quinta-feira, 21 de junho de 2007

Recorde: País gerou mais de 900 mil empregos de janeiro a maio de 2007

O Brasil gerou, em maio deste ano, 212.217 empregos com carteira assinada, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (20) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Luppi.


De acordo com o ministro, o acumulado nos cinco primeiros meses do ano atingiu 913.836 novos postos, o maior saldo registrado na série histórica para o período, apresentando elevação de 3,3%. Nos últimos 12 meses, a variação acumulada foi de 5,05%, ou seja, 1.374.179 de empregos.


O número ficou abaixo do resultado de abril, quando foram registrados 301,9 mil novos postos de trabalho, maior já registrado para um único mês em toda a série histórica do cadastro. Apesar da redução, o desempenho do mês passado, no entanto, é maior (0,75%) do que o verificado em maio de 2006, quando foram gerados 198.837 empregos.

A agropecuária foi o setor que mais gerou empregos. Foram registrados 80.340 novos postos no setor em maio. Contribuiu para esse resultado o cultivo do café e da cana-de-açúcar.

Com Agência Brasil

Emprego cresce mais no Brasil do que em países ricos, diz OCDE

Segundo dados divulgados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o grupo das 30 economias mais industrializadas do mundo, no Brasil foi gerada uma média de 2,7 milhões de novos postos de trabalho por ano, durante o período entre 2002 e 2005. O surgimento de tantas novas vagas se refletiu nas taxas de emprego brasileiras, que subiram entre 2000 e 2005, chegando a 70%, um número mais alto que a média da OCDE.

Brasil, Rússia, Índia e China, os chamados BRIC, geraram mais de 22 milhões de novos empregos por ano, em média, enquanto o grupo de países integrantes da organização criou apenas 3,7 milhões de empregos por ano.

O número é cinco vezes maior do que a geração de empregos de todos os países da OCDE juntos, segundo números da própria organização.

Apesar dos números animadores do Panorama do Emprego da OCDE, a taxa de desemprego no Brasil, em torno de 9%, ainda é considerada alta e o problema atinge principalmente as mulheres jovens no país.

Pobreza e salários

A geração de empregos foi acompanhada de uma queda nos índices de pobreza nos BRIC, mas a desigualdade de salários permanece alta no Brasil.

Segundo a OCDE, isso indica que, ao contrário do que dizem as teorias econômicas tradicionais, a integração internacional de países como o Brasil não foi associada a um aumento de salários para a mão-de-obra não-qualificada.

Outro desafio para os BRIC, de acordo com a entidade, é a redução da informalidade no mercado de trabalho.

No Brasil, por exemplo, o emprego no setor informal representa cerca de 45% de todo o mercado no país, o que mostra que o crescimento econômico mais acelerado não derrubou as barreiras que impedem a transição para o setor de emprego formal.

De acordo com a OCDE, esta transição seria um fator fundamental para fortalecer as perspectivas de crescimento em longo prazo para os BRIC.


Folha Online

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Tem que pedir mesmo, mas também tem que trabalhar.

Não sem tempo, apagadas as luzes da CPI DO FIM DO MUNDO, aquela cujo presidente foi o senador Efraim Morais (DEM/PB), muito bem, os primeiros quatro anos de seu mandato o único compromisso era o de apoiando-se na sede insana, que consumia o latifúndio midiático, o representante desse estado pobre, mas de pessoas dignas, probas e de condutas ilibadas, dizia aos quatro cantos, ”eu quero o presidente Lula”, os menos ligados, ficavam atônitos com tamanha obsessão, “ele quer destituir, caçar, ele quer a queda do maior e melhor presidente que essa nação teve o orgulho de eleger”.

Apagada as luzes da ribalta, ele voltou, dessa vez para na tribuna do senado solicitar ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão a liberação de verbas para a aquisição de aceleradores lineares, que são utilizados no combate a tumores cancerosos, é um pleito justo, mas ele só tomou conhecimento dessa necessidade agora?

As instituições que serão beneficiadas com o atendimento pelo ministro da Saúde, são: Hospital Laureano Napoleão em João Pessoa e a Fundação Assistencial da Paraíba - PAP, em Campina Grande, mas também devemos lembrar, que na Paraíba, nas últimas eleições, dinheiro da FAC foi amplamente distribuído, muito dinheiro jogado das janelas e mais dinheiro apreendido pela policia rodoviária federal, em plena campanha , de onde seria ou saiu essa dinheirama toda? De onde?

É o momento do senhor Efraim Morais, também se dirigir à tribuna do Senado para fazer chegar ao conhecimento do povo brasileiro e a seus pares, o estado de abandono em que se encontra o já sofrido povo paraibano e a Paraíba, que são vitimas desse governo capitaneado pelo PSDB e DEM.

Nego Zhim - colunista do blog Naza de olho nas feras.

Conferência Nacional de Comunicação: Democratização x latifúndio midiático

Começo minha avaliação sobre o caráter perversamente antidemocrático dos meios de comunicação, com a compreensão de que a liberdade de expressão deve ser um direito de todos e não uma benesse restrita a alguns poucos grupos privados.

A atuação irresponsável, leviana e golpista com que a chamada grande imprensa vem se comportando, tanto no caso venezuelano - onde chegou a tomar posse junto com os criminosos que assaltaram o poder constitucional em abril de 2002 -, como no caso brasileiro, onde tentou destituir o presidente Lula numa cruzada desinformativa jamais vista, nos episódios da crise política e das eleições de 2006, e, mais recentemente, com a criminalização dos movimentos sociais, é o motor que nos impulsiona a esta reflexão.

Quando seus cifrões são contrariados e sua concessão vitalícia não é renovada pois representam uma agressão à própria Constituição, como no caso da RCTV venezuelana, os feudos midiáticos rapidamente se unem, comportando-se não mais como quarto poder, mas como o primeiro. No dia 11 de abril de 2002, depois que o golpe contra o presidente Chávez teve aparentemente sucesso, o vice-Almirante Victor Ramírez Pérez declarou solenemente a Venevisión: "Temos uma arma mortal: a mídia. E agora que tenho a oportunidade, deixe me parabenizá-los".

Ditadura da mídia

Como alerta Emir Sader, para que o processo de transformação avance, um dos imperativos que se faz necessário é quebrar a coluna vertebral da ditadura da mídia em nosso país. Ditadura que, junto com a do capital financeiro, representa o principal obstáculo à afirmação de um projeto nacional, democrático e popular, que tenha o povo, e em particular a classe trabalhadora, como seu protagonista.

Temos claro que os monopólios de comunicação são hoje a negação da democracia. Reduzidos ao tilintar dos cifrões dos seus patrocinadores, via de regra bancos e cartéis transnacionais, meia dúzia de famílias detentoras desses meios prostitui a informação, e a transforma em mercadoria, numa violação à verdadeira liberdade de imprensa. (continua)

Rosane Bertotti é secretária nacional de Comunicação da CUT.

Opinião do Nego Zhim, colunista desse blog.

Somente nos períodos negros de nossa história recente, nas ditaduras de Vargas e, a desaluminada e beócia confraria do militares, empossada após o golpe de 1964, os meios de comunicação conheceram verdadeiramente o que é censura domínio e opressão à liberdade de imprensa. Estou querendo falar só desses dois momentos negros e, que devemos esquecer, mas como esquecer?

Se quando vivemos em pleno gozo democrático, com liberdade de expressão assegurada, sem mordaças, sem receitas de bolo, pudins e outros quitutes para preencher o espaço onde uma informação importante deveria estar estampada?

Todos nós vimos e presenciamos o que é uma caça midiático, como eles são ferozes e como estão se comportando nos momentos atuais. Esse fortalecimento do latifúndio midiático, como bem disse, Rosane Bertotti (CUT – PONTO DE VISTA) tem que ser questionado, nós o povo podemos fazê-lo.

Quem lembra da farra das concessões de rádio e televisão, da vasta distribuição de presentes para deputados, senadores e seus apaniguados prosélitos, seguidores e aderentes à causa dos cinco anos de mandato para José Sarney?

Pois bem, muitos daqueles beneficiados estão por ai, usando o que lhes foi dado por concessão (pública), seja rádio ou televisão, para praticarem outra modalidade de assalto, o assalto à consciência da grande massa.

NEGO ZHIM


terça-feira, 19 de junho de 2007

Serra sonega repasse do ICMS para a USP, Unesp e Unicamp

Deputados denunciam que (des)governo tucano não repassa o aumento do ICMS às universidades, que perderam R$ 180 milhões nos últimos 4 anos. Só primeiro trimestre do ano, Serra sonegou ( acaçapou, amofumbou,solapou e pilhou) mais de R$ 32 milhões.



Em entrevista coletiva na quarta-feira (13), a bancada do PT na Assembléia Legislativa apresentou um estudo denunciando que o governo do Estado deixou de repassar às universidades públicas estaduais nos últimos 4 anos R$ 180 milhões. Somente no primeiro trimestre deste ano foram sonegados à USP, Unesp e Unicamp R$ 32,2 milhões.

Com isso, o governador José Serra (PSDB) está descumprindo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) no tocante ao repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) às três instituições. Pela Lei, o governo é obrigado a repassar mensalmente ao ensino superior público no Estado 9,57% da arrecadação total do imposto. O líder da bancada do PT na Assembléia, deputado Simão Pedro, explica que os sucessivos governos tucanos têm subestimado a arrecadação do ICMS, que tem aumentado progressivamente. “Sorrateiramente, o governo do Estado repassa apenas o percentual sobre o valor previsto no Orçamento”, diz. “O que ocorre”, prossegue o parlamentar, “é que o ICMS tem tido mensalmente uma arrecadação maior, ficando acima da previsão, e esse excedente não está sendo repassado”, denunciou.

Outra manobra utilizada por Serra para reter recursos para as universidades, segundo os deputados, é o não repasse de valores obtidos com a renegociação de dívidas do ICMS. O governo também não desconta dos repasses às instituições os incentivos e isenções fiscais concedidos.

Os parlamentares também criticam a falta de informações por parte do governo Serra acerca da aplicação dos recursos do Estado. “Há muita dificuldade em se obter os relatórios para acompanhamento da execução orçamentária. O governador Serra tem feito esse discurso em relação às universidades, de que quer transparência”, aponta o deputado Mário Reali. “Mas o que ele deveria colocar em transparência ele não coloca. Ele gosta de controlar os outros, mas não gosta que controlemos os seus gastos”.

“O que ele tem feito é maquiar, diminuir, o que demonstra que ele não tem qualquer compromisso com a expansão do ensino superior, com a melhoria da qualidade, com investimento em ciência e tecnologia, em pesquisa”, diz Simão Pedro.

Além disso, os deputados denunciam que o governo retém recursos, paralisando projetos prioritários. “O que aconteceu com os investimentos da Linha 4 do Metrô, da Linha 2, da duplicação da Rodovia dos Tamoios? Está tudo parado”, aponta Reali. “Eles fazem um caixa para depois usarem em ano eleitoral”.

Para o deputado Ênio Tatto, “quando você subestima a Receita, você dá margem para fazer uma série de articulações dentro do Orçamento”. Segundo ele, “não dá para admitir que no primeiro quadrimestre deste ano, se arrecada R$ 3,7 bilhões a mais e dentro disso você não projete um reajuste de salário para o funcionalismo público”.

“O Serra, assim como os governos tucanos, neoliberais que acreditam que o Estado tem que se retirar, que tem que ser pequeno, mínimo, para dar espaço para soluções de mercado, é porque não acreditam que o Estado precisa investir em educação, saúde precisa investir em desenvolvimento para o combate a pobreza e a melhoria das condições de vida”, defende Simão Pedro.

JOSI SOUSA - JORNAL HORA DO POVO








segunda-feira, 18 de junho de 2007

Comércio varejista cresce pelo quarto mês, aponta IBGE

O comércio varejista brasileiro cresceu 0,4% em volume no mês de abril, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta segunda-feira (18). Já a receita do setor cresceu 0,8%. As duas taxas são em relação a março de 2007, na comparação com ajuste sazonal. Com esse desempenho, o setor registrou a quarta alta mensal consecutiva.
Na comparação com abril de 2006, o volume de vendas registrou crescimento de 7,5%, enquanto a receita teve alta de 8,2%. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, a alta foi de 9,2% no volume e 5,0% na receita. Já nos últimos 12 meses, a receita do setor cresceu 7,7%, enquanto o volume de vendas foi 7,3% maior.
Na relação entre meses de abril, todas as atividades do varejo obtiveram aumento no volume de vendas. Com maior influência no resultado global, o segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou expansão de 4,2% no volume de vendas em relação a abril de 2006, respondendo, assim, por aproximadamente 32% da taxa do varejo.
O segmento de móveis e eletrodomésticos exerceu, em abril, o segundo maior impacto no resultado do Comércio varejista, ao registrar variação de 13,1% no volume de vendas em relação a abril de 2006. A atividade de outros artigos de uso pessoal e doméstico, com o terceiro maior impacto na formação da taxa do varejo, obteve variação de 23,5% no volume de vendas em relação a abril de 2006.
O setor de combustíveis e lubrificantes registrou variação de 6,6% na relação entre abril 2007 e abril 2006 - o quarto resultado positivo após dois anos consecutivos de queda.

Portal G1

Reforma política: CUT defende participação popular e controle social do Estado

Pensar em reforma política deve significar considerar o conceito de democracia, a democracia como valor. Uma nação, um estado-nação, somente terá instituições políticas fortes se exercer a democracia em sua plenitude. O Estado democrático garante instituições democráticas, participação de todos os setores sociais. Fortalecer a democracia significa, sobretudo, garantir que o Estado e as políticas públicas estejam a serviço do bem comum da população.
Foi a partir do conceito acima que a CUT orientou sua intervenção no Seminário Reforma Política, realizado na última quinta-feira (14) pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), em Brasília. O presidente da Central, Artur Henrique, participou de uma das mesas do debate, a que tratava do aperfeiçoamento da democracia representativa. Artur salientou que a luta por uma reforma política deve ir além do aspecto político-eleitoral e deve consolidar a democracia direta, tal como definido em resolução do 9º Concut.
“A democracia direta pressupõe o fortalecimento de mecanismos como plebiscitos, referendos e projetos de iniciativa popular. Nesse sentido, a CUT também defende que o orçamento participativo seja adotado nas três esferas de governo, como forma de combater fraudes, corrupção, acabar com as emendas pessoais de parlamentares e garantir que os recursos tenham destinação social”, afirmou Artur.
O presidente da CUT insistiu que a mídia também precisa ser objeto de um processo amplo de reforma política: “Mais do que nunca há a necessidade de democratizar os meios de comunicação”. Artur também destacou que a democratização da sociedade, essencial para uma reforma política, passa pela democratização das relações de trabalho.
Ao tratar das medidas para reestruturação do sistema eleitoral defendidas pela CUT, Artur destacou o financiamento exclusivamente público das campanhas.

CUT

Lula: Brasil vive seu melhor momento econômico desde proclamação da República

O Brasil vive o seu melhor momento econômico desde que a República foi proclamada. A avaliação é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, em seu programa de rádio Café com o Presidente desta segunda-feira, lembrou que "finalmente" o país conseguiu combinar estabilidade econômica com crescimento.
"Todo mundo está percebendo que nós conseguimos combinar crescimento com controle da inflação. E, mais importante, todo mundo conseguiu perceber que nós estamos fazendo o crescimento das exportações e o crescimento das importações e o crescimento do mercado interno", destacou.
O presidente Lula comentou o crescimento de 4,3% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas no país) no primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período de 2006. Segundo ele, o aumento demonstra a possibilidade de crescimento do PIB nos próximos trimestres deste ano.
"Indica uma melhor situação para a economia brasileira, o que me deixa acreditando que a gente vai ter mais crescimento econômico, mais geração de emprego, mais distribuição de renda, mais exportação, mais importação. Portanto, mais riqueza será produzida neste país para o bem de todo o povo brasileiro", afirmou.
De acordo com o presidente, o crédito no país cresceu 21% nos últimos 12 meses. "Em 2003, o crédito estava por volta de R$ 300 bilhões e agora estamos com crédito de R$ 757 bilhões", ressaltou. Com relação à agricultura, o presidente destacou os R$ 12 bilhões destinados pelo governo federal para a safra 2007/2008.
"Se você pegar, por exemplo, a agricultura, nós partimos de R$ 2 bilhões e meio, chegamos a liberar R$ 8,5 bilhões na safra 2006/2007, e agora estamos colocando 12 bilhões para a safra 2007/2008. E é isso que conta para fortalecer o crescimento da economia", disse.
"Eu posso hoje dizer ao povo brasileiro, com muita tranqüilidade, que mesmo aqueles que são pessimistas ou mesmo aqueles que querem torcer contra o governo - porque a verdade é que tem gente que gosta que as coisas não dêem certo para eles poderem dizer que têm razão - é que o Brasil vive o seu melhor momento desde que a República foi proclamada. Eu não tenho dúvida de dizer isso", destacou o presidente Lula.

Agência Brasil

CAPITANIAS HEREDITÁRIAS


Gustavo emalou. Abre aspas. Ou clique aqui.

EUA já revogaram 141 concessões de TV e rádio

A Administração Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês), um órgão do governo dos Estados Unidos, fechou 141 concessionárias de rádio e TV entre 1934 e 1987. Em 40 desses casos, a FCC nem esperou que acabasse o prazo da concessão.
Os dados foram levantados por Ernesto Carmona, presidente do Colégio de Jornalistas do Chile, no artigo intitulado "Salvador Allende se revolve em sua tumba: senadores socialistas comparam Chávez a Pinochet".
Casos citados pelo jornalista chileno: em julho de 1969 a FCC estadunidense revogou a concessão da WLBT-TV; em 1981, revogou a concessão da WLNS-T, em abril de 1999, a FCC Yanks Trinity License; em abril de 1998, revogou a concessão da rádio Daily Digest.
Só na década de 80 ocorreram dez casos de não renovação. E prossegue Carmona: "Na Inglaterra, o governo Margareth Thatcher cancelou a concessão de uma das maiores estações de TV do país, simplesmente por ter difundido notícias desagradáveis, embora absolutamente verídicas".
Argumentou, simplesmente, que "se tiveram a estação de TV por 30 anos, por que deveriam ter um monopólio?". Também no Reino Unido, a autoridade estatal decretou, em março de 1999, o fechamento temporário do MED TV, canal 22; em agosto de 2006, revogou a licença da ONE TV; em janeiro de 2004, a licença da Look 4 Love 2; em novembro de 2006, a da StarDate TV 24; e em dezembro de 2006, revogou o canal de televendas Auctionworld.
Do Canadá vem o exemplo da Country Music Television, que teve a concessão revogada em 1999. A Espanha revogou em julho de 2004 a concessão da TV Laciana (um canal a cabo) e, em abril de 2005, a das emissoras de rádio e TV de sinal aberto em Madri.
A seguir, em julho de 2005, determinou o fechamento da TV Católica. Na França, revogou a licença da TV& em fevereiro de 1987, e em dezembro de 2004 fez o mesmo com a Al Manar. Em dezembro de 2005, fechou a TF1, por ter colocado em dúvida a existência do Holocausto.
Já a Irlanda revogou em 1990 a licença para a TV3 iniciar suas transmissões. A Rússia, em agosto de 2000, fechou uma emissora de TV por divulgar publicidade subliminar. Já em março de 2006, fechou a TV6.
Carmona diz também que são muitos os exemplos que vêm de países do Terceiro Mundo, de Bangladesh à América Latina. No Peru, em abril passado, foram fechados dois canais de TV e três de rádio por não cumprimento da lei local.
O Uruguai revogou em dezembro de 2006 as concessões das emissoras de rádio 94.5 FM e Concierto FM, de Montevidéu. El Salvador fez o mesmo em julho de 2003 com a Salvador Network.
"E em nenhum destes países houve uma campanha como a da atual RCTV, cuja concessão durou 53 anos", ironiza Carmona.
Ele recorda ainda que "a União Internacional de Telecomunicações (UIT) reconhece em toda a sua amplitude o direito soberano de cada Estado a regulamentar suas telecomunicações, tendo em conta a importância crescente das telecomunicações para a salvaguarda da paz e do desenvolvimento econômico e social dos Estados".
Fecha aspas. É só o que eu tive tempo de fazer agora. Há braços...

Fonte: CARTEIRO DO POETA

Morre a cantora Núbia Lafayette


A cantora Núbia Lafayette faleceu às 13h30 desta segunda-feira (18). Núbia se encontrava hospitalizada desde o último dia 25 de maio no Hospital de Clínicas de Niterói (RJ) devido a um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Idenilde de Araújo Alves da Costa, nome verdadeiro de Núbia Lafayette, nasceu no município Açu (RN) em 21 de janeiro de 1937. Mudou-se para o Rio de Janeiro aos três anos de idade, com a mãe. Logo cedo demonstrou interesse pela música apresentando-se em programas infantis. Aos 12 anos, a pequena Idenilde Araújo fazia do cabo da vassoura um microfone para cantar as músicas de Vicente Celestino e Dalva de Oliveira - os maiores cantores da época.
A cantora potiguar desembarcou muito cedo no Rio de janeiro e começou sua carreira no fim dos anos 50, com o nome artístico de Nilde Araújo. Cantou em programas de calouros, foi crooner da boate Cave e estreou cantando Dalva de Oliveira.
Chegou a gravar um disco ainda como Nilde Araújo, e assumiu o nome definitivo de Núbia Lafayette em 1960, por sugestão do compositor Adelino Moreira, que a apresentou à gravadora RCA e encontrou em Núbia a intérprete ideal para suas canções.
Ainda em 1960, Núbia grava seu primeiro disco de carreira com a música "Devolvi" de Adelino Moreira, que logo passaria a tocar nas rádios de todo o País e exaustivamente no Nordeste, o que a projetou como uma cantora romântica e popular.
Fonte de inspiração - Nelson Gonçalves teve uma grande importância na carreira de Núbia Lafayette, tendo sido sua fonte de inspiração musical masculina e um grande professor. Nelson a ensinou como se comportar no palco.
Núbia, pela grande afinidade com o cantor, foi apontada por muitos de seus fãs como "Nelson Gonçalves de saia". Regravou muitos de seus sucessos, como 'Argumento' (Adelino Moreira), 'A volta do boêmio' (Adelino Moreira) e 'Fica comigo esta noite' (Nelson Gonçalves/Adelino Moreira). Logo vieram cair na boca do povo músicas como o bolero 'Seria tão diferente', 'Prece à lua' e 'Solidão'.
Nos anos 70, pela gravadora CBS, veio uma segunda fase de sucessos. Núbia volta às paradas com "Casa e Comida", de Rossini Pinto, que foi faixa título de um LP gravado em 1972. A música virou uma espécie de hino oficial das mulheres mal casadas e desprezadas pelo maridos infiéis - quase todas sabiam de cor o refrão "não é só casa e comida que faz a mulher feliz". Neste mesmo LP, 'Aliança com filete de prata' (Gloria Silva) também passou a fazer parte do seu repertório, como também as músicas que lançou nos anos seguintes, como 'Mata-me depressa' (Rossini Pinto), 'Quem eu quero não me quer' (Raul Sampaio/Benil Santos), 'Esta noite eu queria que o mundo acabasse' (Silvio Lima) e as recordistas de pedidos suplicantes nos eufóricos shows de Núbia Lafayette, a exemplol de 'Lama' (Aylce Chaves/Paulo Marques) e 'Fracasso' (Mario Lago), músicas que se tornaram célebres em sua voz.
Apesar dos modismos, Núbia sempre se manteve fiel ao romantismo das mágoas, da traição, do desconsolo e da fossa, que teve em Adelino Moreira seu grande profeta. Núbia ainda gravou outros especialistas da dor de cotovelo, como Lupcínio Rodrigues, Herivelto Martins, Raul Sampaio, Jair Amorim, Evaldo Gouveia e Othon Russo, dentre outros.
Muitos cantores que hoje fazem sucesso no cenário fonográfico nacional são confessadamente influenciados por essa musa do povo, que é Núbia Lafayette, a exemplo de Alcione, Fafá de Belém, Elymar Santos e Tânia Alves. Núbia cativou uma legião de fãs, dentro e fora do meio artístico. Cauby Peixoto, Adilson Ramos, Waldick Soriano, Cláudia Barroso, Paulo Gracindo, dentre outros, já puderam até exercitar sua tietagem, dividindo microfone com Núbia em gravações emocionadas, a exemplo de Alcione, Gonzaguinha, Nelson Gonçalves, Elymar Santos, Waldick Soriano, Noite Ilustrada, e Trio Irakitam.
Núbia morava em Maricá (RJ), onde também se dedicava ao gerenciamento do Centro Gastronômico Núbia Lafayette, além de fazer shows por todo o País.

Fonte: www.portalcorreio.com.br

Nesse momento de profunda dor, eu o Naza, que já não sou tão novo assim, sou um jovem meninão beirando os cinqüenta anos, tive o prazer de conhecer muitas de suas músicas, tive a grata satisfação de vê-la cantar e junto com tantos outros encher o coração de muita paz.
Por isso, em homenagem e um tributo a essa, que a meu ver, mesmo na grande viagem, é e sempre será a mais completa interprete do cancioneiro romântico e popular brasileiro, vou publicar a letra de uma das lindas canções que já ouvi em minha vida.

"Devolvi"

Núbia Lafayette

Composição: Adelino Moreira

Devolvi
O cordão e a medalha de ouro
E tudo que ele me presenteou
Devolvi suas cartas amorosas
E as juras mentirosas
Com que ele me enganou

Devolvi
A aliança e também seu retrato
Para não ver seu sorriso
No silêncio
Do meu quarto

Nada quis guardar como lembrança
Pra não aumentar meu padecer
Devolvi tudo
Só não pude devolver
A saudade cruciante
Que amargura meu viver

Também maravilhosamente interpretada pelo saudoso Nelson Gonçalves.

Sou o Naza, de volta, de casa nova e triste com essa perda.





Pesquisa APAVORA oposição 2

Ainda sobre a pesquisa recente feita pelo pesquisador tucano/pefelê/golpista.

domingo, 17 de junho de 2007

A idiotice da Folha chega em Paris

Luiz Felipe de Alencastro, conhecido professor brasileiro que reside e trabalha em Paris, autor de “O Trato dos Viventes” mantém o site “Seqüências Parisienses”, de onde dispara torpedos críticos contra a idiotice geral deixada no Brasil.

Fonte: http://sequenciasparisienses.blogspot.com/

Sobre a bizarrice do editorial da Folha de S. Paulo no “caso Lamarca” ele escreveu:

O "caso Lamarca" e o editorial da Folha

Lido aqui de manhã cedo, quando no Brasil ainda é alta madrugada, o editorial de hoje da Folha, “O caso Lamarca”, me deixa perplexo. Os argumentos avançados no texto, contrários à decisão de promover Lamarca e indenizar sua família, parecem coerentes. Mas em nenhum momento fazem referência à fundamentação jurídica seguida pela Comissão de Anistia.

Noutra página do jornal, vem resumido o histórico da decisão. “O primeiro reconhecimento da responsabilidade do Estado pela morte de Carlos Lamarca foi em 1996, quando a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos do Ministério da Justiça determinou o pagamento de indenização à família.

A decisão foi inovadora, já que a lei vigente limitava o pagamento às famílias dos mortos em dependência policial. Morto em campo aberto, entendeu-se que Lamarca já estava sob o cerco de agentes do Estado, sem condição de reagir.

Em 2004, a lei foi alterada e as possibilidades de indenização, ampliadas. Anteontem (14), a Comissão de Anistia determinou o pagamento de pensão de R$ 12.152,61 à viúva. Os crimes ou a deserção do Exército não entraram em discussão porque, em 1979, o país aprovou a Lei da Anistia, que perdoou os crimes cometidos durante o regime militar.”

O julgamento dá lugar a controvérsias. Porém, o editorial da Folha enviesa o debate e termina com uma conclusão bizarra: “Por tratar-se de um prêmio à deserção, ademais, a equiparação de seus vencimentos ao de um general afronta os princípios de disciplina e subordinação, pilares das Forças Armadas”.

Comentário Básico: não se espante de qualquer vocês lerem na Falha de SP, oops Folha de SP ou no Estadão ou mesmo de um direitista por ai que os judeus do gueto de Varsóvia ou os guerrilheiros da resistência francesa eram criminosos por pegarem em armas e matarem "incocentes" alemães da segunda guerra mundial.

Morcego Vermelho

VAVÁ ESTÁ SENDO LINCHADO PELA MÍDIA GOLPISTA

De antemão, chamo a atenção para o fato de que o artigo aqui reproduzido não foi escrito por nenhum petista, mas por um jornalista insuspeito, que não vive de jabá, como Mainardi e Reinaldo Azevedo.

Do comentário de Élío Gaspari eu destaco:

"Lula tem 15 irmãos e algo como cem parentes. Desde que Tomé de Souza chegou a Salvador, nenhuma família de governante teve tão poucas relações com o Estado como a dos Silva. Mais: nenhuma veio de origem tão modesta e continuou a viver em padrões tão modestos".


ÉLIO GASPARI

Vavá está sendo linchado

Genival Inácio da Silva, o Vavá, está sendo covardemente linchado porque é irmão do presidente da República. Ele é acusado de tráfico de influência sem que até hoje tenha aparecido um só nome de servidor público junto ao qual tenha traficado qualquer pleito que envolvesse dinheiro do erário. Um fazendeiro paulista metido numa querela de terras queria reverter uma decisão unânime do Superior Tribunal de Justiça. Vavá recomendou-lhe um advogado. Isso não é tráfico de coisa alguma. Um empreiteiro queria obras e encontrou-se com ele num restaurante. Ninguém responde se Vavá conseguiu favorecer esse ou qualquer outro empreiteiro.

A divulgação cavilosa e homeopática de trechos de gravações telefônicas envolvendo parentes de LULA tornou-se um processo intimidatório e difamador capaz de fazer corar os generais do Serviço Nacional de Informações, o SNI da ditadura. No caso de Vavá, as suspeitas jogadas até agora no ventilador não guardam nexo com os fatos. Não há proporção entre as acusações que lhe fazem e o grau de exposição a que foi deliberadamente submetido.

A Polícia Federal vasculhou sua casa (um imóvel de classe média em São Bernardo do Campo). A diligência foi apresentada como parte de uma Operação Xeque-Mate, destinada a desbaratar uma quadrilha envolvida em contrabando, tráfico de drogas e máquinas caça-níqueis. Não era pouca coisa.
Pelo que se sabe até agora, coletaram cinco papéis. Entre eles, duas cartas que não foram entregues. Vavá tentou alavancar dois casos com empresas privadas (Vale e CSN). Nenhum dos pleitos chegou à direção das companhias.

Trucidar
Os grampos policiais estabeleceram um vínculo entre Vavá e dois mercadores de casas de jogo e atravessadores de negócios. Um deles, Nilton Servo, ameaçou “trucidar” a família de um desafeto. O outro, Dario Morelli, compadre de Lula, julgava-se protegido pelas suas amizades e disse que a polícia pensaria “duas vezes em fazer qualquer coisa”. Foi preso. Os dois planejavam maracutaias e contavam com a ajuda do irmão do presidente, a quem dizem ter dado algo como R$ 15 mil nos últimos meses. Nas palavras de Servo, “o Vavá é para ser usado”.

Numa conversa, Vavá fez-lhe um pedido: “Ô, arruma dois pau pra eu?”.

Lula tem 15 irmãos e algo como cem parentes. Desde que Tomé de Souza chegou a Salvador, nenhuma família de governante teve tão poucas relações com o Estado como a dos Silva. Mais: nenhuma veio de origem tão modesta e continuou a viver em padrões tão modestos.

Vavá meteu-se por sua conta e risco com os negócios de Servo e do compadre Morelli. Desqualificá-lo por lambari, deseducado ou pé-de-chinelo é parte do linchamento. Ele é um cidadão, ponto. Seus atos vêm sendo investigados e serão levados à apreciação da Justiça.

Podia ser membro da Academia Brasileira de Letras, dava na mesma.

Antes da conclusão do inquérito policial, Vavá foi irremediavelmente satanizado a partir de indícios, suspeitas e manipulações. Seu linchamento não busca o cidadão metido com vigaristas. Busca a jugular do irmão.

Durante a última campanha eleitoral, quando o comissariado petista chafurdou na compra de um dossiê contra os tucanos, demonizou-se a figura de Freud Godoy, um assessor de Lula, conviva de sua panelinha. Durante três dias, ele pareceu encarnar toda a corrupção nacional.

Freud foi arrolado em dois processos, um criminal e outro eleitoral. Dizer que foi inocentado é pouco. Ele nem sequer foi indiciado.

O pessoal do século XXI sabe que Jimmy Carter é um ex-presidente dos Estados Unidos (1977-1981), Prêmio Nobel da Paz de 2002. Passará para a história como um exemplo de retidão. Isso agora. Quando estava na Casa Branca, Carter foi atazanado pela exposição de seu irmão Billy, um caipira alcoólatra que se tornou lobista (registrado) do governo líbio. Criou-se o neologismo Billygate. Morreu em 1988, aos 51 anos, falido. Virou poeira da História.

Ninguém quer a jugular de Vavá, como não se queria a de Billy Carter.
O negócio é outro.

PS.

É isso ai, a oposição golpista e mídia vendida não querem o sangue de Vavá, querem mesmo é derrubar Lula, e, se possível, com sangue.

TRISTE NAÇÃO QUE TEM UMA IMPRENSA DESTA.

DECEPÇÃO DOS TUCANOS .

Domingo, 17 de Junho de 2007

Tucanos muita calma nessa hora, olha o coração:PESQUISA INDICA SE TIVESSE NOVA ELEIÇÃO LULA VENCERIA NO PRIMEIRO TURNO

Pesquisa choca a oposição

Entao fizeram mais uma pesquisa eleitoral 6 meses depois da eleição oficial. Faz sentido? No Brasil faz.

Apesar dos escândalos, inclusive aquele que envolveu seu irmão Vavá, o presidente Lula permanece sem adversários eleitorais, segundo pesquisa do cientista político Antônio Lavareda, o favorito do PSDB e do Democratas.

Pela pesquisa, Lula até seria reeleito no primeiro turno para um terceiro mandato.


continua...
http://republicavermelha.blogspot.com/2007/06/tucanos-muita-calma-nessa-hora-olha-o.html

Recebido por e-mail de:Meryhellen Belle

sábado, 16 de junho de 2007

PARAFRASEANDO A PODEROSA.

VALE À PENA VER DE NOVO

Certamente muitos nem se lembram mais desse episódio, do dia em que a poderosa venus platinada teve que ler, mesmo que por força da justiça, como direito de resposta concedido ao senhor Leonel de Moura Brizolla, toda sua trajetória de bajulação e serventílismo aos interesses dos poderosos e da podre ditadura militar instalada no Brasil.
É bom navegar na net e, redescobrir essas pérolas da história recente dessa manipuladora.

Sou o Naza, estou de volta e agora em casa nova.


Ela tem sorte, pois está no Brasil que tanto busca destruir, já imaginou se fosse na Venezuela de Hugo Chaves?