reduzidos ao tilintar dos cifrões dos seus patrocinadores, via de regra bancos e cartéis transnacionais, meia dúzia de famílias detentoras desses meios prostitui a informação, e a transforma em mercadoria, numa violação à verdadeira liberdade de imprensa. (continua)
Rosane Bertotti é secretária nacional de Comunicação da CUT.
Opinião do Nego Zhim, colunista desse blog.
Somente nos períodos negros de nossa história recente, nas ditaduras de Vargas e, a desaluminada e beócia confraria do militares, empossada após o golpe de 1964, os meios de comunicação conheceram verdadeiramente o que é censura domínio e opressão à liberdade de imprensa. Estou querendo falar só desses dois momentos negros e, que devemos esquecer, mas como esquecer?
Se quando vivemos em pleno gozo democrático, com liberdade de expressão assegurada, sem mordaças, sem receitas de bolo, pudins e outros quitutes para preencher o espaço onde uma informação importante deveria estar estampada?
Todos nós vimos e presenciamos o que é uma caça midiático, como eles são ferozes e como estão se comportando nos momentos atuais. Esse fortalecimento do latifúndio midiático, como bem disse, Rosane Bertotti (CUT – PONTO DE VISTA) tem que ser questionado, nós o povo podemos fazê-lo.
Quem lembra da farra das concessões de rádio e televisão, da vasta distribuição de presentes para deputados, senadores e seus apaniguados prosélitos, seguidores e aderentes à causa dos cinco anos de mandato para José Sarney?
Pois bem, muitos daqueles beneficiados estão por ai, usando o que lhes foi dado por concessão (pública), seja rádio ou televisão, para praticarem outra modalidade de assalto, o assalto à consciência da grande massa.
NEGO ZHIM