domingo, 17 de junho de 2007

VAVÁ ESTÁ SENDO LINCHADO PELA MÍDIA GOLPISTA

De antemão, chamo a atenção para o fato de que o artigo aqui reproduzido não foi escrito por nenhum petista, mas por um jornalista insuspeito, que não vive de jabá, como Mainardi e Reinaldo Azevedo.

Do comentário de Élío Gaspari eu destaco:

"Lula tem 15 irmãos e algo como cem parentes. Desde que Tomé de Souza chegou a Salvador, nenhuma família de governante teve tão poucas relações com o Estado como a dos Silva. Mais: nenhuma veio de origem tão modesta e continuou a viver em padrões tão modestos".


ÉLIO GASPARI

Vavá está sendo linchado

Genival Inácio da Silva, o Vavá, está sendo covardemente linchado porque é irmão do presidente da República. Ele é acusado de tráfico de influência sem que até hoje tenha aparecido um só nome de servidor público junto ao qual tenha traficado qualquer pleito que envolvesse dinheiro do erário. Um fazendeiro paulista metido numa querela de terras queria reverter uma decisão unânime do Superior Tribunal de Justiça. Vavá recomendou-lhe um advogado. Isso não é tráfico de coisa alguma. Um empreiteiro queria obras e encontrou-se com ele num restaurante. Ninguém responde se Vavá conseguiu favorecer esse ou qualquer outro empreiteiro.

A divulgação cavilosa e homeopática de trechos de gravações telefônicas envolvendo parentes de LULA tornou-se um processo intimidatório e difamador capaz de fazer corar os generais do Serviço Nacional de Informações, o SNI da ditadura. No caso de Vavá, as suspeitas jogadas até agora no ventilador não guardam nexo com os fatos. Não há proporção entre as acusações que lhe fazem e o grau de exposição a que foi deliberadamente submetido.

A Polícia Federal vasculhou sua casa (um imóvel de classe média em São Bernardo do Campo). A diligência foi apresentada como parte de uma Operação Xeque-Mate, destinada a desbaratar uma quadrilha envolvida em contrabando, tráfico de drogas e máquinas caça-níqueis. Não era pouca coisa.
Pelo que se sabe até agora, coletaram cinco papéis. Entre eles, duas cartas que não foram entregues. Vavá tentou alavancar dois casos com empresas privadas (Vale e CSN). Nenhum dos pleitos chegou à direção das companhias.

Trucidar
Os grampos policiais estabeleceram um vínculo entre Vavá e dois mercadores de casas de jogo e atravessadores de negócios. Um deles, Nilton Servo, ameaçou “trucidar” a família de um desafeto. O outro, Dario Morelli, compadre de Lula, julgava-se protegido pelas suas amizades e disse que a polícia pensaria “duas vezes em fazer qualquer coisa”. Foi preso. Os dois planejavam maracutaias e contavam com a ajuda do irmão do presidente, a quem dizem ter dado algo como R$ 15 mil nos últimos meses. Nas palavras de Servo, “o Vavá é para ser usado”.

Numa conversa, Vavá fez-lhe um pedido: “Ô, arruma dois pau pra eu?”.

Lula tem 15 irmãos e algo como cem parentes. Desde que Tomé de Souza chegou a Salvador, nenhuma família de governante teve tão poucas relações com o Estado como a dos Silva. Mais: nenhuma veio de origem tão modesta e continuou a viver em padrões tão modestos.

Vavá meteu-se por sua conta e risco com os negócios de Servo e do compadre Morelli. Desqualificá-lo por lambari, deseducado ou pé-de-chinelo é parte do linchamento. Ele é um cidadão, ponto. Seus atos vêm sendo investigados e serão levados à apreciação da Justiça.

Podia ser membro da Academia Brasileira de Letras, dava na mesma.

Antes da conclusão do inquérito policial, Vavá foi irremediavelmente satanizado a partir de indícios, suspeitas e manipulações. Seu linchamento não busca o cidadão metido com vigaristas. Busca a jugular do irmão.

Durante a última campanha eleitoral, quando o comissariado petista chafurdou na compra de um dossiê contra os tucanos, demonizou-se a figura de Freud Godoy, um assessor de Lula, conviva de sua panelinha. Durante três dias, ele pareceu encarnar toda a corrupção nacional.

Freud foi arrolado em dois processos, um criminal e outro eleitoral. Dizer que foi inocentado é pouco. Ele nem sequer foi indiciado.

O pessoal do século XXI sabe que Jimmy Carter é um ex-presidente dos Estados Unidos (1977-1981), Prêmio Nobel da Paz de 2002. Passará para a história como um exemplo de retidão. Isso agora. Quando estava na Casa Branca, Carter foi atazanado pela exposição de seu irmão Billy, um caipira alcoólatra que se tornou lobista (registrado) do governo líbio. Criou-se o neologismo Billygate. Morreu em 1988, aos 51 anos, falido. Virou poeira da História.

Ninguém quer a jugular de Vavá, como não se queria a de Billy Carter.
O negócio é outro.

PS.

É isso ai, a oposição golpista e mídia vendida não querem o sangue de Vavá, querem mesmo é derrubar Lula, e, se possível, com sangue.

TRISTE NAÇÃO QUE TEM UMA IMPRENSA DESTA.

DECEPÇÃO DOS TUCANOS .

Domingo, 17 de Junho de 2007

Tucanos muita calma nessa hora, olha o coração:PESQUISA INDICA SE TIVESSE NOVA ELEIÇÃO LULA VENCERIA NO PRIMEIRO TURNO

Pesquisa choca a oposição

Entao fizeram mais uma pesquisa eleitoral 6 meses depois da eleição oficial. Faz sentido? No Brasil faz.

Apesar dos escândalos, inclusive aquele que envolveu seu irmão Vavá, o presidente Lula permanece sem adversários eleitorais, segundo pesquisa do cientista político Antônio Lavareda, o favorito do PSDB e do Democratas.

Pela pesquisa, Lula até seria reeleito no primeiro turno para um terceiro mandato.


continua...
http://republicavermelha.blogspot.com/2007/06/tucanos-muita-calma-nessa-hora-olha-o.html

Recebido por e-mail de:Meryhellen Belle

sábado, 16 de junho de 2007

PARAFRASEANDO A PODEROSA.

VALE À PENA VER DE NOVO

Certamente muitos nem se lembram mais desse episódio, do dia em que a poderosa venus platinada teve que ler, mesmo que por força da justiça, como direito de resposta concedido ao senhor Leonel de Moura Brizolla, toda sua trajetória de bajulação e serventílismo aos interesses dos poderosos e da podre ditadura militar instalada no Brasil.
É bom navegar na net e, redescobrir essas pérolas da história recente dessa manipuladora.

Sou o Naza, estou de volta e agora em casa nova.


Ela tem sorte, pois está no Brasil que tanto busca destruir, já imaginou se fosse na Venezuela de Hugo Chaves?

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Tucano na mira do MPE da Paraiba.

MP Eleitoral pede a cassação do governador da Paraíba MPE/PB O Ministério Público Eleitoral na Paraíba apresentou ao corregedor regional eleitoral Carlos Eduardo Lisboa, alegações finais na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) nº 251, ajuizada em 30 de setembro de 2006, que imputa ao governador reeleito Cássio Cunha Lima (PSDB), e ao superintendente do Jornal A União, José Itamar da Rocha Cândido, a prática de abuso de poder político consistente no utilização irregular do mencionado veículo de comunicação. Na Aije, argumenta-se, em linhas gerais, que o jornal serviu de ferramenta para a promoção pessoal e eleitoral do então candidato a governador, bem como foi meio para a divulgação de publicidade institucional em pleno período eleitoral, o que configura conduta vedada ao agente público em campanha política. O MP Eleitoral considerou que, na maioria dos exemplares do periódico nos anos de 2005 e 2006, fica clara a permanente exaltação e divulgação da imagem de governador do estado, por meio de reportagens de capa e de matérias dispostas em páginas internas. Este fato configura violação ao artigo 37, parágrafo 1º da Constituição Federal, segundo o qual a “publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos”. Também, de acordo com o artigo 74, da Lei 9.504/90 (Lei Geral das Eleições), a violação àquele dispositivo constitucional configura abuso de poder político, nos termos do artigo 22 da Lei Complementar 64/90, podendo ensejar, portanto, inelegibilidade do candidato eleito. Além do abuso, caracterizou-se a conduta vedada ao agente público prevista no artigo 73, inciso VI, alínea b, da Lei Geral das Eleições, que proíbe (ressalvadas exceções restritas) a publicidade institucional no período eleitoral, para evitar vantagem eleitoral especialmente a candidatos à reeleição. Nas suas alegações finais, destaca o Ministério Público Eleitoral que o esforço de promoção pessoal do governador, contido naquele veículo de comunicação, culminou com a publicação de edições-extra no dia 2 de outubro de 2006 (data imediatamente após o primeiro turno) e no dia 29 de outubro (dia do segundo turno), fazendo propaganda eleitoral direta em favor daquele candidato. Publicidade institucional vedada - O MP Eleitoral argumenta ainda que o Jornal A União promoveu intensa e evidente publicidade institucional, ao longo de quase todo período eleitoral de 2006, disfarçada sob forma de matérias jornalísticas. Para se constatar tal fato, basta um exame superficial das manchetes de capa do período eleitoral, sendo que, apenas com o deferimento de medida liminar, pelo então corregedor Alexandre Targino Gomes Falcão, a pedido do MP Eleitoral, é que se modificou o foco das matérias veiculadas pelo jornal, isto já às vésperas da realização do segundo turno. A referida liminar aplicava multa para o caso de reincidência na veiculação de propaganda institucional, e não foi objeto de recurso dos investigados. Os advogados do governador e do superintendente chegaram a argumentar que as reportagens do Jornal A União constituiam, apenas, matérias jornalísticas isentas. No entanto, lembrou o MP Eleitoral, que o próprio governador, ao apresentar contestação sobre possível propaganda política extemporânea no Jornal a União, em outro processo, havia afirmado expressamente que o veículo em questão servia justamente para divulgação das ações administrativas do governo. A violação ao artigo 73, inciso VI, alínea b, enseja multa para os responsáveis e cassação do diploma do candidato beneficiado pela publicidade irregular. Potencialidade eleitoral - Para o Ministério Público Eleitoral, os fatos apurados na Aije tiveram potencialidade para comprometer a isonomia entre os candidatos ao pleito 2006, tendo em vista o alcance da distribuição do veículo de comunicação, custeado com recursos públicos. Pela prova trazida aos autos, o Jornal A União tem tiragem próxima a cinco mil exemplares diários, dos quais cerca de 80% são distribuídos gratuitamente, o que resulta num número próximo a um milhão de exemplares veiculadores de propaganda do governo do estado por ano, número este, inclusive, próximo à tiragem do jornal de maior circulação do estado da Paraíba. Precedentes do TSE - Para atingir tais conclusões, o Ministério Público Eleitoral se orientou por precedentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que restaram punidas situações até menos graves. No Recurso Ordinário nº 688/SC (caso semelhante anteriormente ocorrido em Santa Catarina), a Corte Superior entendeu que a distribuição de jornais com tiragem expressiva (cinco mil exemplares distribuídos gratuitamente), exaltando a imagem do então candidato a deputado estadual Celso Matiollo, constituia abuso de poder econômico e de mídia. O TSE manteve a cassação do registro de deputado estadual. Em relação aquele candidato a deputado, foram analisados pelo TSE apenas nove exemplares do informativo, editado próximo às eleições, com recursos exclusivamente privados, nos quais constavam matérias enaltecedoras sobre o político cassado. No caso do Recurso Ordinário nº 12244/PB, referente ao ex-senador paraibano Humberto Lucena, o TSE entendeu configurar abuso de poder político o uso da gráfica do Senado Federal para a impressão e posterior distribuição de simples calendários com o nome e foto do político, no número de 130 mil, em ano eleitoral. Por este motivo, foi determinada a cassação do mandato de senador de Humberto Lucena. Para o MP Eleitoral, tendo em vista os dois casos apresentados como precedentes, é inegável a maior gravidade no tocante ao Jornal A União. Os autos agora seguem para julgamento pelo Plenário do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.
Portal http://www.correiodaparaiba.com.br/

Copiado do blog: HELIO JAMPA.

ANISTIA, JÁ.


UM ANO DEPOIS DA CPI DOS CORREIOS

Nos últimos dias, a mídia se dedicou a fazer um balanço bastante dirigido, bem típico dela, das medidas sugeridas pela CPI dos Correios e sobre a denúncia do Procurador Geral da República, que também já fez um ano.

O tom geral foi de uma falsa indignação pela impunidade e pelo risco de prescrição da denúncia, mesmo a mídia sabendo que o rito jurídico e as garantias constitucionais asseguram a todo acusado a presunção da inocência, e que o ônus da prova cabe ao acusador. Denúncia não é sentença. Acusação não é julgamento.

De uma maneira geral, todos os comentários, editoriais e matérias desconheceram, ao tratarem do meu caso, que nem a CPI dos Correios, nem o Procurador Geral da Republica apresentaram qualquer prova ou indício que me envolvessem nas denúncias, seja da CPI ou do Ministério Público.

Fui investigado também em duas denúncias paralelas. O chamado caso Valdomiro Diniz e as acusações do irmão do prefeito Celso Daniel. Em ambos, fui inocentado. No primeiro, depois de duas CPIs, dois inquéritos e duas investigações. Nada me envolve no caso Valdomiro Diniz. No segundo fui inocentado, em juízo, quando Francisco Daniel se retratou e a denúncia foi arquivada.

Minha vida pública e privada sofreu uma devassa, meus sigilos fiscal, bancário e telefônico foram quebrados e, depois de mais de um ano, nada foi provado contra mim. Em nenhum momento das investigações da CPI dos Correios fui envolvido em qualquer denúncia sobre os Correios. Toda acusação contra mim se baseou exclusivamente nas declarações do ex- deputado Roberto Jefferson, cassado pela Câmara dos Deputados, segundo o relatório, por ter mentido, por não ter provado que existia o mensalão, que denunciou.

VISITE O BLOG: http://anistiaja.blogspot.com/ e leia o manisfesto pela anistia de José Dirceu.

A GRANDE MÍDIA É IGUAL AOS CORRUPTOS.


Só com sangue de barata é possível aceitar passivamente a cobertura da grande imprensa à cassação da licença da emissora de televisão venezuelana de RCTV. Em mim produz a mesma repulsa que a corrupção nas instituições políticas. Aceitar que uma rede de TV como a CNN use imagens de um antigo protesto no México como se fossem na Venezuela é tão criminoso quanto o ato em si. Como pode essa imprensa ainda existir?

Não entendo a falta de revolta dos jornalistas. É alienação ou conivência? Para um jornalista, é vergonhoso em qualquer dos dois casos. Não há nada verdadeiro no noticiário sobre a Venezuela, a não ser um ódio incompreensível por Hugo Chávez. Talvez um ódio de solidariedade com o irmão americano W. Bush, eterno merecedor do escárnio de Chávez como de qualquer outro cidadão razoavelmente informado, tal e qual deve ser todo jornalista.

Porque se trata de mentir descaradamente para o público, negar-lhe informações importantes para julgar. Essa mentira foi desmascarada por vários blogues e pela imprensa alternativa. Está em todos os lugares. Em Londres, saiu um manifesto de apoio a Chávez, assinado por intelectuais, escritores, etc.

Chávez cassou legalmente uma concessão pública porque o detentor dessa concessão nada mais é do que o sujeito que tentou aplicar-lhe um golpe de estado e chegou até a declarar-se presidente. Só isso. Então, não é Chávez o golpista, mas esse magnata da comunicação. E o fez com base na lei – ou seja, quando o prazo da concessão pública expirou.

O pior é que ainda temos de ouvir alguns cretinos a dizer que as ideologias acabaram, só existem na cabeça de dinossauros como eu. Essa guerra pela informação tem alguma outra justificativa senão a luta de classes. A ascensão da esquerda na América do Sul precisa ser barrada, essa é a razão. Vão fazer de tudo para varrê-la do mapa, com a ajuda da grande imprensa.

Por isso eu digo, parem com as drogas. Deixem de ler a Veja, a Falha, o Estrago, o Globo e seu similares. A melhor informação não está nesses veículos. Se é para ler e ouvir mentiras, é melhor que seja de graça. Só o leitor tem o poder de virar do avesso essa mídia brasileira ordinária.

Por Dom Quixote de la Prensa
A MÁSCARA CAIU!

NUNCA ANTES NESTE PAÍS !

Jornais, TVs, rádios, sites noticiosos na internet, enfim, em todos os meios de comunicação deste país vejo, há vários dias, um assunto predominando ininterruptamente : as acusações contra Vavá, irmão do presidente da República.

Noto, também, que não faltam insinuações de que naquilo em que Vavá parece estar envolvido, o presidente Lula também estaria.

Tudo isso é motivo de comemoração. Um país em que o presidente da República tem um parente tão próximo encurralado pela Polícia que ele (o presidente) tem poder para determinar se e como atuará, é um país em que a democracia se consolida a passos largos.

No passado recentíssimo, outro presidente teve parentes bem menos próximos envolvidos em escândalo financeiro bilionário envolvendo um dos maiores bancos do país e não houve 1% da repercussão que está tendo o caso Vavá.

O Brasil está no rumo certo, ainda que tentem convencer a sociedade de que “nunca antes neste país” houve tanta corrupção. A verdade verdadeira é a de que “nunca antes neste país” se investigou tanto os poderosos.

Por Eduardo Guimarães
A MÁSCARA CAIU!

Preservação das tartarugas marinhas

A Assembléia Legislativa da Paraíba realiza, nesta sexta-feira (15), às 11 horas, no Plenário José Mariz, uma sessão especial para discutir o Projeto de Preservação das Tartarugas Marinhas no Litoral da Paraíba.

A propositura é do deputado estadual Rodrigo Soares (PT), que para justificar a sessão, afirma que na América Latina, a Paraíba é o maior santuário de desova das tartarugas da espécie “Pente” e a mesma encontra-se em extinção. A sessão ainda tem a parceria da Ong Guajiru, que desenvolve pesquisa e monitora as tartarugas urbanas no litoral paraibano.

“Além das muitas dificuldades naturais enfrentadas, a exemplo dos peixes que se alimentam delas, as degradações produzidas pelo homem, com pescas predatórias e ações de vandalismo, destroem seus ninhos ao longo do litoral do nosso Estado. Essa situação precisa ser solucionada urgente. Por isso, a necessidade urgente de se discutir o tema”, justificou.

Para o debate, além de ambientalistas, foram convidados representantes das secretarias estadual e municipal de Meio Ambiente; de Planejamento e de Finanças; Sudema (Superintendência Estadual de Meio Ambiente), Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Ministério Público Federal (MPF); Ministério Público Estadual (MPE), Universidade Federal da Paraíba (UFPB); e Prefeitura de Cabedelo.

(Mais informações com: Raymundo Neto – (83) 8883 0913)


SERVIÇO:
Sessão Especial para debater o Projeto de Preservação das Tartarugas Marinhas no Litoral Paraibano
Local: Plenário José Mariz – Assembléia Legislativa
Hora: 11 horas
Data: 15 de junho de 2007 – sexta-feira
Procurar: Deputado estadual Rodrigo Soares (PT)

Adja Brito - Assessora de Imprensa

quinta-feira, 14 de junho de 2007

5º CONGRESSO DO MST

BRASÍLIA – O capital tem atacado primeiro. Esta, grosso modo, é a avaliação do dirigente nacional do MST, João Pedro Stedile, sobre a essência dos embates entre os movimentos sociais e os setores econômicos hegemônicos, no sentido de que os movimentos têm tido que adequar suas lutas e resistências aos avanços do capital nacional e internacional sobre direitos e recursos dos trabalhadores.

Retomando o período histórico a partir da Era Vargas, Stedile lembrou que até os anos 1970 a reforma agrária no Brasil visava o assentamento dos pobres para que se inserissem, com o tempo, no modelo de produção econômica de um país que vivia um crescimento de mais de 6% ao ano e um desenvolvimento exponencial da indústria nacional. Na época, afirma o dirigente, havia um projeto claro para o país que incluía ou definia o papel do campesinato como parte do processo produtivo.

A partir dos anos 1980, no entanto, houve uma estagnação econômica que teria levado a elite brasileira a optar pela subordinação do setor produtivo do país ao capital internacional, dando início a um processo de liberalização que se manifestou de forma aguda nos oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso.

Leia matéria completa: Agência Carta Maior

terça-feira, 29 de maio de 2007

SENADO PRESERVADO


Líderes da base aliada e da oposição elogiaram o pronunciamento feito na tarde desta segunda-feira pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Muitos consideraram que ele foi rápido, convincente e apresentou provas documentais.
Ao terminar o discurso de 23 minutos (leia a íntegra aqui), Renan foi aplaudido e recebeu os cumprimentos de praticamente todos os senadores presentes.
Além de senadores, o discurso de Renan foi acompanhado por aliados da Câmara, como o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), o presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), e o líder do partido na Casa, Henrique Alves (RN), além do ministro das Comunicações, o senador licenciado Hélio Costa (PMDB-MG).
Tamanha manifestação de solidariedade não é comum no parlamento brasileiro. Basta lembrar o triste episódio que arrancou da presidência da Câmara o então deputado Severino Cavalcanti (PP-PE).

Senado preservado

''Ele foi rápido, convincente, exibiu documentos e continua a merecer minha confiança'', afirmou o líder do DEM, senador José Agripino (RN), que disputou a presidência do Senado com Calheiros no início da atual legislatura.
''O discurso foi bom, conciso e tocou nos pontos fundamentais'', completou o senador Heráclito Fortes. O senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA) disse que sua primeira impressão foi muito boa. ''Acho que não é caso para o conselho de ética, embora, evidentemente, tenhamos que esperar para ver se surge uma ou outra coisa''. O líder do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), também considerou que os esclarecimentos de Renan ''conseguiram desmontar as acusações''. Raupp defende a tese de que não há razão para levar a questão ao conselho de ética e disse que defenderá junto à bancada do PMDB o encerramento do assunto.
O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), acrescentou que teve a oportunidade de examinar os documentos entregues por Renan à mesa do Senado. Jucá está convencido de que os documentos comprovam que Renan Calheiros tem renda pessoal para pagar a pensão e os valores à jornalista Mônica Velloso.

Deu no Vermelho


E ai Naza?

P I L A N T R O P I A


A verdade sobre a segurança pública em São Paulo

Vanderlei Siraque, deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores, presidente da Comissão de Direitos Humanos e membro da Comissão de Segurança Pública da Assembléia Legislativa de São Paulo, rebate as estatísticas cor de rosa sobre o desempenho do governo de José Serra na segurança pública, que tem sido divulgadas com insistência na imprensa paulista, no artigo "Governo de São Paulo contra o crime?".

Vale a pena ler e descobrir que a realidade da segurança pública em São Paulo é muito diferente do que tenta mostrar a máquina dae propaganda do governador Serra, com o apoio diligente de certa imprensa que lhe é servil.

Fonte: Blog do Zé Dirceu

Nesse memorável dia 29 de maio de 2007, estou inaugurando a presença do nosso grande companheiro Zé Dirceu, nesse espaço (clique no linque e conheça mais sobre a trajetória desse ícone da resistência democrática, da liberdade e da mais profunda dedicação ao Partido dos Trabalhadores).

Sou o Naza, estou de olho nas feras e o Zé é fera.

domingo, 27 de maio de 2007

Quem quer combater a corrupção?

Poucos, para dizer o mínimo, querem efetivamente combater a corrupção. A chamada classe política não está muito interessada em limpar as instituições, varrendo de suas entranhas os corruptos. É o que se depreende a cada novo escândalo que sacode os estaduais, o Congresso Nacional, o Judiciário e outras instâncias da sociedade brasileira.

Essa coisa de descobrir e escancarar a corrupção se transformou em um jogo político que só funciona como munição para bombardear adversários. É um jogo para se ganhar ou manter espaços no poder. Basta ver o que acontece com a Operação Navalha, da Polícia Federal. A oposição, nem toda, quer uma CPI para aparecer na mídia, e o governo não deseja agitar o ambiente político para não atrapalhar votações de seu interesse no Congresso.

Apurar tudo o que há de errado e podre no coração das instituições é que quase ninguém quer. A mudar algumas regras do jogo para facilitar a limpeza da máquina pública, poucos se dispõem. Fica a sensação de que todo mundo está jogando para platéia. E é por tudo isso que a esmagadora maioria das CPIs acaba em pizza. Afinal o holofote da TV é mais importante do que a efetiva apuração da bandalheira. E ponto final.

sábado, 26 de maio de 2007

Parlamentar destaca, na Câmara, trabalho do Fórum Paraibano de Combate à Corrupção


Esta semana, em uma de suas participações na tribuna da Câmara Federal, o deputado Luiz Couto fez questão de falar do aniversário de dois anos de atuação do Fórum Paraibano de Combate à Corrupção (Focco), ocorrido no último dia 20. “Em nome dos paraibanos que sonham com dias melhores e menos corrupção no poder público, transmito meus parabéns aos doutores Fábio George Cruz da Nóbrega, procurador da República, e João Ricardo Coelho, presidente do Focco, bem como a todos os que fazem essa importante organização não-governamental”, registrou.

Segundo Luiz Couto, nesse período, o trabalho do Focco tem contribuído para a realização de atividades especiais de combate à corrupção, em especial na Paraíba, a exemplo das operações Carta Marcada e Confraria, executadas pela Polícia Federal, que chegou a prender o ex-prefeito de João Pessoa (hoje senador), Cícero Lucena. Ele disse que essa prática vem fazendo com que a entidade seja usada como parâmetro para a criação de movimentos semelhantes em outros estados brasileiros. “O Focco ganhou, no final de 2006, o prêmio estadual de direitos humanos concedido pela Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Paraíba”, lembrou.

Mais sobre o assunto: www.luizcouto.com

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Em Porto Alegre: Rodrigo apresentará painel sobre políticas de inclusão de jovens


O deputado estadual Rodrigo Soares (PT) participa nesta quinta-feira (24) da XI Conferência Nacional dos Legislativos Estaduais que reunirá deputados de todo país para discutir sobre políticas públicas de inclusão social, como também as reformas política, eleitoral e tributária. O evento, promovido pela União Nacional dos Legislativos Estaduais (Unale), acontece em Porto Alegre (RS) e termina nesta sexta-feira (25).

Rodrigo Soares, que é diretor da Unale, coordenará o painel que abordará o tema Políticas de Inclusão dos Jovens. O petista levará para expor a experiência da Comissão Especial de Juventude, proposta por ele (Rodrigo), e que debateu políticas públicas voltadas para o setor juvenil.

A comissão, por mais de 90 dias, estudou, debateu e propÕs a formulação de políticas de saúde, educação, transporte, cultura, segurança, desporto, lazer e, especialmente, à de geração de empregos para a juventude paraibana.

Confira a programação completa da XI Conferência Nacional dos Legislativos Estaduais:

No Grito da Terra, Contag reforça protesto contra Emenda 3

Os 10 mil integrantes do Movimento Grito da Terra Brasil, ligados à Confederação dos Trabalhadores e trabalhadoras na Agricultura (Contag) participam da manifestação convocada em Brasília pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), contra a Emenda 3. O tema deve constar da audiência da central camponesa com o presidente Lula, autor do veto à emenda, que a bancada patronal no Congresso pretende derrubar.

O Vermelho